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Resumo da terceira parte


  1. Nosso cérebro é um poderoso biocomputador programado pela linguagem.




  1. O Modelo lingüístico é a herança mais importante da nossa espécie.




  1. A linguagem que usamos e as posturas físicas que adotamos refletem os processos neurológicos que orientam os nossos pensamentos e sentimentos.




  1. Devemos aperfeiçoar constantemente os nossos modelos lingüísticos para permitir que a mente trabalhe sempre com informações de alta qualidade.




  1. Trabalhando a linguagem de superfície, é possível influir na linguagem de fundo, onde os nossos “programas” neurológicos são formatados.




  1. O corpo inteiro comunica. É importante aprender a “ler” as suas mensagens.




  1. Há uma “mente” dentro da mente que cuida de nós.




  1. Transes são estados mentais onde a atenção da consciência é focada em segmentos menores de informação.




  1. Nossos “programas”neurolingüísticos” são mais facilmente instalados em estados de transe.




  1. Rapport, espelhamento e acompanhamento são eficientes ferramentas de comunicação.




  1. As pessoas compõem diversos tipos de perceptivos. Saber identificá-los é fundamental para uma boa comunicação com elas.




  1. A motivação também é um “programa” que se estrutura segundo um determinado processo neurológico.

CONCLUSÃO


Caro leitor:
Se você conseguiu chegar ao final deste livro, deixe-me dizer-lhe uma coisa: você está dentro dos cinco por cento das pessoas do mundo que conseguem ler um livro inteiro. Isso é um privilégio e também um excelente indicativo. A maioria das pessoas falha por que não tem coragem, nem perseverança, nem garra, nem denodo e vontade de ir até o fim em seus projetos.

Viver é como ler um livro. Há os momentos gostosos, em que tudo se encaixa, tudo parece que está sendo dito para nós. De repente, perde-se o fio da meada e a impressão é que nada daquilo tem a ver conosco. Mas como disse Jesus, “aquele que perseverar até o fim será salvo”.

Você perseverou e eu lhe agradeço. Tenho certeza de que você saiu daqui com algo mais em sua vida. Para você dedico estes últimos pensamentos:

A pessoa que sabe que nada sabe, já cumpriu meio caminho na tarefa de superar a ignorância;

A pessoa que aprende a aprender, não pensa no tempo que passa como se fosse um fardo pesado a carregar, mas como um processo pedagógico que se desenvolve através das experiências vividas;

A pessoa que compreende que a instabilidade das estruturas sociais é condição indispensável para a evolução da própria sociedade, nunca sofre com as constantes mudanças que nela ocorrem, pois sabe que é parte em tudo isso e a elas se adapta sem dor;

A pessoa que aceita a morte como conseqüência por ter vivido está preparada para recebê-la sem nenhum sentimento de perda;

A pessoa que puder dizer, com sinceridade, que sairá da vida sem arrependimento e sem amargura pelo fato de ter que ir embora de um mundo de prazeres e alegrias, pode ter certeza de que cumpriu com fidelidade a sua missão. Sua vida terá sido uma aventura bela, útil e digna de ser vivida.

Se você já é uma dessas criaturas, Deus a abençoe, da mesma forma que o fez a mim. Se ainda não teve a alegria de experimentar esse sentimento, eu espero e desejo ardentemente que venha compartilhar dessa experiência o mais cedo possível.

Obrigado


Em Mogi das Cruzes, aos vinte dias do mês de abril de 2005

Glossário

A

Acompanhamento – Técnica de terapia usada por psiquiatras e psicólogos para o tratamento de problemas de relacionamento humano. Consiste em fazer os conflitantes utilizarem, simultaneamente, as mesmas palavras e posturas, para fazer com que um “sinta” o estado interno do outro. Em PNL, essa técnica é utilizada para facilitar da harmonia em um circuito da comunicação.



Alfabetização emocional – Termo utilizado por Daniel Golemam ( Inteligência Emocional- 1995 ) para designar a capacidade que as pessoas têm para lidar com as suas emoções.

Ajuste de polaridades – Exercício desenvolvido pela PNL que tem como objetivo “ ajustar” dois “programas” conflitantes.

Ajuste de submodalidades – Exercício desenvolvido pela PNL que consiste na mudança consciente dos códigos neurolingüísticos (atributos visuais, auditivos e sinestésicos) com os quais a mente codifica uma experiência.

Ambiente – Tudo que se refere ao local, ao tempo e às condições em que vivemos.

Amígdala cortical – Substância cinzenta na porção anterior do lobo temporal, onde se acredita são processadas as informações que estão na raiz das nossas emoções.

Âncoras – Em PNL se refere aos estímulos neuro-associativos que levam a nossa mente a acessar memórias e emoções a ela associadas.

Ancoragem – em PNL trata-se de uma técnica que permite a um indivíduo, gerar, conscientemente, recursos neurológicos que possa motivá-lo em suas respostas.

Auriga – Nos tempos da Roma antiga, o condutor de bigas, nas corridas realizadas nos circos.

