FacilitaçÃo de grupos de promoçÃo da saúde na estratégia saúde da família: refletir e construir o cuidar



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FACILITAÇÃO DE GRUPOS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: REFLETIR E CONSTRUIR O CUIDAR

Karina Oliveira de Mesquita1

Osmar Arruda da Ponte Neto2

Gleiciane Kélen Lima3

Viviane Oliveira Mendes Cavalcante4

Maria Adelane Monteiro da Silva5
Eixo temático 2: Sistemas de Saúde: compartilhando experiências
Relator: Karina Oliveira de Mesquita

E-mail: karinamesquita1991@gmail.com



INTRODUÇÃO
A Atenção Básica (AB) ou Atenção Primária à Saúde (APS) caracteriza-se por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte na situação de saúde e autonomia das pessoas e nos determinantes e condicionantes de saúde das coletividades (BRASIL, 2012).

Segundo Oliveira (2007) a APS foi definida como “...essencial à saúde baseada em tecnologia e métodos práticos, cientificamente comprovados e socialmente aceitáveis, tornados universalmente acessíveis a indivíduos e famílias na comunidade (...) e a um custo que tanto a comunidade como o país possam arcar”.

No Brasil, a estratégia adotada pelo Ministério da Saúde para a expansão da APS e, portanto, para a reorientação do Sistema Único de Saúde (SUS) é a Estratégia Saúde da Família (ESF), iniciada em 1994 (BRASIL, 1998). A ESF tem por objetivo aumentar o acesso da população aos serviços de saúde, propiciando longitudinalidade e integralidade na atenção prestada aos indivíduos e grupos populacionais. Pretende trabalhar com o modelo da vigilância da saúde, com a responsabilização da equipe de saúde pela população moradora em seu território, incentivando a participação popular, criação de parcerias intersetoriais e responsabilização da equipe pelo atendimento integral dos indivíduos e grupos populacionais (ALVES; AERTS, 2011).

Na ESF, uma das tecnologias empregadas para qualificar assistência integral aos usuários são os grupos de convivência. A proposta dos grupos de promoção da saúde é fundamentada no conceito amplo de saúde, numa abordagem que amplia o olhar da saúde para as dimensões biopsicossociais, com vistas à construção da autonomia dos sujeitos. Busca romper com a representação social da doença, tão arraigada na nossa sociedade pelo modelo biomédico (SANTOS et al, 2006, DA ROS, 2006).

O trabalho com grupos na ESF torna-se desafiador pela dificuldade de empoderamento dos profissionais da AB para com estes, no sentido de romper com o modelo de atenção voltado para as doenças, baseado em ações programáticas específicas e envolver-se de forma efetiva no apoio e fortalecimento dos grupos existentes nas unidades de saúde.

Neste sentido consideramos relevante provocar a reflexão do processo de trabalho com grupos, a fim de possibilitar a ressignificação das práticas de cuidado em saúde na ESF.



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