Diagnóstico de estilo de vida e produtividade: uma investigaçÃo em trabalhadores da industrias do oeste do estado do paraná


Figura 1: Modelo Global para Ambientes de Trabalho Saudáveis da OMS: vias de influência, processos e princípios essenciais, 2010. Fonte



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Figura 1: Modelo Global para Ambientes de Trabalho Saudáveis da OMS: vias de influência, processos e princípios essenciais, 2010.

Fonte: Disponível em < http://www.who.int/occupational_health/ambientes_de_trabalho.pdf > acessado em 19 de outubro de 2016.
Um ambiente de trabalho saudável é aquele em que os trabalhadores e gestores colaborem para o uso de um processo de melhoria contínua de proteção e promoção da segurança, saúde e bem estar de todos os trabalhadores e para a sustentabilidade do ambiente de trabalho.

De acordo com estudos realizados pelo SESI (2012), falta de investimentos e de ações sistemáticas e contínuas em promoção da qualidade de vida tem sido responsável pelos onerosos e crescentes custos de absenteísmo e rotatividade, além de comprometer a produtividade no ambiente de trabalho.

De acordo com MATTKE et. al (2013), a implantação de programas de promoção de saúde no ambiente de trabalho podem atingir resultados efetivos para a organização, pois há a possibilidade de abordar fatores de risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), realizar prevenção de doenças e agravos, controlar os custos com assistência médica e melhorar a produtividade dos trabalhadores contribuindo para a gestão e redução dos indicadores de absenteísmo, FAP e NTEP.

Para Silva e De Marchi, 1997, a adoção de programas de qualidade de vida e promoção da saúde proporcionaria ao indivíduo maior resistência ao estresse, maior estabilidade emocional, maior motivação, maior eficiência no trabalho, melhor autoimagem e melhor relacionamento. Por outro lado, as empresas seriam beneficiadas com uma força de trabalho mais saudável, menor absenteísmo/rotatividade, menor número de acidentes, menor custo de saúde assistencial, maior produtividade, melhor imagem e, por último, um melhor ambiente de trabalho. Porém, percebe-se que muitas empresas, ao implementarem a qualidade de vida no trabalho, o fazem para reduzir os afastamentos e/os atestados, e dessa forma aumentarem a produtividade.

Não dá para falar de qualidade total sem levar em conta a qualidade de vida das pessoas. A qualidade de vida no trabalho não deve ser encarada como uma forma de apregoar favores ao trabalhador, mas uma forma de interagir o trabalhador e a empresa para o crescimento e desenvolvimento de ambos. Percebe-se que muito precisa ser feito e entendido para que a QVT tenha sucesso e não seja apenas um modismo.

A área de saúde e segurança do SESI Paraná auxilia na definição, implantação e monitoramento de programas de Qualidade de Vida na empresa, que contemple a melhoria das relações internas e o bem-estar dos funcionários nos níveis individual (atividades físicas, gerenciamento do estresse, alimentação e comportamentos preventivos) e organizacional (relevância social do trabalho, benefícios, realização pessoal, meio ambiente e relacionamento corporativo), potencializando e integrando as melhores soluções (www.sesipr.org.br). Auxiliando as indústrias através dos indicadores de absenteísmo.





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