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CAPÍTULO 4 REDESENHANDO O MAPA



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CAPÍTULO 4
REDESENHANDO O MAPA
Se você é capaz de criar imagens nítidas dentro de sua mente – sobretudo se consegue projetá-las externamente – poderá se transformar num engenheiro civil ou num psicótico. Há mais recompensas financeiras para o engenheiro do que para o psicótico, mas este é bem mais divertido. Tudo que as pessoas fazem tem uma estrutura, e se você descobrir que estrutura é essa, poderá saber como mudá-la.”

Richard Bandler


Como você se orienta?
Se o seu projeto de vida não está dando certo, você não precisa abandoná-lo. Precisa mudar a forma de organizá-lo, ou seja, alterar o processo segundo o qual você o estrutura em sua mente e a seqüência de ações que empreende para realizá-lo.

Isso quer dizer: não há nada de errado com você a não ser a estratégia segundo a qual se “programa”. Mude a estratégia, reorganize as informações, tente novos procedimentos. Dê a si mesmo variadas opções de resposta. Você verá que dentro do seu próprio mapa uma delas lhe dará o resultado esperado.

Ninguém precisa ficar à mercê de estados internos negativos, que são os verdadeiros “espíritos maus” que atravancam nosso caminho. Quando são eles que estão no comando nada dá certo em nossas vidas. Tudo que fazemos sai errado. Não precisamos pensar que na vida existem coisas desagradáveis, impossíveis, enfadonhas, inúteis. Existem coisas difíceis de fazer, que exigem mais organização, melhores estratégias de execução, mais empenho e motivação, maior quantidade de recursos. Mas tudo isso você já tem. Pense bem: tudo que a vida exige de nós são obrigações que temos que cumprir pela graça de estarmos vivos. Não cumpri-las, ou fazê-lo com negligência, implica em dor. Cumpri-las com eficiência implica em prazer. E tudo que fazemos na vida tem por objetivo obter satisfação ou evitar a dor.

A vida sempre nos julga rigorosamente de acordo com os nossos méritos. Se eu estivesse falando a partir de uma perspectiva religiosa, diria que, ao reorganizarmos a nossa forma de representar o mundo em nossas mentes, estamos exorcizando os “espíritos maus”, que nos trazem infelicidade e invocando “espíritos bons” para nos ajudar a ser felizes.

Os “maus espíritos” são estados internos de pobreza neurológica que nos impedem de obter bons resultados nas respostas que damos na vida. São as cores, os sons, os aromas, tatos e paladares inadequados – as submodalidades inadequadas – que nós a nossa mente elicia para dar vida, sentido e valor à informação. São os estados internos negativos que “informam” os nossos pensamentos e sentimentos. São “programas” fáceis de serem instalados e se multiplicam com extrema fertilidade. São como aqueles “espíritos imundos” de que falava Jesus: quando se instalam no indivíduo, trazem com ele outros setenta ainda piores do que ele.

Você nunca ouviu falar que o que é ruim se espalha fácil e que é bom fica escondido? Pois é isso: um estado interno carregado de ódio, por exemplo, traz consig

Isso quer dizer que um estado interno carregado de ódio, por exemplo, traz consigo também depressão, estresse, angústia, irritação, mau humor, desconforto, ansiedade, etc. e reflete no organismo gerando úlceras, alergias de pele, alterações na pressão arterial, enxaquecas, insônia e mais uma série inumerável de irmãos indesejáveis.

Exorcize os seus “espíritos maus”. Da mesma forma que nós podemos organizar o ambiente em nossa casa, de maneira a nos proporcionar conforto e satisfação, também é possível organizar as informações que entram em nossa mente e transformá-las nos “programas” que precisamos para gerar comportamentos eficientes. Quer saber como fazer isso? Para começar....





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