Dinâmicas



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4ª dupla: conferir a tarefa da 1ª dupla. Caso não esteja correta, fazer o conserto necessário;

5ª dupla: colocar 6 palitos na caixa, com todas as cabeças voltadas para o lado oposto dos 7 palitos colocados pela dupla 3;

6ª dupla: conferir a tarefa da 1ª dupla. Caso não esteja correta, fazer o conserto necessário;

7ª dupla: colocar 5 palitos na caixa com as cabeças para lados alternados;

8ª dupla: conferir a tarefa da 1ª dupla. Caso não esteja correta, fazer o conserto necessário;

9ª dupla: colocar a tampa na caixa e entregar aos fiscais;

fiscais: conferir o trabalho, separando as caixas aprovadas das reprovadas.
Refletir:

Executar tarefas sem conhecer seus propósitos , conseqüências e critérios de avaliação a que estão submetidas faz com que a pessoa se sinta destituída de sentido e valor.

Discutir situações como: repetência escolar, obediência cega a ordens, imposição indiscriminada de regras, lideranças autoritárias, aceitação de valores impostos pela mídia, sentimentos decorrentes da experiência de fracasso...

1001 UTILIDADES

Objetivo: Criatividade, imaginação, quebra de paradigmas, consenso, ampliação de visão, importância do lúdico em nosso dia a dia., etc.
Procedimento: Dividir em subgrupos e distribuir uma folha de papel e uma caneta para cada equipe.

O facilitador mostra um clips (ou outro objeto) a todos e desafia os grupos a escreverem todas as utilidades possíveis deste objeto, no tempo de 5 minutos. Obs.: O clips pode ser substituído por outros objetos.


ESCRAVOS DE JÓ

Objetivo: Promover a integração do grupo, o senso de responsabilidade, visão do todo, persistência, trabalho em equipe.


Processamento: Por ser uma brincadeira dos tempos de criança e pela familiaridade com a canção, é um jogo onde a alegria e a brincadeira estarão sempre em evidência. O grande desafio aqui é que o grupo consiga, ao som e ritmo da música, cumprir a tarefa de uma forma ordenada: passar um objeto de um participante ao outro (caixa de fósforo, copinho de café, pequeno pedaço de madeira, etc.). A tarefa estará concluída quando o grupo, cantando a música, conseguir manter a harmonia e concluir a atividade sem que nenhum participante erre na passagem do objeto.

Caso o grupo cumpra o objetivo com muita facilidade, pode ser desafiado a cantar a música sem a letra (lá, lá, lá, lá...) ou até mesmo em total silêncio. Outras variações podem ainda ser feitas, explorando a música e mudando os movimentos. Exemplos: tira e põe (erguer o objeto), zigue-zigue-zá (ir-e-vir com o objeto) e outras que a criatividade permitir.


PASSE A BOLA

Objetivo: Despertar o grupo para a necessidade de criatividade, integração e espírito de equipe.


Procedimento: O grupo, formado por cerca de 30 pessoas, deverá estar sentado em círculo.

O orientador dá as primeiras explicações:

Jogarei esta bola (pequena) para um membro deste grupo. Em seguida, essa mesma pessoa escolherá outro participante e também arremessará a bola. E assim sucessivamente, até que todos do grupo tenham recebido e repassado a bola.

Para a realização da tarefa deverão ser respeitas as seguintes orientações:

1) Evite passar a bola para quem está sentado ao seu lado.

2) A bola não poderá ser arremessada 2 vezes para a mesma pessoa.

3) Cada participante deverá memorizar para quem foi que ele(a) passou a bola.

Após um sinal do facilitador, o grupo realiza a atividade que, provavelmente, ocorrerá sem problema algum. O facilitador marca num cronômetro o tempo gasto pelo grupo para a realização da tarefa e anota num quadro. Em seguida, lança um desafio a todos perguntando: O grupo consegue baixar este tempo jogando a bola para a mesma pessoa? Com a concordância do grupo, a atividade recomeça.

