Encaminhamento de crianças à classe especial


Resumos: Teoria e prática



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Resumos: Teoria e prática. São Paulo, Serviço de Biblioteca e Documentação, 1997.
JANUZZI, G. - A luta pela educação do deficiente mental no Brasil. Campinas, São Paulo, Autores Associados, 1985.
MARCONDES MACHADO, A. - Crianças de classe especial: efeitos do encontro da saúde com a educação. São Paulo, Casa do Psicólogo, 1994.
__________________________ - Reinventando a avaliação psicológica. São Paulo, 1996, 232 p. Tese (Doutorado) - Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo.
MAZZOTA, M. - Fundamentos da educação especial. São Paulo, Pioneira, 1982.
PASCHOALICK, W.C.- Análise do processo de encaminhamento de crianças às classes especiais para deficientes mentais nas escolas públicas de 1 grau da Delegacia de Ensino de Marília. São Paulo, 1981. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
PATTO, M.H.S.- A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo, T.A.Queiroz, 1990.
SÃO PAULO (Estado) - Secretaria do Estado de Saúde/Departamento de Assistência ao Escolar. Avaliação Psicológica de alunos da rede estadual de ensino - orientação aos recursos da comunidade. São Paulo, 1987.
SCHNEIDER, D.W.- Classes esquecidas: os alunos do estado da Guanabara. Rio de Janeiro, 1974. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
SEVERINO, A.J. - Metodologia do trabalho científico. São Paulo, Cortez, 1996.
SILVEIRA BUENO, J.S.- Educação especial brasileira - interação e segregação do aluno diferente. São Paulo, EDUC, 1993.
TELFORD, C.W.; SAWREY, J.M. - O indivíduo excepcional. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro, Zahar, 1978.
VELHO, G. (org.)- Desvio e divergência, uma crítica a patologia social. Rio de Janeiro, Zahar, 1985.


1 Este artigo faz parte da dissertação de Mestrado defendida em 1997 no IP-USP.

2 Para aprofundar esta discussão é importante aprofundar a leitura de: Velho (1985), Goffman (1975), Silveira Bueno (1993), Paschoalick (1981) e Schneider (1974).

3 O termo Educável é apenas usado para Deficiência Mental de Grau Leve e refere-se a características educacionais do aluno.

4 Essa questão da classificação da Deficiência Mental é um tema complexo e polêmico. É possível encontrar uma série de classificações, denominações e espaços de QI completamente diferentes, discrepantes e contraditórias em diversos autores. Na análise dos dados dessas tabelas foi utilizado apenas o referencial da OMS que é apropriado pela SES e pelo DAE, que mesmo assim, não impediu a emergência das discrepâncias. Para perceber essa variabilidade apontada acima são indicadas leituras como: Mazzotta (1986), Telford e Sawrey (1978), Amiralian (1986) e Januzzi (1985).

5 Ver Patto (1990).

6 Ver Freller (1997)

7 Ver Collares; Moysés (1996)

8 Marcondes Machado, 1996).

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