Da educaçÃo inclusiva: das diferenças como possibilidades


dificuldades de aprendizagem



Baixar 99,84 Kb.
Página15/15
Encontro11.10.2018
Tamanho99,84 Kb.
1   ...   7   8   9   10   11   12   13   14   15
dificuldades de aprendizagem, os problemas de comunicação, a surdo-cegueira, a multideficiência e outros problemas de saúde (Aids, epilepsia, diabetes etc.)” (CORREIA, 2006, p. 249, grifos do autor).

4 . DELEUZE, 2006.

5 . “É essa noção de diferença que lhe permitirá conceber a vida e o mundo como processos de criação do novo, como constituídos de processos intensivos (forças, fluxos, movimentos, em relação entre si), mais do que de unidades extensivas (elementos distintos distribuídos no espaço)” (TADEU, s/d, p. 9).

6 . “(...) é preciso ter em mente que não há um racismo, mas vários racismos: há tantos racismos quantos grupos que precisem justificar a sua existência como tal, o que constitui a função invariante dos racismos” (BOURDIEU, 1983, p. 205).

7 . “Na natureza humana, ‘existe interiorização da exterioridade e exteriorização da interioridade’: as condições sociais objectivas (sic) de existência são interiorizadas pelos indivíduos na forma de habitus (do latim ‘maneira de ser’)” (BARAQUIN; LAFFITTE, 2004, p. 78, grifo do autor).

8 . A definição de cidadania que se impõe à sociedade contemporânea, com as devidas reservas críticas que uma concepção liberal demanda, emerge do ensaio clássico de T. H. Marshall intitulado “Cidadania e classe social”, publicado em 1949, que afirma: “A cidadania é um status concedido àqueles que são membros integrais de uma comunidade. Todos aqueles que possuem o status são iguais com respeito aos direitos e obrigações pertinentes ao status. Não há nenhum princípio universal que determine o que estes direitos e obrigações serão, mas a sociedade nas quais a cidadania é uma instituição em desenvolvimento criam uma imagem de uma cidadania ideal em relação à qual o sucesso pode ser medido e em relação à qual a aspiração pode ser dirigida” (MARSHALL, 1967, p. 76, grifos do autor).

9 . “A multidisciplinaridade acontece quando um tema é abordado por diversas disciplinas sem uma relação direta entre elas. Se o objeto de estudo for o Cristo Redentor, por exemplo, a Geografia trabalhará a localização; as Ciências tratarão da vegetação local; as Artes mostrarão por quem a escultura foi feita e por que está ali. Mas as abordagens são específicas de cada disciplina e não há interligação” (CAVALCANTE, 2004, p. 55).

10 . “Na interdisciplinaridade, duas ou mais disciplinas relacionam seus conteúdos para aprofundar o conhecimento. Dessa forma, o professor de Geografia, ao falar da localização do Cristo, poderia utilizar um texto poético, assim como o de Ciências analisaria a história da ocupação da cidade para entender os impactos ambientais no entorno” (CAVALCANTE, 2004, p. 55).

11 . “A transdisciplinaridade é uma abordagem mais complexa, em que a divisão por disciplinas, hoje implantada nas escolas, deixa de existir. Essa prática somente será viável quando não houver mais a fragmentação do conhecimento” (CAVALCANTE, 2004, p. 55).

12 . Parágrafo I, Artigo 206, Seção I (Da Educação), Capítulo III (Da Educação, Da Cultura e Do Desporto), do Título VIII (Da Ordem Social).

13 . “Não é suficiente oferecer-se escolas para todos, é essencial que o ‘todos’ não perca a dimensão da individualidade, e que, uma vez na escola, esta ofereça a cada criança e jovem a oportunidade máxima possível de alcançar sua cidadania plena pelo respeito e pela aprendizagem” (HOFFMANN, 2004, p. 36).

14 . Dispõe sobre o atendimento educacional especializado, regulamenta o parágrafo único do art. 60 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e acrescenta dispositivo ao Decreto nº 6.253, de 13 de novembro de 2007.




Compartilhe com seus amigos:
1   ...   7   8   9   10   11   12   13   14   15


©psicod.org 2017
enviar mensagem

    Página principal