B
Budismo zen – Ramo do Budismo desenvolvido especialmente no Japão, que valoriza o conhecimento intuitivo em oposição à meditação racional. A filosofia do Budismo zen se assenta no amor à natureza e à vida, na prática natural dos trabalhos manuais, no acompanhamento dos processos da natureza, sem tentar orientá-los ou interferir neles.

Boot strap – Significa, textualmente, “presilha de bota. Termo cunhado pelo físico norte- americano George Chew. Refere-se à teoria por ele desenvolvida, segundo a qual o universo “fabrica” a sua própria energia e constrói-se a si mesmo através das interações entre seus elementos.


C
Caminhos neurológicos – Refere-se à constância com que a nossa mente gera determinado comportamento. Diz que, quanto mais repetitivo é o comportamento, mais ele aprofunda a trilha, ou caminho neurológico.

Cancelamento – Função existente na mente que evita que ela incorpore no “programa” determinada informação, por julgá-la irrelevante ou contrária aos modelos de mundo que o individuo tem. É um filtro selecionador que “ censura” a informação.

Capacidade – Em PNL, mede a competência que a pessoa tem para obter resultados favoráveis em suas respostas à vida.

Central do Brasil – Antiga estrada de ferro que ligava São Paulo ao Rio de Janeiro. Aqui se refere aos trens subúrbios que circulavam entre São Paulo e Mogi das Cruzes.

Cegueira afetiva: Termo usado em psicologia para designar a pessoa incapaz de sentimentos de afeição.

Códigos neurolingüísticos – Os estímulos sensoriais que a nossa mente usa para representar internamente a informação e atribuir-lhe um significado. São atributos de imagem (cor, brilho, luminosidade, foco, movimento), de som ( tonalidade, timbre, intermitência, freqüência) e sinestesia ( aromas, paladares, sensibilidades táteis).

Competência consciente – Em PNL designa a fase de aprendizagem de um comportamento, na qual a pessoa, mentalmente, já sabe como executá-lo, mas na prática, ainda precisa treinar para executá-lo com perfeição. ( fase teórica)

Competência inconsciente – Em PNL designa a fase do aprendizado de um comportamento na qual o indivíduo já sabe executá-lo automaticamente, sem envolver trabalho consciente. ( fase prática)

Crenças – Em PNL, filtro depurador das informações que recebemos do mundo e elemento motivador das nossas respostas. Não diz respeito à religião nem à orientação moral e ética, embora integre todos esses elementos.
D
Dianética – Técnica de pesquisa e modificação das experiências subjetivas humanas, desenvolvida pelo Dr. L. Ron Hubbard.
E
Ecologia – Refere-se a todos os elementos relacionados a um comportamento. Tempo, espaço, pessoas, objetos, regras, ambiente, tudo que possa sofrer uma modificação em virtude do comportamento. Em PNL refere-se também ao equilíbrio que devemos manter entre todas as nossas “ partes”.

Efeito borboleta – Metáfora utilizada em física para designar a inter-relação existente entre todos

os fenômenos universais.

Eliciamento de estados – Técnica desenvolvida pela PNL para gerar, em nosso sistema neurológico, um determinado estado emocional, propício à execução de um comportamento.

Emergência descontínua – Termo utilizado pelo filósofo Teilhard de Chardin para designar os fenômenos que provocam mudanças qualitativas nos organismos das espécies vivas. Exemplos de emergências descontínuas foram o surgimento da espécie humana entre as espécies animais e nela a capacidade de reflexão.

Enteléquia – Termo utilizado pelo filósofo grego Aristóteles (384 – 322) para designar a propriedade que todos os seres da natureza têm para procurar a sua própria conformação. Em PNL podemos tomá-la como a informação primordial presente na célula máter de cada espécie, que orienta a sua função na natureza e o seu desenvolvimento.

Entrada – Em PNL, se refere à recepção da informação através dos cinco sentidos.

Escotoma – Termo usado em psicologia para designar uma falha de percepção que desvia totalmente a nossa mente de um objeto, evitando que o vejamos embora ele esteja diante dos nossos olhos.

Espelhamento – Em PNL, é a técnica que permite o estabelecimento de uma comunicação mais harmoniosa com as pessoas, pela duplicação das posturas da pessoa com quem estamos nos comunicando.

Espírito – Aqui se refere a um nível neurológico de tratamento da informação, que permite um refinamento do caráter humano. Não se trata de uma “entidade” independente do psiquismo humano. É um nível superior em que a mente elabora conceitos e ordena respostas que não se destinam somente a atender as nossas necessidades materiais, mas sim a motivações superiores, que transcendem as nossas necessidades materiais.

Espiritualidade – Qualidade da pessoa que é capaz de processar as informações a nível de espírito.

Experiência externa – São os nossos comportamentos, as nossas ações, realizadas como respostas aos estímulos que recebemos do ambiente.

Experiências internas – Os nossos pensamentos e sentimentos, representados pela mente, através de códigos neurolingüísticos.