O jogo se dá em rodadas até o momento em que o grupo não mais acredite na possibilidade de reduzir o tempo ou que o facilitador conclua que já tem questões e informações suficientes para serem resgatadas e processadas com o grupo. O desafio por parte do facilitador é fundamental para a mobilização do grupo.
DANÇA DAS CADEIRAS

Objetivo: Levar os participantes a experimentarem o jogo do ganha/ganha, despertando a energia do grupo e a quebra de barreiras ao toque.


Procedimento: Quem já brincou quando criança sabe que o que vale aqui é a rapidez e a esperteza. Quando a música pára é uma loucura... lembrou?... aquele que não senta, dança e fica só olhando. É, mas o mundo mudou e a brincadeira também. As cadeiras posicionadas em círculo e viradas para fora na mesma quantidade de participantes.

O orientador dá as instruções:

Estarei tirando uma cadeira em cada rodada, mas mesmo assim, todos deverão sentar quando a música parar. Esse é o desafio do grupo.

Após algumas rodadas, o grupo percebe que é possível. A brincadeira encerra-se quando todo o grupo conseguir sentar em uma única cadeira, ou quando o facilitador julgar que já tem dados suficientes para serem processados com o grupo.


A TEIA DO GRUPO

• Grupo em círculo, o facilitador segura um rolo de barbante ou novelo de lã e inicia a atividade, jogando-o para um dos participantes;

• O participante que receber o novelo enrola o fio no dedo indicador de modo a manter a linha esticada. Diz então uma palavra que represente seu sentimento neste momento;

• Escolhe um companheiro, olha-o, fala alto o nome dele e atira-lhe o novelo. Segue-se o mesmo procedimento até que o novelo tenha passado por todas as pessoas, formando uma teia. A teia das relações;

• Pedir que todos levantem o dedo em que o fio está preso de modo que o grupo olhe a teia;

• Solicitar que depositem com cuidado a teia no chão;

• Pedir que lentamente todo o grupo comece a empurrar a teia até o centro da sala, até o coração do grupo;

• O facilitador fala sobre o sentimento grupal, enquanto recolhe o bolo de lã dando com suas palavras um significado à emoção;

• O facilitador solicita que todo o grupo se dê um grande abraço.

Pode-se dizer uma palavra que complete a frase:

“aprendi que...

“pude perceber que...

fechar falando sobre o compromisso assumido em prol do que foi trabalhado no curso

-ressaltar a importância do individual no coletivo.


Variação: dizer uma característica pessoal que considere importante no momento de passar o barbante. Ao final, trabalhar a importância da diversidade para o enriquecimento do grupo e a necessidade de aceitação do outro, do diferente.
FESTA NA FLORESTA

Objetivo: Sentimento de pertencer a um grupo, consciência de inclusão, integração de equipes, contato, atenção, percepção etc.


Procedimento: Dividir em subgrupos e pedir que cada grupo escolha um local que represente seu ninho e escolha o som de um animal que os identifique.

Em seguida, todos os participantes são vendados e, separadamente, saem dos seus respectivos ninhos com o objetivo de explorar o ambiente, caminhando pela sala em silêncio.

Depois de algum tempo, quando todos estiverem bem misturados pela sala, o facilitador desafia os subgrupos a se reencontrarem emitindo apenas o som do animal escolhido por cada grupo. Depois de reunidos, os grupos, ainda vendados, retornam ao ninho.
ALFABETO HUMANO

Objetivo: Organização, rapidez nas decisões, quebra de paradigmas, toque, sinergia, atenção, comprometimento.


Procedimento: O grupo deverá, utilizando-se apenas do corpo de seus integrantes, formar uma única letra no chão da sala no menor tempo possível. Para isso o facilitador dará as seguintes coordenadas:

"Cada vez que eu disser A vocês deverão formar a letra X; quando eu disser B a letra a se formar é J e quando eu disser C a letra é W."

As ações podem ser repetidas várias vezes, sendo que a cada letra deve ser aprovada e aceita pelo facilitador antes do novo desafio.

Objetivo: Mudanças, energia, força interior, auto-motivação.


