Colégio estadual edite cordeiro marques ensino fundamental e médio



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COLÉGIO ESTADUAL EDITE CORDEIRO MARQUES

ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

Rua José Antunes Moreira nº 546 – Bairro Jardim Filadélfia

Telefone: (42) 3642-1210 e 3642-1594; E-mail: cediteturvo@gmail.com;

site: www.colegioedite.com.br








PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

TURVO-PR

2011

Sumário





  1. 1. APRESENTAÇÃO

Este Projeto Político Pedagógico foi elaborado coletivamente a partir de reflexões e discussões sobre a nossa realidade escolar, a fim de nortear a dinâmica educacional de nosso Colégio.

A necessidade de um projeto político pedagógico na escola antecede a qualquer decisão política ou exigência legal, já que enquanto educadores e membros da instituição, é preciso ter claro a que horizonte se pretende chegar com os nossos educandos, com a comunidade e com a sociedade; sendo que a busca da gestão democrática da escola só faz sentido se estiver articulada a um projeto de democratização da sociedade em geral, partindo de nossas ações locais.

Desta forma o processo de construção deste projeto possibilitou momentos de autoavaliação dos sujeitos envolvidos, gerando instabilidade frente ao futuro, que exige, por si só, inúmeras mudanças. No entanto, a participação coletiva possibilita a horizontalidade, a coletividade, o compromisso de todos, a democracia, a valorização das especificidades e a humanização.

A metodologia utilizada para construção deste projeto, teve como ponto de partida a coletividade no contexto da realidade educacional local, explicitando os interesses da comunidade escolar: agentes educacionais I e II, professores, direção, equipe pedagógica, pais e alunos; de acordo com a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) atual nº 9394/96, no seu artigo 12, que propõe um trabalho coletivo em todas as decisões, formando um trabalho que possa orientar, direcionar e dar sentido ao compromisso assumido coletivamente. Isto é, cabendo a todos, a responsabilidade de elaborar e cumprir o plano de trabalho da escola; construindo assim, o planejamento participativo e a estratégia de ação da escola.
“A educação é um processo social, e em desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida”. (John Dewey)


  1. 2. INTRODUÇÃO


Os princípios que norteiam o Projeto Político Pedagógico partem da LDB 9394/96 e da Constituição Federal de 1988, sendo eles: A igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola; a qualidade do ensino para todos, a gestão democrática, na qual por meio da socialização de ideias e ideais seja possível repensar a estrutura de "poder" da escola.

Nesse aspecto. resgata-se a liberdade e a autonomia tão sonhada por muitos educadores, liberdade que envolve a vontade de aprender, ensinar, pesquisar e criar, construída dentro de um trabalho coletivo de troca de vivências e relações, além de resgatar uma autonomia que indique a possibilidade de criação da identidade da escola, determinada numa relação de interação social, considerada substância para o trabalho pedagógico da escola; e por fim a valorização dos profissionais da educação, de maneira a criar mecanismos de fortalecimento do caminho de uma formação continuada.

Toda sistematização aqui registrada é resultado do consenso coletivo da comunidade escolar até o presente momento, assim sendo, por pressupor que a proposta da escola está constantemente aberta para discussão, proposição e novas mudanças.

Segundo Libâneo (2001, p. 125),

“O projeto pedagógico deve ser compreendido como instrumento e processo de organização da escola", tendo em conta as características do instituído e do instituinte.
Segundo Vasconcellos (1995), o projeto pedagógico:
...é um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita resignar a ação de todos os agentes da instituição (p. 143).
Desta maneira, o conhecimento e a utilização deste material deve ser de todos os membros da comunidade escolar, mesmo daqueles que ainda virão fazer parte dela. A efetivação das ações aqui intencionadas é o nosso maior desafio.