Experiência significativa – As experiências que a nossa mente codifica com maior grau de emotividade. Geralmente são aquelas em que estão presentes pessoas muito significativas para nós.


G
Generalização – Em PNL, função da mente que permite o agrupamento das informações em gênero, número e grau, por semelhança e aproximação.

Gestalt – Forma, figura, configuração, doutrina que, em psicologia, considera os fenômenos perceptivos em seu conjunto e não como elementos que podem ser separados. Nele, o modo de ser de cada elemento depende da estrutura do conjunto e das leis que regem sua formação, não podendo nenhum elemento do conjunto ter formação independente dos demais.

Gnóstico, gnosticismo, Gnose – Doutrina que combina pesquisa filosófica com misticismo. O objetivo da Gnose é atingir a iluminação, ou conhecimento esotérico perfeito das coisas divinas e sua influência na vida das pessoas. Seu início situa-se no início do primeiro século e teve seu apogeu entre os séculos II, III e IV da Era Cristã.
H
Habilidade – Em PNL, a destreza que colocamos na execução de um comportamento.

Hábito – A repetição inconsciente de um comportamento.

Hermetismo – Doutrina filosófica mística que estuda os segredos ocultos da natureza. Seu fundador é um personagem mítico chamado Hermes Trismegistos, que segundo os gregos teria sido o deus Hermes. Daí o nome, hermetismo. O exemplo mais conhecido de doutrina hermética é a alquimia.

Hipnose – Em PNL significa manter a mente concentrada em um estado de tranqüilidade e semi sonolência, facilitando a recepção da mensagem através do inconsciente.

Hipocampo – Área situada na face interior do lobo temporal. Acredita-se que seja nessa região do cérebro que é feito o processamento “inteligente” das informações, sou seja, a análise e o julgamento do seu conteúdo.
I
Incompetência consciente – Em PNL designa o momento de aprendizagem em que sabemos da existência de um objeto, mas não sabemos exatamente o que ele é, por falta de linguagem neurolingüística suficiente para representá-lo em nossa mente.

Incompetência inconsciente – Em PNL, o momento da aprendizagem em que não temos qualquer informação sobre o objeto, e por isso ele não existe para nós.

Irmã Dulce – Freira baiana que conquistou grande notoriedade cuidando de pobres e doentes.
J
Jim Jones – Líder religioso americano, que nos anos 80, induziu centenas de pessoas a praticarem suicídio em obediência a uma crença.

Jung, Carl Gustav – (1865-1961) Psicólogo e psiquiatra suíço. Discípulo de Freud, inovou a psicanálise com a tese do inconsciente coletivo, idéia segundo a qual a mente das pessoas é influenciada pelas experiências vividas por toda a humanidade através dos tempos. Essas experiências se refletem em arquétipos, símbolos e imagens universais, que impressionam a mente das pessoas.


K
Kundalini – Serpente cósmica dos gnósticos e hindus. É uma representação pictórica da energia universal que alimenta a si mesma.

Koan – Espécie de metáfora utilizada no ensinamento do Budismo zen. São construções lingüísticas amorfas que procuram levar a mente dos estudantes a fazer associações livres, inconscientes, para obter iluminações a respeito de um determinado assunto.

Kaisen – Palavra japonesa que significa desenvolvimento contínuo e integrado.
L
Lei dos revesamentos – Teoria que, em antropologia, procura explicar a tendência observável na natureza, de supressão de uma espécie incapaz de se adaptar ás mudanças ambientais, e sua substituição por outra mais competente.

Linha de tempo – Em PNL, são os registros, mesmo inconscientes, de experiências significativas, que resultaram em crenças, valores e paradigmas.

Linguagem de fundo – Em PNL, se refere á totalidade da informação registrada em nossa mente, com todos os seus caracteres e atributos.

Linguagem de superfície – Em PNL, a quantidade de informação ( linguagem de fundo) que conseguimos representar em nossas mentes e comunicar ao mundo.

Linguagem neurológica – A linguagem com a qual a mente transforma os estímulos que recebe do mundo em informações ( elementos visuais, auditivos e sinestésicos)
M
Mapa – Em PNL, o conjunto de resumos das nossas experiências de aprendizagem. Conhecimento, ou sabedoria que adquirimos em relação ao mundo em que vivemos.

Metafísica – Parte da filosofia que se dedica a especulações sobre a origem do ser e primeiras causas do universo.

Metáforas – Recurso de linguagem que permite a transferência de significado de uma palavra, ou conjunto de palavras, para um âmbito semântico diferente daquele em que é usado. Busca estabelecer um sentido próprio e um sentido figurado, permitindo à mente estabelecer ilações a nível inconsciente.

Metalinguagem – A linguagem da linguagem. Parte da Lingüística que trata de explicar o que foi dito em forma de linguagem.

Metaposição – Posição de observador, de pessoa que observa a si mesmo sem “sentir-se” o sujeito da ação.

Metaprograma – Tendências neurológicas que as pessoas têm para organizar as informações de certo modo.

Missão – Em PNL, é a descoberta da razão, o porquê dos nossos atos.