Procedimento: Dividir os participantes em 2 grupos (grupos A e B). O facilitador dá a instrução aos grupos: "Eu vou contar até 3 e vocês deverão dizer RÁ."

O que os grupos não sabem, na primeira rodada, é que o exercício valerá uma nota de 0 a 10, a critério do facilitador, conforme o volume do som, a energia e o entusiasmo do grupo.

O facilitador se dirige primeiro ao grupo A, que cumprirá sua tarefa dizendo Rá, provavelmente sem muita ênfase. O facilitador anota no quadro a nota obtida e se dirige ao grupo B.

O grupo B, já percebendo a dinâmica da atividade e naturalmente tentando superar a nota recebida pelo grupo A, emitirá um RÁ num tom bem mais forte e obviamente obterá uma nota superior ao outro grupo, que também deverá ser exposta no quadro.

Geralmente, o grupo A se manifesta alegando que não sabia que a tarefa estaria sendo avaliada e pede uma segunda chance. O facilitador pode desafiar o grupo A a superar a nota do grupo B, nessa segunda chance. E a seguir, dar a segunda chance ao grupo B. Geralmente, acontecem 4 ou 5 rodadas (pra isso, as primeiras notas têm que ser baixas) até que os dois grupos atinjam a nota máxima - 10 pontos!
DESATANDO O NÓ

Objetivo: Cooperação, liderança, comunicação, afetividade, criatividade.


Procedimento: O facilitador posiciona o grupo em círculos de no mínimo 6 e no máximo 10 pessoas. Cada participante segura uma das mãos de duas pessoas. Aqui é importante observar que:

- Cada participante não esteja segurando a mão das pessoas ao seu lado - Nenhum participante esteja segurando as duas mãos de uma mesma pessoa.

Quando todas as mãos estiverem agarradas, estará formado o nó humano.

Agora vem o desafio: é preciso desatar o nó sem soltar as mãos. A idéia é todos ficarem num círculo, unidos pelas mãos (ainda que seja possível surgirem dois círculos interligados, como elos de uma corrente).


ACORDA

Objetivo: Administração de conflitos, liderança, comunicação, percepção, iniciativa, comprometimento, etc.


Procedimento: Esta dinâmica requer um espaço amplo e livre de obstáculos como carteiras e cadeiras, por isso, sugerimos o uso de espaço externo.

O grupo é disposto num grande círculo, com todos os participantes vendados. No centro do círculo, sem que os participantes tenham visto, o facilitador coloca uma corda, unida de uma extremidade a outra e lança o desafio: o grupo, sem retirar as vendas, deve montar um quadrado perfeito com a corda.

Para a boa realização da atividade, o comprimento ideal da corda corresponde a 1 metro por participante.
MUDANÇAS...MUDANÇAS...MUDANÇAS...

Objetivo: Zona de conforto, criatividade, permissão, preconceito, mudança.


Procedimento: O grupo se distribui em pares, que se posicionam frente a frente. Todos os participantes são orientados a observarem seus respectivos parceiros como se fossem ET's observando um terráqueo pela primeira vez, isto é, perceber todos os detalhes de como ele está vestido, anéis, relógio, etc..

Ao sinal do facilitador os participantes ficarão de costas para seus parceiros e terão 1 minuto para efetuarem, em si mesmos, 5 mudanças. Todos os participantes estarão promovendo essas mudanças simultaneamente. Vencido o tempo, o facilitador sinaliza e os parceiros voltam-se de frente um para o outro. A tarefa agora é descobrir as mudanças que o outro fez e, se não conseguir, o parceiro pode ajudar mostrando as mudanças não observadas.

Ao término desta etapa da dinâmica, que não deve ultrapassar uns 3 minutos, o facilitador comunica a todos que, ao seu sinal, todos deverão ficar de costas novamente e efetuar mais cinco mudanças, agora no prazo de 55 segundos.

Estas ações são repetidas, sempre com a redução do tempo, até que o facilitador perceba que a maioria das pessoas já ultrapassou seus limites e sua zona de conforto. É importante que as mudanças efetuadas em cada etapa não sejam desfeitas na etapa seguinte, para que as pessoas possam realmente ampliar sua zona de conforto. Isso fica evidente quando a criatividade flui com maior naturalidade e o facilitador pode observar mudanças que extrapolam as tradicionais viradinhas nas mangas de camisa e nas barras da calça. Geralmente, 4 vezes são suficientes.


