Curso de formaçÃo de conselheiros de desbravadores


Preocupação com os primeiros socorros



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Preocupação com os primeiros socorros. Na elaboração de um evento do porte de um acampamento negligenciar os primeiros socorros é uma verdadeira desconsideração com os imprevistos e mostra total ignorância na técnica da arte de acampar. Deve-se contar com o apoio de quem realmente entende da matéria. Desde a compra dos materiais necessários , arrumação da barraca de primeiros socorros e atendimento tudo corre por conta do especialista que o Clube leva.

14) O Conselheiro e a visitação aos desbravadores.

O conselheiro deve ser o melhor amigo de cada desbravador e amigos se visitam e se conhecem. Neste prisma, nosso clube cobra de cada conselheiro uma visita por mês na casa de um desbravador. Ali, nosso conselheiros conversam com os pais, levam notícias do rendimento do desbravador no Clube, vêem o quarto do desbravador, olham fotografias, inspecionam até o boletim escolar. Participar da vida do desbravador, fazendo visita em sua casa ,ajuda ao conselheiro entender uma série de atitudes que os desbravadores tomam quando estão longe de casa . Pais juntos ou separados, ausência ou freqüência de culto no lar, qualidade de vida, padrão de moradia, atividades domésticas preferidas, vida escolar, tipo de escola, relacionamento com irmãos maiores ou menores são situações a serem observadas e nada melhor que o ambiente do lar para demonstrar com clareza . Quantas vezes tivemos que levar desbravadores de graça em nossos eventos, pois com pais desempregados, nossos desbravadores não teriam sequer condição de sair de casa. Estas situações e muitas outras só indo na casa dos meninos para avaliar o drama que muitos de nossos desbravadores passam. O diretor também efetua visitas e aproveita para levar novas idéias para os pais e cabe ao diretor ler todos os relatórios que lhe chegam às mãos oriundos de seus conselheiros.

Num dos itens deste material, os conselheiros poderão ver o Relatório de Visitação do Conselheiro - obrigatório em nosso clube e fundamental para o bom desempenho do conselheiro e da unidade.




  1. O Conselheiro e as atividades missionárias e eclesiásticas – Visitas a asilos, orfanatos, hospitais, participação em cultos especiais na igreja.

Qual dever ser a postura de um conselheiro com relação a atividades missionárias e eclesiásticas do Clube? Porque em alguns clube, quando de trata de trabalho missionário os conselheiros raramente aparecem, sobrecarregando os diretores? .

Participar de atividades missionárias, mais do que um dever para cumprir uma classe, deveria ser visto pelo conselheiro como uma oportunidade de melhorar seu currículo no Clube e uma ótima chance para uma especialização, visando ser bem aproveitado não só no Clube como também na Igreja. Uma das virtudes que um diretor de Clube tem que desenvolver é a da observação. E quando um diretor vê um conselheiro se saindo bem em determinada atividade missionária , não estranhe se um dia você não for convidado para ser um diretor associado responsável por essa área no Clube, não estranhe se você não passar a ser convidado para pregar em igrejas menores ou até mesmo na sua, não estranhe pois a ordem natural das coisas é escolher os mais bem preparados para exercer funções diferentes na causa de Deus.

Algumas dicas são importantes caso você como conselheiro precise levar sua unidade em locais como asilos, orfanatos e hospitais. Vamos a elas:





    1. Conscientizar seus desbravadores para se portarem com decência no ambiente em que eles irão: num hospital, o máximo de silêncio ainda é pouco; num orfanato leve bastante alegria; num asilo o mais importante é ouvir o que os mais antigos tem a nos dizer.

    2. Evite com todas as suas forças de participar de quaisquer atividades missionárias e eclesiásticas de última hora. Lembre-se que Deus espera que façamos o nosso melhor .

    3. Já que você não vai de última hora, lembre-se de planejar cuidadosamente o que irás fazer quando chegar no local. Muitos clubes tem a seguinte filosofia de trabalho: “O importante é ir. Na hora a gente vê o que faz ...” . Um clube desses desonra o nome de Deus, o da igreja e do próprio clube.