Modelagem – Em PNL, a técnica que permite estudar e reproduzir o modelo neurológico que uma pessoa usa para “formatar” os seus “programas” de ação.

Modelo – A pessoa a quem estamos procurando modelar.

Modelos de excelência comportamental – A pessoa, ou pessoas que conseguiram desenvolver a máximo suas habilidades.

Motivação – A razão dos nossos atos, o que nos leva a praticar nossos comportamentos com entusiasmo.

Movimentos oculares – Os movimentos que fazemos com os globos oculares em direção aos locais do cérebro onde estão as informações que queremos acessar.


N
Néocortéx – Área do cérebro onde se acredita sejam processadas as emoções.

Níveis neurológicos – Níveis de atividade psíquica, nos quais a mente processa as informações.

Noosfera – Termo utilizado por Teilhard de Chardin para designar o conjunto de reflexões feitas pela humanidade e permanece como uma “auréola” envolvendo a terra, semelhante a uma camada da atmosfera. Pode-se chamá-la de “espírito da terra.”
O
Omissão – Função da mente que tem por objetivo “ cortar” determinadas partes da informação na hora de formatar os “programas”. A omissão ocorre na passagem da linguagem de fundo para a linguagem de superfície.

Ouroboros – Termo usado pelos gnósticos para representar a serpente Kundalini, a energia cósmica, que alimenta a si mesma.


P
Padrões – Tendências que a nossa mente tem de organizar as informações sempre de uma determinada forma.

Padrão Swich” – Exercício desenvolvido pela PNL para modificar, cancelar ou instalar novos “programas”.

Paradigmas – “Modelos” de decisão formatados pela mente para facilitar a organização da informação e a emissão de respostas.

Partes – Em PNL, os diversos ”programas” instalados em nosso sistema neurológico, que respondem pela geração dos nossos comportamentos.

Pavlow, Ivan Petrovitch (1849-1936) – Famoso psicólogo russo que desenvolveu a teoria dos reflexos condicionados.

Personalidade – Conjunto de caracteres morais que determinam a individualidade de uma pessoa.

Persuasão – Arte de persuadir, de convencer as pessoas.

Practitioner – O praticante de Programação Neurolingüistica. Aquele que estudou e adquiriu conhecimento teórico e prático das técnicas de PNL.

Prestidigitação lingüística – Truques lingüísticos para iludir a mente das pessoas e instalar nelas determinadas crenças e valores.

Pesquisa Transderivacional – Pesquisa dos conteúdos da mente inconsciente para obter informações que não aparecem na linguagem de superfície.

PNL – Iniciais de Programação Neurolingüística., a técnica desenvolvida pelos professores Richard Bandler e John Grinder.

Processamento neurológico – O trabalho realizado pela mente ao receber, organizar e gerar informações em resposta.

Programa – Em PNL, as experiências subjetivas que “informam” nossos sentimentos e atitudes.

Ponte ao futuro – Imaginar como será o resultado de um “programa” instalado ou modificado, em uma situação futura.


R
Rapport – Palavra francesa que significa harmonia. Em PNL é utilizada para definir a condição ideal para se estabelecer e manter uma boa comunicação.

Reestruturação – Em PNL, significa modificar um “programa” eliminando as causas da sua ineficiência.

Reimprinting – Exercício desenvolvido pela PNL que busca, na linha do tempo, as experiências significativas que concorreram para implantar no nosso sistema neurológico “programas” geradores de ineficiência e limitações, para modificá-los.

Responsabilidade ecológica – A responsabilidade que todos temos para com o sistema em que vivemos.


S

Satori- Iluminação, estado mental de completo vazio obtido pelo exercício da meditação. Pratica dos monges da linha Zen.

Submodalidades – Signos pelos quais a mente reconhece as informações que lhe são enviadas pelo mundo real. São os elementos visuais, auditivos e sinestésicos da experiência.

Sistema límbico – Parte do cérebro, responsável pelo processamento das emoções.

Seqüestro emocional – Termo utilizado por Daniel Golemam em seu trabalho “Inteligência Emocional”. Designa o comportamento em que a mente do indivíduo está inteiramente tomada pela emoção. A mente consciente foi “seqüestrada” pela emoção.

Squash visual – Exercício desenvolvido pela PNL para permitir um ajuste entre as diferentes “partes” ( ou programas ) incompatíveis, que fazem o indivíduo querer e não querer fazer alguma coisa.


T
TOTS – Iniciais do esquema elaborado pelos psicólogos americanos Miller, Galanter e Priban, para

demonstrar como a nossa mente e nosso organismo, como sistema integrado, realiza aprendizagem.


V
Valores – Em PNL designa um filtro mental que orienta a mente na organização dos “programas”, hierarquizando e dando uma ordem de importância à informação.

Vícios – Em PNL são os hábitos ( automatismos, competências inconscientes) que nos levam a maus resultados na vida.


Z
Zazen- Posturas de meditação praticadas pelos monges budistas da linha Zen.

