EducaçÃO, psicodrama e práticas de singularizaçÃo norma Silvia Trindade de Lima Doutora e Mestre em Educação, psicodramatista, psicóloga Docente do Programa de Mestrado em Educação – unisal/AM/SP



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EDUCAÇÃO, PSICODRAMA E PRÁTICAS DE SINGULARIZAÇÃO

Norma Silvia Trindade de Lima

Doutora e Mestre em Educação, psicodramatista, psicóloga

Docente do Programa de Mestrado em Educação – UNISAL/AM/SP

Eixo (1) - Pesquisa em Pós-Graduação em Educação e Práticas Pedagógicas

Categoria: comunicação oral



RESUMO

O trabalho destaca o psicodrama como uma perspectiva de pesquisa educacional, contribuindo com a produção de saberes, sentidos e significados acerca de sujeitos, temáticas e realidades sócio-educacionais, assim como, encaminhando possíveis práticas de singularização. Como ilustração, apresenta um relato de um psicodrama desenvolvido com alunos dos cursos de psicologia, pedagogia e serviço social, no Unisal, Unidade de Americana, a partir do qual, são tecidas reflexões sobre educação, modos de subjetivação, singularidade e práticas de singularização.

Palavras-chave:

psicodrama, educação, singularidade.



INTRODUÇÃO
O potencial investigativo sócio-educacional do psicodrama, em seus múltiplos modos de intervir e discutir realidades e temáticas distintas, tem sido uma proposta de estudo que desenvolvo, como docente no Programa de Mestrado em Educação, do Centro Universitário Salesiano de São Paulo - Unisal, Unidade de Americana/SP.

O psicodrama é pouco difundido academicamente, muito embora, tenho me valido da versatilidade metodológica da obra de Moreno, o seu criador, desde os estudos desenvolvidos por ocasião do mestrado e doutorado em Educação, na Unicamp (LIMA, 1998 e 2003). Nesta ocasião, comecei a buscar possibilidades de articulação entre o pensamento de Moreno e a concepção educacional inclusiva, conforme a entendemos no Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade – LEPED, na Faculdade de Educação da Unicamp, sob a coordenação da Professora Mantoan (LIMA, 2009, 2010a, 2010b). Além disso, a disciplina, Psicodrama e Educação, na grade curricular do Programa de Mestrado em Educação do Unisal, a qual, ministro, tem proporcionado o desenvolvimento do estudo que ora menciono.

Nesta perspectiva, o intuito do presente trabalho é discutir o psicodrama como uma estratégia polivalente de pesquisa, de produção de sentidos, significados e conhecimentos, alinhada a uma perspectiva inclusiva. E, considerar, a partir de sua peculiaridade operacional, uma prática de singularização, enquanto um modo de intervenção sócio-educacional. Para tanto, ilustro a discussão com o relato de uma oficina de psicodrama realizada e apresentada em trabalho anterior, Lima (2010a), “Educação, psicodrama e singularidade”, por ocasião do V Colóquio sobre educação sócio-comunitária, organizado pelo Programa de Mestrado em Educação do Unisal.

Vale ressaltar que, trabalhar com o psicodrama, como uma metodologia de pesquisa, implica, entre outras possibilidades, realizar um evento sóciopsicodramático, para então, analisar o material produzido pelo grupo. Seguem, então, comentários preliminares sobre a metodologia sóciopsicodramática, a fim de fundamentar o fazer sóciopsicodramático e o relato de um psicodrama, propriamente dito. Posteriormente, são tecidas reflexões acerca da produção cênica do grupo, estabelecendo relações entre a temática protagonizada e a educação, fazendo-se referência ao âmbito da subjetividade, aos modos de subjetivação e às práticas de singularização.






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