Curso de pedagogia adriana da silva ferreira



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3. INCLUSÃO ESCOLAR

O conceito de integração só chega ao Brasil, na década de 1970, e opunha-se aos modelos de segregação e defendia a ideia de possibilitar, às pessoas que apresentavam deficiência, condições de vida o mais normal possível, assemelhando-se com a de todas as pessoas consideradas normais (SILVA, UBERLÂNDIA, 2016). Ao conceito de integração, seguirá o conceito de inclusão, segundo Sánchez:


A filosofia da inclusão defende uma educação eficaz para todos, sustentada em que as escolas, enquanto comunidades educativas, devem satisfazer as necessidades de todos os alunos, sejam quais forem as suas características pessoais, psicológicas ou sociais (com independência de ter ou não deficiência). (SÁNCHEZ, 2005, p.9).
A inclusão de pessoas com deficiência requer repensar as abordagens pedagógicas para com a turma, estar atento às necessidades individuais, implica o desenvolvimento de linguagens, discursos, práticas e reorganização dos contextos relacionais. (MIRANDA; GALVÃO FILHO, 2012).

Embora as experiências pioneiras em inclusão tenham sido feitas na segunda metade dos anos 80, foi no início da década de 90 que o mundo da educação tomou conhecimento de um novo caminho para uma escola de qualidade e verdadeiramente aberta para todas as pessoas (SASSAKI, 2005). Nessa direção, ainda nos anos 1990, foram celebrados congressos e acordos internacionais, com destaque para a Declaração Mundial sobre Educação para Todos (UNESCO, 1990), aprovada pela Conferência Mundial sobre Educação para Todos, realizada em Jomtiem – Tailândia, no ano de 1990, e para a Declaração de Salamanca (Unesco, 1994), firmada na Espanha em 1994, marcam, no plano internacional, momentos históricos em prol da Educação Inclusiva (SANT’ANA, 2005; SILVEIRA, NEVES, 2006).

A inclusão escolar da pessoa com deficiência é um tema que vem se destacando, chamando atenção a necessidade de uma escola que atenda às diferenças. Para Sánchez (2005, p.9):

A educação inclusiva é antes de tudo uma questão de direitos humanos, já que defende que não se pode segregar a nenhuma pessoa como consequência de sua deficiência, de sua dificuldade de aprendizagem, do seu gênero ou mesmo se esta pertencer a uma minoria étnica (seria algo que iria contra os direitos humanos).


Estar preparados, conhecendo o assunto da inclusão é fundamental para acompanhar, entender e identificar a necessidade de cada aluno, e assim, proporcionar escolarização adequada a todos.

Vale ressaltar que para a escola ser inclusiva torna-se necessário o envolvimento de todos os membros da equipe escolar no planejamento de ações e programas voltados à temática. Para que assim, o trabalho se torne cada vez mais consistente e produza impactos positivos na escolarização de todos. A existência e interesse de todos os profissionais da escola em aprimorar a inclusão nesse contexto proporcionará uma maneira mais eficiente de se manter firme nessa necessidade existente em todos os espaço educacionais






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