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Baker, Mark W .- Jesus, o maior psicólogo que já existiu- Sextante Ed. – 2005

Bandler, Richard, Grinder, John – Summus Edit.

– Sapos em príncipes - 8º Ed. – 1982

– Atravessando - 3ª Ed. – 1984

– Ressignificando – 4ª Ed. -1986-

– The Structure of Magic, Vol. I e II - SBB- Califórnia- 1975

Bandler, Leslie Cameron; Gordon, David, Lebeau, David – O Método Emprint- Summus Ed. 1992

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Bouquet, Simon – Introdução à Leitura de Saussure - Cultrix Ed. SP- 1997

Carnegie, Dale –Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas - Record- Rio de Janeiro-1974

Chardin, Teilhard de – Cultrix Ed. São Paulo

– O Fenômeno Humano – 7ª Ed. - 1974

– O Meio Divino – 9º Ed. – 1995

– Mundo, Homem e Deus – 3º Ed. – 1986

Cobra, Nuno - A Semente da Vitória - Ed. Senac - São Paulo - 24ª Ed. 2002

Concklin, Robert – O Poder da Personalidade Magnética - Ed. Best Seller SP -1995

Covey, Stephen – Os Sete Hábitos das Pessoas Muito Eficazes- Ed Best Seller - 25ª Ed. 1987

Dilts, Robert ; Epstein, Todd

– Aprendizagem Dinâmica – Summus Ed. São Paulo - 1999

– Ferramentas para Sonhadores – Rocco Ed. – 2005

– A Estratégia da Genialidade - Vol. I,II,- Summus Ed. 1997, 1999

Emerson, Ralph Waldo – Ensaios – Martim Claret Ed. - São Paulo- 2003

– Ervilha, A.J, Limão – Habilidades em Negociação – Nobel – 2000

– Frye, Northrop – O Código dos Códigos – BoiTempo Ed. SP- 2004

Gray, John- Como Obter o que você quer e apreciar o que tem- Rocco –Rio de Janeiro- 2002

Goleman, Daniel- Inteligência Emocional, 5º Ed. Edit. Objetiva, 1995

Hogan, Kevin - A Psicologia da Persuasão – Ed, Record – SP- 1998

Hunter, James – O Monge e o Executivo – Sextante Ed. – 1998

Levine, Peter A. – O Despertar do Tigre – Summus Ed. – 199

Mandino, OG – Sucesso Sem Limites- Ed. Record. Rio de Janeiro- 1996

Murray, Edward J – Motivação e Emoção- 5ª Ed. - Ed. Guanabara RJ- 1986

Munõz, Beatriz; Riverola, Josep – Transformando Conhecimento em Resultados - Cio Ed. São Paulo-2004

O’ Connor, Joseph; Prior, Robin - Sucesso em Vendas com PNL – Summus- 1987

O’ Connor, Joseph; Seymor John – Summus SP

– Introdução à Programação Neurolingüística - 1990

– Treinando com a PNL – 1996

Prado, Lourenço – Alegria e Triunfo – Ed Pensamento – SP- 1993

Ribeiro, Lair – Success Is No Accident- Ed. Objetiva- São Paulo- 1996

Robbins, Antony – Ed. Best Seller –São Paulo

– Desperte o Gigante Interior – 19º Ed. – 1989

– Poder Sem Limites – 18º Ed. – 1987

Romão, César – A Rota dos Vencedores – Ed. ARX - São Paulo – 2000

Stein, Ademir S. – A Mágica do Sucesso – Oriom MC- 2002

Taisen, Deshimaru – A Tigela e o Bastão – Ed. Pensamento – São Paulo- 1998

Terwilliger, R. – Psicologia da Linguagem - Cultrix- São Paulo – 1974

Tse, Lao – Tao te Ching – Ed Pensamento- 1990

Weil, Pierre, Tompakow, Rolando – O Corpo Fala – Ed. Vozes- SP.-1999

Wittgeisten, Ludwig – Investigações Filosóficas – Ed. Nova Cultural- 1999

Orelha- Capa


Enquanto seres humanos somos guiados

por um mapa interno de escolhas que nos

orienta sobre as decisões que devemos

tomar na vida. Esse mapa, que nada mais

é do que a forma como vemos o mundo,

assemelha-se a um “ menu de programas”

que a nossa mente desenvolve para gerar

as respostas que a vida nos exige diária-

mente.

Certo ou errado, quando é acionado, o or-



ganismo tem que responder. Por isso, o

o nosso sistema neurológico foi construído

de forma a jamais se contentar com um de-

terminado padrão de respostas.

Essa é a razão de estarmos sempre a bus-

car, em cada ação que empreendemos, um

resultado mais satisfatório do que aquele

aquele que foi obtido na ação anterior.

Aprender a responder com uma eficiência

cada vez maior aos desafios da vida é a

grande tarefa que se coloca ao ser huma-

no.Esse deve ser o maior objetivo de um

programa de aprendizagem.