    4. Leve uma programação adequada ao ambiente a ser visitado. Músicas cantadas ou tocadas são sempre agradáveis em qualquer lugar que se vá, lembrando sempre de cantar baixinho em quarto de hospital. Se você vai à um orfanato, leve brinquedos, leve jogos, histórias, marionete, leve fitas de vídeo sobre animais, fita de vídeo sobre o Clube. Se você vai à um asilo leve revistas, músicas mais suaves, flores são sempre bem vindas e uma boa disposição para ouvir os velhinhos.

Antes de levar coisas para os mais necessitados é louvável que você procura a administração do local e sonde com eles as reais necessidades. Não adianta você recoltar comida para doar num suposto local de pessoas carentes, se eles já estão sendo adotados por alguma organização não governamental ( ONG) . Levar meias e agasalhos num orfanato para depois descobrir que eles acabaram de ganhar o suficiente e estão precisando de outras coisas é por demais frustrante. Avalie necessidades, faça uma campanha de recolta com irmãos da igreja, parentes, vizinhos, comunidade e só então visite a entidade que você se propôs a ir.

    1. Vá sempre de uniforme de gala . Nosso uniforme é a nossa marca e por si só já deixa uma idéia de grupo, de organização, de disciplina, de respeito. Se vamos a quaisquer destes locais descaracterizados dificilmente se lembrarão de nós, ao passo que o uniforme deixa sempre uma recordação na mente das pessoas.

    2. A questão do tempo de visitação. Ambientes como estes são dirigidos com normas rígidas de disciplina no que diz respeito ao horário. Fazer uma programação variada, com música, com história, com demonstrações, com jogos pode facilmente ser feita em uma hora ou no máximo uma hora e meia. O segredo para agradar é não demorar e não ficar o tempo todo falando e falando. Seja rápido, criativo, apresente uma variedade atrás da outra e o tempo passa com bom aproveitamento tanto para quem ouve como para quem se apresenta.

    3. Antes de ir embora, deixe bem claro quem foi que esteve ali. Muitas pessoas por ignorância ( e não burrice) nos confundem com os escoteiro. Deixar bem claro que

foram os desbravadores da Igreja Adventista do Sétimo Dia é fundamental e se o local permitir comece e termine suas atividades com oração.

15.8) Termine a visitação entregando os brindes que você arrecadou. Isso deixa uma marca indelével no coração dos beneficiados e vocês saem do local com um bom conceito.



    1. Estimule sempre que possível aos seus desbravadores a estarem presentes nestes ambientes. Muitos deles tem uma vida confortável e maravilhosa e muitos deles são muito mal agradecidos a seus pais. Mostre a eles quando chegarem na igreja, que a lição que tiramos de ir nesses locais é exatamente conscientizá-los para o maravilhoso mundo que a maioria deles tem e não conseguem sequer agradecer as pais que tem. Valorize a família destes desbravadores que não medido esforços para dar o melhor para eles. Essa mensagem vai mexer com a cabeça de muitos deles.

    2. Em atividades religiosas no âmbito de nossa igreja, esteja sempre com a sua unidade. Basta isso para deixar o diretor do seu Clube sossegado. Logicamente que sua postura ao lado de seus desbravadores deverá ser de reverência e caso algum membro de sua unidade precise participar do programa, estimule-o a fazer o melhor e honrar a sua unidade.




  1. O Conselheiro e a papelada – Modelo de formulários de utilização dos conselheiros:

Ficha de inscrição - Pontuação dos Desbravadores - Relatório de Visitação – Relatório de Atividades da Unidade – Relatório de Tesouraria da Unidade .

Não sãos poucos os conselheiros que se perdem quando o assunto é papel, relatórios e burocracia. Quando implantamos os relatórios de avaliação semanal, o relatório de visitação mensal e quando nossos diretores passaram a avaliar as unidades a cada reunião, levou um tempo para as coisas funcionarem como deveriam. No princípio era relatório preenchido de forma incorreta, eram relatórios que chegavam rasurados, eram pontos para presença com desbravador ausente., tinha de tudo um pouco. Porém, passo a passo, reunião por reunião, nossos conselheiros e diretores foram avaliando a importância dos relatórios não só para a unidade como também para eles mesmos. O desbravador faltou, cabe ao conselheiro ligar e saber porquê ele faltou e você só terá essa informação se você preencher o relatório e mais do que preencher, você analisar o que está preenchendo. Cada relatório tem um objetivo específico. Vamos ver quais são:





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