  1. 3. IDENTIFICAÇÃO

3.1. Da Escola


3.1.1. Denominação: Colégio Estadual Edite Cordeiro Marques – Ensino Fundamental e Médio.

3.1.2. Código do Estabelecimento: 41106628

3.1.3. Endereço: Rua José Antunes Moreira, 546 – Bairro Jardim Filadélfia

CEP: 85.150-000 - Município: Turvo Telefones: (42) 3642-1210 e 3642-1595

3.1.4. Ato de Autorização do Estabelecimento: Resolução nº 364/1983 DOE 21/02/1983

3.1.5. Ato de Reconhecimento do Estabelecimento: Resolução nº 4217/1986 DOE 15/10/1986

3.1.6. Aprovação do Regimento Escolar nº 136/2008
3.2. Da Mantenedora
3.2.1. Dependência Administrativa: SEED/PR

3.2.2. Entidade Mantenedora: Governo do Estado do Paraná


3.3. Público alvo:
O Colégio está situado no município de Turvo e atende educandos oriundos das áreas urbana e rural, entre estes Indígenas, remanescentes de Quilombolas, Faxinalenses e Trabalhadores Temporários. Cerca de 55%, utiliza transporte escolar para chegar ao colégio.


  1. 4. HISTÓRICO




      1. 4.1. Aspectos populacionais - Formação étnica e cultural

O Município de Turvo se localiza na região centro-oeste do Paraná, com uma área de 914 km². Foi desmembrado do Município de Guarapuava, do qual era Distrito Judiciário desde 14 de dezembro de 1953, sendo elevado a categoria de município pela Lei 7576 de 12/05/1982, cuja instalação ocorreu em 01/02/1983.

No final do séc. XVIII e início do séc. XIX ervateiros guarapuavanos chegaram em Turvo para explorar a abundante erva-mate existente na região. A estrada que ligava Pitanga a Guarapuava já existia, passando pelo território do atual município de Turvo, onde se estabeleceram famílias de imigrantes. Em 1920 a localidade contava com diversas famílias pioneiras radicadas. Também viviam na região, índios de tribos remanescentes, Kaingang e Guarani, residentes na Reserva de Marrecas e os remanescentes de quilombolas, residentes na Campina dos Morenos, atual localidade de Curitibinha.

Com o passar do tempo, devido às riquezas naturais da região, principalmente a exploração madeireira e a extração da erva-mate, muitas outras famílias foram se estabelecendo na região, dando origem a atual diversidade cultural, étnica e social da população do município. É nesse contexto de diversidade cultural, de tradições e costumes que se insere o Colégio Edite Cordeiro Marques, e é dessa diversidade que se constitui o alunado a que o colégio atende.




      1. 4.2. Histórico da Entidade Escolar

Os antecedentes históricos do Colégio Estadual Edite Cordeiro Marques – Ensino de 1º e 2º Graus, inicia-se aproximadamente em 1932, com classe de alfabetização em casa particular de Frida Rickli Naiverth; em 1938/39, criou-se a Escola Pública Municipal do Rio Turvo, com professores Municipais e Estaduais; em 26/05/71, através do Decreto nº 408, criou-se o Grupo Escolar do Distrito de Turvo. Pela Lei Estadual nº 6170, de 20/10/75, o então “Grupo Escolar de Turvo”, passa a denominar-se “Grupo Escolar Profª. Edite Cordeiro Marques”. Em 22/06/79, houve a criação da Escola Dr. João Ferreira Neves – Ensino de 1º Grau, 5ª a 8ª séries, pelo Decreto Municipal nº 045/79, que tem seu curso de 1º Grau reconhecido pela Resolução Secretarial nº. 3740/81. Esta Escola teve suspensas as suas atividades através da Resolução nº 4408/82, de 12/12/82, retroativo ao ano letivo de 1982. Pela Resolução Secretarial nº 364/83, de 10/02/83, autorizou-se o funcionamento das séries finais do Curso de 1º Grau na Escola Estadual Edite Cordeiro Marques – Ensino de 1º Grau e tem seu Curso de 1º Grau reconhecido pela Resolução nº 4217/86, de 26/09/86. A autorização de seu funcionamento do Ensino de 2º Grau Propedêutico, é dada através da Resolução nº 208/87, de 19/01/87, que dá denominação de Colégio Estadual Edite Cordeiro Marques – Ensino de 1º e 2º Graus. O reconhecimento do Curso de 2º Grau – Educação Geral ocorre através da Resolução nº 3253/90, de 31/10/90. Com a Resolução nº 599/91, de 21/02/91, é dada a autorização para o funcionamento do Curso de 2º Grau – Habilitação Magistério. Com a Resolução 4120/92, de 16/12/92, suspendeu-se em caráter definitivo, as quatro primeiras séries do Curso de 1º Grau. Através da Resolução nº 2315/94, de 02/05/94, foi reconhecido o Curso de 2º Grau – Habilitação Magistério. A partir do dia 09 de julho de 2002, foi executado o processo de cessação da Habilitação Magistério conforme Deliberação 04/99 – CEE, tendo como referência os Artigos 62, 87 e 211º, da Lei 9394/96 – LDB.