Como a mente funciona como se fosse um

potente biocomputador, programado pelas

informações que recebe e interpreta segun-

do os códigos lingüísticos que conhece, é

importante saber como isso é feito, para

podermos oferecer a nós mesmos um “ me-

nu de programa” eficazes, que nos capacite

a oferecer sempre a melhor resposta a qual-

quer desafio que a vida vier nos apresentar.

É isso que a PNL, enquanto técnica de

aprendizagem, pode nos ensinar.



João Anatalino Rodrigues nasceu

em Cunha, Estado de São Paulo, em

20 de dezembro de 1944.

Formou-se em direito e economia na

Universidade Brás Cubas de Mogi das

Cruzes e fez Mestrado em DireitoTributário

na Pontifícia Universidade Católica de

São Paulo.

É master-practictioner em Programação

Neurolingüística pela Sociedade Brasileira

de Programação Neurolinguística.

É auditor aposentado da Receita Federal.

Atualmente trabalha como consultor

empresarial.

Fundador e presidente da Associação

Mogiana Oficina dos Aprendizes, ONG

sediada em Mogi das Cruzes, que promove

a capacitação e a inserção social de jovens

carentes no mercado de trabalho.

E o atual Provedor da Santa Casa de

Misericórdia de Mogi das Cruzes.

Membro da Academia Maçônica de Letras

palestrante e membro atuante em diversas

organizaçoes não governamentais.

Como escritor, publicou anteriormente os

livros “Noite, vento e chuva”,crônicas,

“Centúria”, poesia e “ Conhecendo a Arte

Real” ( Madras Editora), história e filosofia




1 Estrutura da Magia Vol 1 e 2 , publicado no Brasil pela Sumus Editorial, é o título de um das obras pioneiras de Bandler e Grinder. Nele, os autores demonstram que o metamodelo de linguagem utilizado por um indivíduo, ou por um grupo em especial, acaba por ser uma determinante na sua capacidade de encontrar soluções criativas para os problemas da sua vida, ampliando-a ou limitando-a.


2 Um koan é uma metáfora, ou um conto, que aparentemente não tem sentido lógico. É uma mensagem dirigida mais ao inconsciente do que à consciência do ouvinte. Eis um exemplo de koan. “ Um discípulo chamado Esshin levava sempre sua vaca consigo quando ia ouvir os ensinamentos do mestre. Uma noite, ao voltarem de uma palestra ( que o discípulo estava se esforçando para entender), a vaca, com o casco, escreveu na areia as seguintes palavras: “Esta noite, ouvi dizer que até as ervas, e os bosques podem ter o espírito do Buda. Estou muito feliz, pois sei que também eu tenho um espírito”.


3 O Taoísmo é uma doutrina que propugna por um profundo respeito pela natureza e pelo equilíbrio ecológico no mundo e no próprio ser humano e sua sociedade. Seu pressuposto fundamental é que o homem não pode ser desvinculado do ambiente em que vive e nem cria nada por si mesmo; é apenas um agente necessário, nela exercendo um papel natural.

4 Religiões psíquicas são aquelas que se baseiam em pressupostos filosóficos, deduzidos pela prática da meditação ou pela observação das leis da natureza. O Budismo, o Taoísmo, o Confucionismo, são exemplos desse tipo de religião. Não são crenças fundamentadas na autoridade de um Deus, ou seja, ensinadas aos homens por uma divindade. As religiões reveladas são aquelas que se fundamentam em pressupostos revelados ao homem pela própria divindade, nos quais ele crê como verdades absolutas. Nesse rol situamos o Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo.

5 O filósofo inglês John Locke ( 1632- 1704), fundador do chamado Empirismo, sustentou que as mentes das pessoas, por ocasião do nascimento, são como folhas em branco ( tábula rasa), em que tudo ainda está por escrever.

62- “Sapos em príncipes” é o título de um livro clássico de Bandler e Grinder. Foi publicado no Brasil pela Summus Editorial.

7 Exemplo da nossa incapacidade neurolinguística: nossos ouvidos não conseguem captar ondas sonoras abaixo de 20 ou acima de 20.000 ciclos; nossos olhos só conseguem “ver” entre 380 e 680 milimicron. Ondas luminosas formadas abaixo ou acima desses limites não são detectadas por nossos olhos. Com as sensações também estamos submetidos a muitas limitações. A intensidade das sensações no corpo varia em pontos diferentes da pele, da mesma forma que de indivíduo para indivíduo.

8 O termo admite duas grafias: cinestesia e sinestesia. Ambos têm o mesmo significado. Porém, como aqui o termo se refere a relações subjetivas que se estabelecem entre percepções de diferentes domínios ( sensibilidades provocadas por estímulos visuais, auditivos, táteis, olfativos ou paladares), entendemos que a palavra grafada com “c” é mais apropriada.

9 Como bem diz Daniel Goleman em seu “best seller” Inteligência Emocional, Ed. Objetiva- 2000. Nunca zangar-se não é uma atitude inteligente. Inteligente é saber quando, onde, com quem e que medida zangar-se.


