Construção do conhecimento na Matemática Superior


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1 Carrol, L. Alice's Adventure in Wonderland, disponível em <http://www.bibliomania.com> Uma tradução possível: "Então você pode dizer o que acha", a Lebre de Março continuou."E vou", Alice replicou rapidamente, "pelo menos – pelo menos, eu acho o que digo – o que é a mesma coisa, você sabe." "Não é a mesma coisa nem um pouco!", disse o Chapeleiro. "Senão você também poderia dizer", completou a Lebre de Março, “que ‘Eu gosto daquilo que tenho’ é a mesma coisa que ‘Eu tenho aquilo que gosto.’" "Seria o mesmo que dizer", interrompeu o Leirão, que parecia estar falando enquanto dormia, "que ‘Eu respiro enquanto durmo’ é a mesma coisa que ‘Eu durmo enquanto respiro!’" "Isso é a mesma coisa para você", disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa parou e a reunião ficou em silêncio por um minuto.” Tradução: Clélia Ramos disponível em <http://www.alfredo-braga.pro.br/biblioteca/alice.html> Acesso em dezembro de 2006.

2 Aqueles que estão envolvidos com o ensino de Matemática no de primeiro da Universidade, freqüentemente ficam bastante desapontados com a fragilidade matemática que percebem nos estudantes. (...) Eles lamentam os hábitos de pensamento e de trabalho em Matemática dos estudantes, a falta de organização e de rigor matemático, bem como a dificuldade de adquirir e consolidar conhecimento por meio do trabalho pessoal. (T.A.)

3 Estudantes da Escola Básica freqüentemente têm sucesso em matemática confiando na própria habilidade em executar algoritmos, apesar de uma real falta de entendimento dos conceitos matemáticos com os quais estão trabalhando. (T.A.)

4 (...) a Escola Básica e a Universidade desenvolvem relações profundamente diferentes com objetos matemáticos comuns, por exemplo, aqueles do Cálculo - limites, derivadas, e assim por diante. Por esse motivo, os professores universitários encontram sérias dificuldades para que os estudantes explicitem o próprio conhecimento e têm a impressão de que eles não sabem nada. (T.A.)


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