Diretoria de pesquisa



Baixar 203,33 Kb.
Página7/9
Encontro04.03.2018
Tamanho203,33 Kb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9
IES

MODALIDADE

SITUAÇÃO

GRATUITO/ NÃO GRATUITO

1-ASCES

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

NÃO GRATUITO













2-FAL

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

NÃO GRATUITO

3-FAP

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

NÃO GRATUITO

4-MULTIVIX

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

NÃO GRATUITO

5-UDF

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

NÃO GRATUITO

6-UFPE

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

GRATUITO

7-UFPI

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

GRATUITO

8-ULBRA

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM EXTINÇÃO

NÃO GRATUITO

9-UNB

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

GRATUITO

10-UNIFOR

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM EXTINÇÃO

NÃO GRATUITO

11-UNILA

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

GRATUITO

13-UNINTER

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA/PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

NÃO GRATUITO













13UNIPAMPA

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

GRATUITO

14-UNIRIO

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM ATIVIDADE

GRATUITO

15-UNIVALI

EDUCAÇÃO PRESENCIAL

EM EXTINÇÃO

NÃO GRATUITO

Fonte: http://emec.mec.gov.br/

Em relação à situação dos cursos, 13 estão em atividade e 3 estão em processo de extinção, (ULBRA, INIFOR e INIVALI), todas sediados em IES privadas com fins lucrativos. Isto indica que se a autonomização é predominantemente privada, nesta categoria administrativa é frágil a institucionalização da graduação em Ciência Política.

As razões desta baixa institucionalização decorrem de diversos fatores que vão da própria decisão da IES, em decorrência da inviabilidade lucrativa do curso, ou da intervenção do MEC por causa de a IES não ofertar condições suficientes para que seus cursos possam receber o reconhecimento de seu funcionamento, sendo descredenciados pelo MEC.

Em suma, nos aspectos até aqui abordados, no Brasil o atual estado da autonomização da Ciência Política no nível de graduação caracteriza-se pela predominância da iniciativa privada de IES com fins lucrativos. Porém como foi acima analisado, tal predominância informa fragilidade da iniciativa privada na institucionalização desta graduação.



O perfil dos Docentes da Graduação de Ciência Política

Nesta seção apresentaremos os achados preliminares da pesquisa sobre o perfil dos docentes que lecionam na graduação em Ciência Política. Para identificá-lo foram analisadas as seguintes variáveis: sexo; instituição na qual lecionam; área e grau de formação acadêmica.

As fontes destas informações foram os sites dos cursos e a plataforma Lattes/CNPq. Até aqui uma limitação metodológica se apresentou a nós. Nos PPC’s, e nos sites da IES não nos foi possível identificarmos quais professoras e professores se dedicam especificamente ao ensino das disciplinas do núcleo da formação específica no bacharelado em Ciência Política.

A plataforma Lattes é a fonte de dados para tal filtro de informação, o qual será feito na próxima fase da pesquisa. Portanto, este perfil é mais abrangente porque inclui docentes que lecionam nos demais núcleos formativos, o de formação geral e complementar.



TABELA 2: Docentes por Sexo


SEXO

TOTAL

Feminino

51

Masculino

87

Total

138


Fonte: sites das IES e Plataforma Lattes/ CNPq

A tabela acima indica que, tal qual na política, na docência da graduação em Ciência Política predominam homens. Agora, Iremos abordar os principais avanços relacionados ao perfil da formação acadêmica dos docentes. Nas tabelas a seguir analisaremos a formação dos professores desde a graduação ao doutorado:

A formação dos docentes na graduação e para os demais níveis foi classificada conforme a tabela das áreas de conhecimento adotada pelo CNPq. Na tabela 03, nota-se que dos 138 docentes, a maioria graduou-se nas áreas das Ciências Humanas. Ciência Política (11, 7,97%); Ciências Sociais (46, 33,33%) Filosofia (5, 3,62%); História (8, 5,79%), Pedagogia (5, 3,62), Psicologia (2, 1,44%); Relações internacionais (5, 3,62%), Sociologia (2, 1,44%); totalizando 84 docentes(60.89%).

Nesta área predomina a formação na graduação generalista em Ciências Sociais (33,3%), seguida em Ciência Política (7,97%); Relações Internacionais (3,62%), Sociologia (1,44%), perfazendo 46,33%. No Brasil estas são em geral as áreas das Ciências Humanas que predominam no ensino das disciplinas do núcleo de formação específica do Cientista Social. Destacamos aqui que 7,97% dos docentes são egressos da graduação em Ciência Política, indicando que desde este nível ela já forma Cientistas Políticos para a docência nesta área.



Trinta e cinco docentes (25,36%) são egressos da graduação na Grande Área de Ciências Sociais Aplicadas, com predomínio na formação em Direito (16, 8,0%); Economia (9, 6,52%); comunicação Social (6, 4,34%) e Administração (4, 2,89%). Em suma, com graduação predominam docentes egressos da formação generalista em Ciências Sociais e há uma tímida presença, porém relevante, de docentes egressos da graduação específica em Ciência Política.




Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8   9


©psicod.org 2017
enviar mensagem

    Página principal