10 Homeostase é a propriedade que os organismos têm para encontrarem automaticamente os seus pontos de equilíbrio.

11 Cf. Angeles Arrien- O Caminho Quádruplo- Ed. Aurora-2001. Segundo essa autora, há na natureza humana quatro arquétipos fundamentais: Esses arquétipos podem ser identificados como o guerreiro, o curador, o visionário e o mestre. Cada um deles é responsável pela composição de uma faceta da nossa personalidade e nós devemos aprender a identificar quando, onde, como e porque acionar um ou outro em nossas ações diárias. Seu trabalho fundamentou-se no estudo das tradições xamânicas e na prática dos povos ligados a natureza, particularmente as nações indígenas da América do Norte.

12 Só no mercado de trabalho de Mogi das Cruzes a AMOA já havia colocado até julho de 2006, época em que terminamos a nossa gestão como presidente da entidade, mais de 1500 adolescentes.

13 Na filosofia hindu, carma é o conjunto de ações praticadas pelas pessoas e as conseqüências que elas provocam. Segundo essa crença, vivemos muitas vidas, sempre com o objetivo de depurar o nosso carma, ou seja, melhorar o destino final da nossa alma. Dessa forma, as dores e dificuldades pelas quais passamos podem ser conseqüência de erros cometidos em vidas passadas.

14 Sapos em príncipes- 1998- Summus Editorial, pg. 66.

15 Poeta anônimo citado pela SBPNL na apostila do curso de Practitioner.


16 Âncora é um estímulo que aciona determinado comportamento. Para uma melhor compreensão dessa poderosa ferramenta neurolingüística, ver o capítulo 12.

17 Anorexia:desequilíbrio orgânico que se manifesta pela redução ou perda de apetiTe. Bulimia: distúrbio de natureza psíquica que se manifesta principalmente em adolescentes do sexo feminino, que os leva a ingerir alimentos de forma anormal e depois se sentirem culpados e deprimidos por causa disso.


18 Zazen é a disciplina praticada pelos monges do Budismo Zen, para obtenção do Satori (iluminação). Consiste na prática orientada de meditação, acompanhada de uma rígida disciplina alimentar.


19 Spenser Johnson-MD- Quem Mexeu no meu Queijo?- 2002 Ed Record. Essa experiência também foi relatada por Bandler e Grinder no clássico Sapos em príncipes, já citado.

20 É como a anedota dos dois vendedores de Uma fábrica de calçados que foram a uma remota região da terra pesquisar mercado. “Pode esquecer”, escreveu o primeiro ao presidente da fábrica, “ pois aqui ninguém usa sapatos. “Maravilha”, escreveu o segundo. “Pode embarcar imediatamente um grande remessa, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.”


21 Neologismo que utilizamos para exemplificar as novas relações que se estabelecem entre nosso organismo e o mundo quando a nossa linguagem neurológica se amplia.

22 Pertencialidade é um neologismo utilizado pelo autor para se referir á relação do homem com o universo como “parte” indissociável dele.

23 Gregory Bateson, antropólogo americano e professor na Universidade de Santa Cruz, Califórnia.

24 Daniel Golemam- Inteligência Emocional- op. citado

25 O fundamento dessa classificação é biológico e foi deduzido a partir da capacidade de resposta de cada espécie animal. Mas como todas as classificações ela não é absoluta. Na verdade, no cérebro de todas as espécies parece existir uma “zona cinzenta” que realiza uma “interface” entre uma camada e outra de desenvolvimento cerebral. Assim, mesmo entre os répteis, é possível notar que existem alguns tipos capazes de realizar aprendizagens características de animais cuja estrutura cerebral é mais desenvolvida. Exemplos dessa aprendizagem são os répteis que se adaptam ao convívio humano. Também nas espécies mamíferas é possível observar que a capacidade de aprendizagem varia entre os diversos tipos.

26 Emergência descontínua”, é o termo usado por Teilhard de Chardin para explicar a ocorrência de fenômenos que alteraram o desenvolvimento normal da vida sobre a terra. Teilhard vê a evolução como um processo de conquistas biológicas que vão ocorrendo normalmente, à medida que as espécies se tornam mais aptas para responder aos desafios do ambiente. Mas há alguns momentos em que esse processo é acelerado por algum acontecimento especial. Esses acontecimentos coincidem com o surgimento da vida sobre a terra, o aparecimento do homem como espécie e com a aquisição da capacidade de reflexão por parte dele. Assim, do grosseiro da matéria ao plano sutil do espírito, é possível acompanhar o processo de evolução do ser humano e concluir que ele é, realmente, um projeto de excelência desenvolvido pela Mente Suprema que governa o universo.


27 A lei dos revesamentos é a teoria que, em antropologia, explica a evolução e a extinção das espécies, mediante a substituição das que se mostram incapazes de se adaptar às mudanças do ambiente, por outras, mais competentes.



28 Inteligência Emocional- op. citado

29 “Como fazer amigos e influenciar pessoas” é o título de um famoso livro escrito por Dale Carnegie nos anos cinqüenta.

