Faces da violência Sexual contra Crianças e Adolescentes



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Parte I

No primeiro artigo Carvalho; Luz e Assis tratam dos sentidos de rede, uma metáfora, que indica os pontos de articulação dos movimento sociais com a política pública. Os autores destacam que a meta da transformação social possibilita que entre as instituições de modo amplo, as empresas, os governos e os movimentos sociais possam compartilhar o discurso do funcionamento em rede. Partindo desta concepção global de rede buscam compreender as especificidades regionais do Estado de Goiás, especialmente da capital Goiânia em relação aos ideais e aos desafios da Rede de atenção a mulheres, crianças e adolescentes em situação de violência.

Silva, no segundo artigo trata da importância política do registro dos casos de violência sexual e, neste sentido apresenta a experiência de sensibilização dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) para a notificação compulsória dos casos atendidos. A autora destaca o processo de transformar o relato oral dos trabalhadores que participaram do processo de construção do instrumento de notificação dos casos de violência em Goiânia em memória escrita, uma vez que este material é de extrema importância na capacitação destes agentes.

Oliveira encerra a primeira parte desta coletânea apresentando a experiência de mobilização social realizada em Goiânia, como parte do Projeto de Trabalho pelo fim exploração sexual de crianças e adolescentes através de uma campanha educativa. O público desta campanha foram os taxistas, mototaxistas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo urbano, proprietários de hotéis, motéis, bares e similares, e de postos de gasolina e frentistas. Estes profissionais foram considerados como alvo prioritário da campanha uma vez que desenvolvem suas atividades em locais ou nas proximidades onde ocorrem cenas de violência sexual. A campanha educativa também tem outro sentido, destacado pela autora, que é o de chamar a atenção da sociedade como um todo de que violência sexual contra crianças e adolescentes é um crime, uma violação de direitos e, que o enfrentamento deste problema é de responsabilidade coletiva.

O enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes é o fio condutor da primeira parte desta coletânea: a rede, compreendida como forma de articulação que viabiliza o combate, o registro pelo SUS dos casos de violência como instrumento de visibilidade social do problema e, finalmente a campanha educativa, que ao mesmo tempo é estratégia de denúncia e de prevenção de novos casos.


: portal2-repositorio -> File -> revistalapip -> volume3 n1 -> doc
doc -> Reflexões Históricas sobre as Culturas da Psicologia12
doc -> Minha experiência no Trabalho com Grupos
doc -> “Play it again, Sam
doc -> O conceito de Família na Teoria Psicanalítica: Uma Breve Revisão The Concept of Family in the Psychoanalytical Theory: a brief Review
doc -> A relacão das famílias no tratamento dos portadores de transtorno mental realizado no centro de atenção psicossocial
doc -> 1 What Are the Arguments for Community-Based Mental Health Care?
doc -> Pessoas com Deficiência e Dança: Uma Revisão de Literatura Disabled People and Dance: a literature Review
doc -> Universidade e Diversidade sob o Olhar da Representação Discente Universidad y Diversidad en la Percepción de la Representación Estudantil


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