OLHA A RIMA QUE DÁ

Objetivo: Agilidade mental, descontração, aquecimento.
Procedimento: Forma-se um círculo com todo grupo e define-se a seqüência, para a direita ou para a esquerda. O facilitador inicia dizendo uma palavra qualquer. O participante ao lado, na seqüência escolhida, deve dizer uma palavra que faça rima com a palavra dita pelo facilitador e logo em seguida deverá dizer uma outra palavra qualquer para que o participante seguinte faça uma rima, até que todos tenham participado.
É importante que o exercício seja bem dinâmico e, para isso, o facilitador deve estimular as pessoas a serem rápidas na rima. Este é o desafio.
ANÁLISE DO DESENHO

Objetivo: Comunicação visual, integração, interpretação, levantamento de expectativas e quebra-gelo.


Procedimento: Distribuir no centro do grupo um farto material para desenho e pintura: várias caixas de lápis de cor, lápis de cera, canetinhas etc. Explicar ao grupo a importância do lúdico e da imaginação em nossas vidas e em seguida solicitar a todos que, através de um desenho, transmitam suas expectativas em relação ao treinamento que irão receber. Podem ser sugeridos outros temas, a critério do facilitador. O importante é que seja o mesmo tema para todo o grupo.

Passados cerca de 5 minutos, o facilitador pede para que todos passem seu desenho, provavelmente inacabado, para o vizinho da esquerda. Cada pessoa interpreta o desenho que recebeu e procura completar a obra - tudo isso sem que haja comunicação verbal entre os participantes. Depois de mais uns 2 ou 3 minutos, o facilitador orienta o grupo a passar novamente o desenho para o vizinho da esquerda. Essa operação pode ser repetida umas 4 ou 5 vezes, de maneira que na última rodada, todos considerem o desenho em suas mãos como terminado.

Concluídos os trabalhos pede-se aos participantes para que expressem seus sentimentos quanto às atividades de criar, interpretar e completar um desenho. O facilitador pode também pedir que os desenhos, depois de terminados, continuem circulando até retornarem aos desenhistas originais e resgatar as sensações de cada um quanto ao que havia sido imaginado no início e o que efetivamente foi concluído pelo grupo.
LABIRINTO DE BARBANTE

Objetivo: Contato com a natureza, visão, sentimentos diante do desconhecido, confiança na equipe, liderança, comunicação, limites pessoais, determinação, poder de decisão, comprometimento com a equipe, iniciativa, fatores externos de interferência.


Procedimento: O local deve ser preparado previamente pelo facilitador, sem que os participantes vejam. Um barbante deve ser passado e amarrado de forma a ser criado um caminho - com entrada e saída - que será posteriormente percorrido pelo grupo. O ideal é que o ambiente seja um pequeno bosque, para que as árvores sejam utilizadas como pontos de amarração do barbante, mas na prática, qualquer ambiente amplo pode ser preparado. Percebemos que o resgate desta atividade fica muito mais enriquecido quando ela é realizada ao ar livre.

A fim de ser caracterizado como um labirinto, deve existir, ao longo do caminho, bifurcações que levem o grupo a saídas falsas. A cada bifurcação, o grupo será obrigado a decidir qual o caminho a percorrer e, em caso de erro, retornar à bifurcação e procurar a direção correta. A saída do labirinto estará sinalizada com um objeto, definido pelo facilitador. Sugerimos uma garrafinha de água. O grupo saberá que optou por um caminho errado quando o barbante terminou e, literalmente chegaram ao 'fim da linha' sem que a garrafinha esteja amarrada neste ponto.

Parece fácil, não? Mas tudo isso será feito de olhos vendados e a única ajuda ao grupo será de encaminhá-los até o inicio do labirinto.

