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Sistema Límbico

Cérebro Emocional



Só os mamíferos têm essa capacidade

Arte, filosofia, moral

Processamento de informações a nível superior. Crença, Personalidade,



Missão.

Neocortéx/cérebro

racional



Só a espécie humana tem essa capacidade

Capacidade inata de reação- Processamento primário de informações

Sistema nervoso

Cérebro intuitivo



Todas as espécies têm essa capacidade


Eis algumas “crenças-programas” que você pode ter instalado inconscientemente. Se isso aconteceu, talvez seja a hora de desafiá-las.


A idade e a doença andam juntas. Não há como escapar disso.

É fácil engordar. Difícil é emagrecer.

Não é possível fazer certo sem errar primeiro.

É preciso mostrar autoridade para obter respeito.

Só com muito dinheiro é possível ser feliz.

É impossível viver só fazendo coisas que a gente gosta.

Obesidade é hereditária. Todo mundo é gordo na minha família.

Deixar de responder as ofensas é sinal de fraqueza.

É triste ver um homem chorar em público.

Infidelidade é um atributo de masculinidade.

Quem para de fumar sempre engorda.

É de pequeno que se torce o pepino.

Se eu pedir alguma coisa para alguém pensarão que eu sou carente.

Hoje em dia já não se pode confiar em mais ninguém.

Eu sempre escolho o parceiro (a) errado.

Já estou muito velho para começar uma vida nova.

Se eu não fizer o que os outros querem não serei aceito por eles.

Meus pais sempre gostaram mais do meu irmão (ã) do que de mim.

Não existe verdadeira amizade; só convergência de interesses.

Fico inibido na presença de pessoas mais cultas do que eu.

Muita gente olhando para mim me intimida.

Não sou capaz de falar em público. Vão me achar ridículo (a).

Á noite todos os gatos são pardos.

É impossível mudar de hábito depois de certa idade.

Se não aceitam minhas idéias é porque não gostam de mim.
Muitas crenças são instaladas através de ditados e expressões populares. Tome cuidado quando ouvir um deles. Não deixe que eles entrem em seu sistema neurológico como verdades incontestes. Pergunte-se sempre que bem lhe fará se você acreditar nisso ou não. Mais uma vez repetimos o conselho. Você não precisa acreditar em nada do que lhe dizem: teste, veja se funciona, se serve aos seus propósitos.

Exercício
Se você identificou que determinada crença está prejudicando o seu desenvolvimento profissional, ou a sua vida social, amorosa, familiar, etc. você pode mudá-la. Por exemplo: acreditar que devemos ser muito cuidadosos na escolha de um parceiro, seja para a vida comum ou para os negócios, é uma boa crença, mas acreditar que nenhum homem ou mulher merece confiança para assumir esse papel, não. Essa é uma crença limitadora.

O exercício seguinte pode ajudá-lo a mudar uma crença.




  1. Marque no chão sete espaços distribuídos na seguinte geografia




Quero acreditar nisso




Começo a acreditar nisso



Tenho certeza

Acredito

nisso


Posso duvidar

disso


neutro

Acreditava

antes




  1. Entre no espaço “acredito nisso”. Pense na crença que você tem e gostaria de mudar. Pegue um objeto pessoal qualquer ( um pente, lenço, relógio), e imagine que esse objeto é a crença que você quer mudar.Deixe-o lá. Vá para o ponto neutro e observe “a crença” que ficou lá. Olhe-a por alguns segundos sem fazer dela nenhum juízo de valor.




  1. Vá até o espaço “ acredito nisso”, pegue a “crença” e leve-a para o espaço “ posso duvidar disso”. Volte ao ponto neutro.




  1. Saia do ponto neutro e vá para o espaço “quero acreditar nisso”. Pense na nova crença que você quer ter a respeito desse assunto. Lembre-se: você quer acreditar nisso! Marque essa nova “crença” com um objeto pessoal qualquer. Deixe-o nesse espaço.




  1. Vá para o ponto neutro e observe, no espaço “ quero acreditar nisso” a sua nova “crença”. Observe-a por alguns segundos sem fazer nenhum juízo de valor. Desse ponto neutro olhe para a sua antiga crença e pergunte a si mesmo se existe algum elemento nela que você acha que precisa preservar. Exemplo: se você é o tipo da pessoa que não confia em ninguém e está trabalhando esse problema, talvez você queira preservar o “ cuidado” na seleção do parceiro.



  1. Se você identificar alguma coisa na antiga crença que seja do seu interesse preservar, vá até o espaço “ acredito nisso” e imagine-se pegando esse elemento que você quer conservar. Leve-o para junto da sua nova crença, que está no espaço “ quero acreditar nisso”.




  1. Volte ao espaço neutro e faça uma verificação ecológica da “nova crença”. Veja no que “acreditar nisso” vai influenciar a sua vida atual. Vai mexer com quê e com quem? Não faça juízos de valor, apenas analise.




  1. Se você chegar à conclusão que adotar a nova crença vale o sacrifício que vai fazer, então caminhe até o espaço “ posso duvidar disso”, pegue a sua antiga crença e leve-a para o espaço “ acreditava antes” e deixe-a lá. Se você usou um objeto que pode ser descartado para “materializar” a crença, jogue-o fora depois que terminar o exercício.




  1. Pegue a sua nova crença no espaço “ quero acreditar nisso” e vá para o espaço “ acredito nisso”. Fique alguns segundos nesse espaço. Imagine-se incorporando essa nova crença.




  1. Passe agora para o espaço “ tenho certeza disso” levando a sua nova crença. Pense numa experiência futura em que você irá utilizá-la. Verifique como está se sentindo a respeito.





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