      1. 4.3. Patronesse da Escola


Edite Araújo Cordeiro, nasceu no dia 21 de outubro de 1941, em Laranjeiras do Sul – PR. Era filha de Pedro Guimarães Cordeiro e D. Eleonora de Araújo Cordeiro. Seus avós paternos foram: Pedro Mendes Cordeiro e Clotilde Ayres Cordeiro; Avós maternos: Augusto Ayres de Araújo e Deolinda Ayres Fritz de Araújo. Tinha oito irmãos: Darcy, Eroni, Dilceu, Erasmo e Eunice (gêmeos), Esther, Iolanda e Irene.

Casa com Irany Marques, pastor evangélico, em 19/12/1964, passando a residir em Andorinhas, Magé-RJ, onde ficaram quase um ano, retornando ao Paraná, em dezembro de 1965. Deste enlace nasceram quatro filhos: Liliane, Lúcio, Lília, e Lúcia. Com a mudança do esposo para o Turvo a fim de atender à Igreja Presbiteriana, da qual foi membro até o seu falecimento. Sempre procurou criar seus filhos na fé Cristã e no temor de Deus.

Fez o Curso Primário, no Grupo Escolar Estadual de Laranjeiras do Sul, o qual concluiu em 26 de novembro de 1954. Concluiu o Curso Ginasial no Instituto Cristão de Castro - PR, em 1958. Em 1961 conclui o Curso Normal Secundário na Escola Normal Secundária de Laranjeiras do Sul.

Sua vida profissional foi dedicada ao magistério, iniciando como professora tarefeira, nomeada para a Escola Metodista Educacional de Pato Branco - PR; Trabalhou quase um ano num Grupo Escolar Estadual do Rio de Janeiro, na localidade de Andorinhas, onde residiu. Em seguida foi nomeada para trabalhar no Grupo Escolar Antenor Phânfilo dos Santos, na cidade Iporã - PR, ficando ali até fevereiro de 1970. Neste grupo exerceu, também a Secretaria da Escola. Com a mudança da família para Siqueira Campos, foi nomeada para trabalhar no Grupo Escolar Estadual da referida cidade, atuando ali até janeiro de 1972. Por pouco pertenceu ao quadro de professores, do Grupo Escolar do Passeio Público, em Curitiba. De lá fora transferida para a Escola Estadual Newton Albach, em Guarapuava, aonde nem chegou a trabalhar, sendo logo transferida para o Grupo Escolar Estadual do Distrito de Turvo, então Município de Guarapuava, onde atuou como professora, até 1974. Sendo nesta época, a pedido da Associação de Pais e Mestres, nomeada Diretora do Grupo, em face da mudança da professora Olga Molett Andrade para fora do Município.



Faleceu em 15/05/74, às 21h15min, devido a complicações pós-operatórias das duas cirurgias sucessivas a que foi submetida no Hospital São Vicente, de Guarapuava – PR, estando até então no pleno exercício da direção da escola.

Em face do óbito ocorrido em plena função de Diretora, atendendo pedido da comunidade, a Lei 6.710, sancionada pelo Poder Executivo do Estado do Paraná, então Governador Jayme Canet Júnior e pelo Secretário de Estado da Educação, Prof. Francisco Borsari Netto, em 20 de outubro de 1975, após ser aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado, denominou o então Grupo Escolar do Distrito de Turvo em Grupo Escolar Professora Edite Cordeiro Marques, esta nomenclatura passou por sucessivas alterações para se adequarem, às normas e Legislações do Setor Educacional do Estado, sendo agora, Colégio Estadual Edite Cordeiro Marques – EFM.



  1. 5. ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ESCOLAR




      1. 5.1. Demonstrativos de Turmas



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