30 Metáfora que designa a inter relação entre todas as coisas no universo, conhecido como “efeito-borboleta”.

31 Tautologia, aqui é colocada no sentido de um raciocínio lógico que se converte em proposição verdadeira, seja qual forem os valores que o fundamentam.

32 O homem que se faz por si mesmo.

33 Colonos brancos da África do Sul, que praticaram grandes atrocidades contra os nativos da região, dando origem ao sistema que ficou conhecido como “aparthaid”.

34 O Sr. Álvaro de Campos Carneiro, já citado na introdução.

35 Escotoma é um termo que na psicologia cognitiva designa aquela falha de atenção que nos impede de ver um objeto que está bem à nossa frente. (se fosse uma cobra te mordia.

36 O cruzeiro era a moeda da época.


37 Antiga sala de projeções cinematográficas que existia em Mogi das Cruzes. Foi fechada no início dos anos setenta.

38 Humanidade aqui é entendida no sentido transcendente, espiritual e não como denominação coletiva de uma espécie.

39 Budismo, Taoismo, Confucionismo, são exemplos de religiões metafísicas. Judaísmo, Cristianismo e Islamismo são exemplos de religiões reveladas.


40 Noosfera é o termo utilizado por Teilhard de Chardin para designar o conjunto de todas as reflexões emitidas pela espécie humana desde a sua primeira manifestação psíquica. Forma, na visão daquele pensador, uma espécie de “camada” energética, semelhante à atmosfera, que aureola a terra, permitindo a todas as pessoas, indistintamente, acessá-la como a um manancial de recursos psíquicos. Equivale, no meu entender, à noção de espírito coletivo, intuída por Jung.


41 A Estratégia da Genialidade, Vol. I e II.-Summus Ed.



42 Obra publicada no Brasil pela Boi Tempo Editorial em 2004, com tradução de Flavio Aguiar.


43 “Engrama” é o termo utilizado por R.L Hubard, fundador da técnica da Dianética, para designar certos problemas psicológicos que muitas vezes não nos deixam viver uma vida plena e saudável. Exemplo: um indivíduo sofre um acidente e é removido para o hospital. Está anestesiado. Sua mente consciente está fora de combate, mas a parte inconsciente está gravando tudo que passa à sua volta. Um dos enfermeiros fala de uma briga que teve com a mulher e conclui que as mulheres são indignas de confiança. O indivíduo poderá acordar com um “engrama” que lhe diz que deve desconfiar de todas as mulheres. Em Dianética essa aberração é tratada por uma pesquisa de “linha de tempo”, na qual o indivíduo localiza o momento em que pegou o “engrama” e o aclara, compreendendo o porquê da sua atitude. Em PNL esse problema é tratado em exercícios especiais de “mudança de história pessoal” ou “reemprinting”. Em qualquer caso, porém trata-se de buscar o momento, no tempo, em que o “programa” foi instalado, para se possa compreendê-lo ou ressignificá-lo, fazendo dele, ao invés de uma limitação à qualidade das nossas respostas, um recurso para melhorá-las.

44 Conotar aqui é usado em sentido subjetivo, como vocábulo empregado para significar algo subjacente à expressão. Ex: “Esse sujeito está muito “fresco” para o meu gosto. A palavra “fresco” tem uma conotação pejorativa, que pode ser aplicada a um indivíduo com certas maneirices, que tanto pode ser classificado como homossexual ou uma pessoa fútil, muito apegada a formalismos.


45 Daniel Golemam- op. citado, pg. 160.

46 O povo basco é famoso por sua não conformidade aos padrões mais comuns observáveis na cultura ocidental. Os próprios lingüistas encontram muita dificuldade para classificar as raízes da língua basca, que parece não derivar da raiz comum a que pertencem as línguas indo-européias.



47 Polyana é a menina do romance ( e filme) homônimo que sempre via os acontecimentos pelo seu lado bom.

48 O menino Tom foi obrigado a caiar uma enorme cerca como castigo por uma travessura que havia feito. Enquanto estava ali, com uma brocha na mão e um pesado balde de cal à sua frente, seus amigos apareceram e o convidaram para ir ao rio nadar. Nadar era o maior dos prazeres para Tom, mas ele não podia, pois tinha que cumprir a sua pena. Quando seus amigos começaram a lamentar a sua má sorte – ter que trabalhar num dia tão ensolarado –Tom começou a cantarolar e a fazer movimentos com a brocha, como se estivesse dançando uma valsa. Os amigos acharam curioso que ele estivesse tão contente por ter que trabalhar. Então ele sugeriu aos meninos que caiar aquela cerca poderia ser mais divertido do que nadar. Eles, evidentemente, duvidaram disso. Tom os fez experimentar. Arrumou para cada um uma brocha e disse-lhes para cantarolar e dançar enquanto calhavam. Em poucos minutos, brincando, os meninos entraram no jogo. Um trabalho que ele levaria dias para fazer ficou pronto em uma hora e eles saíram correndo alegremente para o rio.


49 Esse termo significa literalmente “presilha de botas”.




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