Do inicio ao fim do percurso, é interessante que o facilitador crie obstáculos que estimulem a imaginação dos participantes e provoquem sentimentos que posteriormente serão resgatados. Sugerimos fogos de artifício, mangueiras d'água, galhos de árvores etc.

Sugerimos que o grupo seja dividido em equipes de 8 a 12 participantes. O facilitador pode optar entre criar um número de entradas correspondente ao número de equipes ou ainda, conduzir todas as equipes, uma após a outra, até a mesma entrada. A única exigência é que as equipes devem fazer todo o percurso e chegar ao final do labirinto unidas, sem a desistência de nenhum integrante e sem que sejam enviados 'batedores' pra conferir as saídas nas bifurcações.

É importante destacar que, embora possa surgir naturalmente uma competição entre as equipes, em momento nenhum é este o objetivo desta atividade.

Acreditamos que cada uma de nossas ações deve estar alinhada e em harmonia com o todo. Por isso, caso o facilitador tenha optado em realizar esta atividade ao ar livre, como um bosque por exemplo, lembramos que o respeito à natureza deve estar presente no preparo do local, na realização da atividade e ao final quando o barbante deve ser recolhido, juntamente com a garrafinha e demais materiais utilizados.
(DES)OBEDECENDO ORDENS

Objetivo: Comunicação, interpretação, improviso, criatividade no caos, harmonia da equipe.


Procedimento: Divide-se a equipe em sub-grupos, com o mínimo de 3 participantes cada. Em seguida o facilitador entrega algum objeto para cada sub-grupo e pede para que todos se posicionem ao redor do objeto, segurando-o, simultaneamente. O objetivo do exercício é que cada sub-grupo, com todos os seus componentes juntos e sem se comunicar, movimentem o objeto seguindo as ordens ditadas pelo facilitador.
1ª etapa: ordens simples, do tipo:

- erguer

- abaixar

- todos girando com o objeto para direita

- todos girando com o objeto para esquerda

- movimentar o objeto 3 vezes para cima

- movimentar o objeto 3 vezes para baixo

- movimentar o objeto para cima e para baixo, para cima e para baixo.

Pausa: o facilitador questiona os participantes se está fácil e se está indo tudo bem. Neste primeiro momento espera-se que eles digam que sim, pois não houve nenhuma ordem que tenha sido complicada. Os sub-grupos são informados de que na próxima etapa as ordens serão mais difíceis e o desafio do grupo é realizá-las o mais rápido possível. A comunicação entre os participantes continua sendo proibida!!!
2ª etapa: ordens mais complexas, do tipo:

- erguer

- abaixar

- para fora

- para dentro

- para a direita

- para a esquerda

- para o canto

- balançando
Ao final da dinâmica, o facilitador conduz o resgate sobre as dificuldades encontradas pelos grupos e como foram solucionadas.

CAI CAI BALÃO

Objetivo: Integração, espírito de equipe, comprometimento, determinação, etc.
Procedimento: Distribuir uma bexiga (cheia) para cada participante. Ao sinal do facilitador todos deverão manter os balões no ar com um simples toque, evitando que caiam no chão. Sutilmente, o facilitador vai retirando algumas pessoas. Como seus respectivos balões permanecem na brincadeira, o restante do grupo tem a responsabilidade de mantê-los no ar. A dinâmica encerra-se quando o grupo já não consegue mais manter todos os balões no ar.

Como alternativa, o facilitador pode optar por acrescentar novos balões, sem que seja necessário retirar nenhum participante. Para grupos menos, esta alternativa é mais aconselhável.


A TROMBA DO ELEFANTE

Objetivo: Integração, toque, descontração, trabalho em equipe, etc.


Procedimento: O grupo posiciona-se em fila indiana, com a mão esquerda sobre o ombro esquerdo do companheiro da frente e a mão direita agarrando o pé direito do companheiro da frente. Quando todos estiverem nessa posição, a pessoa que encabeça a fila deve tentar agarrar o último da fila, procurando fechar o círculo. É claro que o seu movimento vai movimentar todo o grupo. Difícil? É necessário que todos os participantes colaborem para que dê certo. Todos têm que saltar num só pé e no mesmo ritmo. A idéia é formar um círculo, todos agarrados ao ombro esquerdo e ao pé direito.
ORDEM NO BANCO

Objetivo: Aquecimento, integração, sinergia, liderança, iniciativa, rapidez nas mudanças, comprometimento, toque, etc.


