Cfp aprova novo Código de Ética



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CFP aprova novo Código de Ética

Um código de ética profissional constitui um conjunto de princípios tidos como indispensáveis para a atuação do profissional de acordo com o consenso dos integrantes de uma determinada categoria. A explicitação desses princípios induz o profissional a uma constante reflexão sobre sua prática diante dos preceitos que a categoria define como padrão de atuação.

A existência de normas éticas assegura à sociedade e aos profissionais parâmetros de atuação voltados para o respeito aos direitos fundamentais do ser humano. Um código de ética contempla valores universais e sócio-culturais de uma determinada sociedade.
A sociedade evolui constantemente e, com ela, os preceitos e princípios que norteiam os relacionamentos sociais, onde se inclui os de natureza ética, que servem de bússola para a atuação profissional. Diante deste contexto, de tempos em tempos, torna-se inevitável e indispensável que alterações ocorram no conjunto de normas de conduta no sentido de adequá-las à nova conjuntura social.

O Código de Ética do Psicólogo esteve em processo de reformulação. Este processo iniciou-se em 2003 no XII Plenário do Conselho Federal de Psicologia e teve uma metodologia democrática, fomentando discussões de propostas de reformulação em fóruns regionais que culminaram no II Fórum Nacional de Ética. Foi criada, por aquele plenário, uma comissão composta por psicólogos e professores convidados responsáveis em traduzir os debates nacionais do II Fórum de Ética. O trabalho de reformulação do código foi concluído pela atual Gestão do CFP, após ser submetido à APAF. O novo código de ética entrou em vigor no dia 27 de agosto de 2005 através da resolução do CFP nº 010/05.

A reformulação do CEP teve como base a sua adequação aos novos instrumentos jurídicos (a Constituição Federal, o ECA, o Código de Defesa do Consumidor, o Estatuto do Idoso, as portarias acerca da reforma administrativa, etc.) que surgiram na sociedade nos últimos anos, catalisando uma série de transformações sociais que, dialeticamente, criaram demandas sociais, abrindo-se assim, campos de atuação para o psicólogo e novas práticas psicológicas.




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