Da educaçÃo inclusiva: das diferenças como possibilidades


Políticas educacionais, práticas escolares e alternativas de inclusão escolar



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Políticas educacionais, práticas escolares e alternativas de inclusão escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. p. 223-239;

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1. Escritor e poeta, pesquisador e ensaísta; Autor de O Todo Essencial, Universitária Editora, Lisboa, Portugal, e, entre outros, Quase Sagrado (em edição); Graduado em Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais (CEUCLAR/SP) e Pós-Graduando em Filosofia pela Universidade Gama Filho (UGF/RJ); Diretor-Fundador, Coordenador e Pesquisador do Espaço Politikón Zôon –Educação, Arte e Cultura (CNPJ nº 10.642.249/0001-54), e Empreendedor Sociocultural.

2 . “A deficiência não pode ser vista como uma qualidade presente no organismo da pessoa ou no seu comportamento. Em vez de circunscrever a deficiência nos limites corporais da pessoa deficiente, é necessário incluir as reações de outras pessoas como parte integrante e crucial de fenômeno, pois são essas reações que, em última instância, definem alguém como deficiente ou não-deficiente” (MAZZOTTA, 1987, p. 67-68).

3 . “Conjunto de problemáticas relacionadas com o autismo, a deficiência mental, a deficiência auditiva, a deficiência visual, os problemas motores, as perturbações emocionais graves, os problemas de comportamento, as



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