Procedimento: A dinâmica pode ser realizada num banco real ou num banco imaginário, desenhado no chão com cordas, por exemplo. O cumprimento do banco deve estar de acordo com a quantidade de pessoas, de maneira a permitir que todos fiquem sobre o banco, em fila indiana, sem que haja muita sobra de espaço. A largura do banco deve ser de 20 cm.

Quando todos estiverem posicionados no banco, em pé e em fila indiana, o facilitador explica que o objetivo do grupo é refazer a fila, por ordem de idade, do menor para o maior. Contudo, o detalhe dificultador da tarefa é que tudo tem que ser feito sem que nenhum participante desça do banco (ou saia do espaço marcado pela corda).


Na prática, isso significa que o grupo deve descobrir uma forma de trocar as posições, apoiando-se uns nos outros e sem cair.

Cumprida a prova o facilitador pede que o grupo refaça a fila, agora seguindo a ordem de peso, do menor para o maior. Havendo tempo e interesse do grupo, o facilitador ainda pode propor a fila por ordem de altura.


A PONTE DE TRONCOS

Objetivo: Toque, paradigmas, fortalecimento dos laços afetivos.


Procedimento: Esta atividade pode ser feita ao ar livre, na grama ou na areia. Todos os participantes deitam-se de bruços, o mais próximos possível e em fila, ombro a ombro. Uma pessoa deita-se transversalmente sobre a cintura de seus companheiros deitados. Ao sinal do facilitador, todos começam a girar na mesma direção. Enquanto dão voltas, a pessoa que está em cima permanece imóvel e é transportada ao longo da fila até uma linha de chegada previamente marcada. O facilitador pode optar em definir o número de participantes que devem ser transportados ou ainda desafiar o grupo a estabelecer um revezamento, de maneira a permitir que todos possam experimentar esse passeio sobre os companheiros.

A DANÇA DA GARRAFA

Objetivo: Organização, controle, coordenação, trabalho comunitário, espírito de equipe, comprometimento.
Procedimento: Forma-se um círculo com o cordão (cerca de 2 m de diâmetro permite a participação de até 15 pessoas). Nesse círculo, são amarrados 2 pedaços de cordão que o cruzam, formando um 'X'. No centro desse 'X', deve ser amarrado outro pedaço de cordão, com cerca de 50 cm, ao qual se prende um lápis ou caneta. Ao redor do círculo, são amarrados cordões (um para cada participante), distribuídos uniformemente pelo círculo. O grupo se posiciona em torno do círculo e cada participante segura um dos cordões. Coloca-se uma garrafa no chão e o facilitador explica que o objetivo é enfiar o lápis (ou caneta) dentro da garrafa. Necessita-se a coordenação de todo o grupo para obter sucesso. A atividade pode ser dificultada se os participantes forem proibidos de usarem as mãos, mantendo o cordão entre os dentes.
PISTA COM OBSTÁCULOS

Objetivo: Confiança, determinação, capacidade diante de obstáculos, interpretação, saber ouvir, saber transmitir etc.

Procedimento: A "pista" deve ser preparada previamente com uma série de obstáculos. Pode ser uma parte do salão, com 2 m de largura por 4 m de comprimento. Como obstáculos, podem ser usadas algumas bolas de plástico, garrafas, cones, etc.

O facilitador pede alguns voluntários (2 ou 3) para atravessar a pista de olhos vendados, seguindo as orientações do grupo. O facilitador deixa claro para todo o grupo que o objetivo é conseguir que todos atravessem a pista sem tocar em nenhum obstáculo. Os "guias" devem facilitar a travessia apenas com instruções, sem entrar na pista e sem tocar os participantes que estão atravessando. Se o objetivo não for alcançado na primeira vez, o jogo pode ser repetido. Se a tarefa for cumprida muito facilmente, pode ser feita nova rodada, com outros voluntários, acrescentando novos obstáculos.


CONCURSO DE FOTOS

Objetivo: Quebra-gelo, percepção, confiança, etc.


Procedimento: O facilitador sugere uma atividade que será realizada por duplas. Quando os pares já estiverem formados, o facilitador explica que se trata de um passeio para tirar algumas fotos. Em cada dupla, um participante será a máquina fotográfica e o outro o fotógrafo. As "máquinas fotográficas" estarão carregadas com filmes de 3 poses e farão o passeio de olhos vendados (para evitar que o filme seja velado). Os fotógrafos têm a tarefa de guiar as máquinas fotográficas de maneira segura e, ao mesmo tempo, observar o ambiente pelo qual estão passeando.

Assim que identificar uma imagem digna de ser fotografada, o fotógrafo posiciona a máquina fotográfica, retira as vendas e dá um pequeno toque no lóbulo da orelha do companheiro - este é o sinal para que ele abra os olhos e procure 'fotografar' a cena e fechar os olhos novamente, logo em seguida. O fotógrafo recoloca a venda e continua o passeio até que tenha feito suas 3 fotos. A dupla retorna ao ponto de partida, onde invertem os papéis.


A PONTE DO RIO QUE CAI

Objetivo: Imaginação, integração, planejamento, criatividade, trabalho em equipe etc.


Procedimento: O objetivo do grupo é atravessar um rio imaginário, sem se molhar. Para isso, o facilitador deve definir as margens do rio com cordas, fita crepe ou mesmo com um giz. Para a travessia, são entregues cartolinas de vários tamanhos, que serão utilizadas como 'pedras'. Devem ser utilizadas cartolinas suficientes para que o grupo fique bem junto sobre as mesmas. A largura do rio também depende do número de participantes - a distância de uma margem à outra deve ser maior do que a distância coberta pelas 'pedras' enfileiradas.

Todos os participantes se posicionam numa das margens do rio. Ao sinal do facilitador os participantes começam a construção da ponte, posicionando as 'pedras' e iniciando a travessia. O grupo precisa chegar à outra margem com todas as 'pedras', para que possam retornar. O exercício pode se tornar mais dinâmico se o facilitador estabelecer um tempo para a realização da tarefa.

Atenção: para que o objetivo tenha sido realmente cumprido, nenhum dos participantes pode ter se molhado durante a travessia.
CONSTRUINDO UMA CIDADE

Objetivo: Liderança, iniciativa, criatividade, comprometimento, trabalho em equipe, resistências às mudanças etc.


Procedimento: Esta dinâmica requer uma quantidade razoável de sucata (toquinhos de madeira, pedaços de cartolinas, copos descartáveis, tampinhas, latas, palitos, tinta, caixas de sapato, embalagens de ovos, tesoura, réguas, colas, massa de modelar, papel crepom, etc.). O facilitador divide o grupo em equipes de trabalho (máximo de 10 pessoas) e coloca todo o material disponível no centro da sala.

Cada equipe deverá construir, com o material disponível, uma cidade ideal: a cidade na qual gostariam de morar. Para isso, precisam definir se haverá área verde, quais os serviços oferecidos pela cidade à população local, que tipo de lazer, trabalho e tudo o mais que cada equipe definir como prioridade. Após essa definição, os grupos podem fazer uso dos materiais disponíveis.

Após a construção das cidades, cada equipe deve refletir sobre como foi a realização da atividade - como se sentiram criando, construindo a cidade dos sonhos.

Esta mesma dinâmica pode ser incrementada por uma 2ª etapa, na qual as equipes trocam de cidade e, num tempo de 10 minutos, efetuam todas as mudanças que considerem necessárias (incluir, excluir, trocar, mudar, etc.) sempre com a visão de que, a partir de agora, essa será a sua cidade.

Passado o tempo, os participantes retornam às suas cidades de origem e avaliam tudo o que foi mudado em relação ao projeto inicial, incluindo nessa análise, os possíveis motivos das alterações e os sentimentos da equipe com relação a essas mudanças.


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