Católico adora imagens? Católico adora Nossa Senhora? Os padres podem perdoar os pecados?


Eu sabia que somente a Igreja Católica ensinava a verdade sobre a Eucaristia: a presença real do Cristo na Hóstia e no vinho consagrados



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Eu sabia que somente a Igreja Católica ensinava a verdade sobre a Eucaristia: a presença real do Cristo na Hóstia e no vinho consagrados. É uma longa história contar como foi a minha confissão para minha esposa e filhos... Todos bem integrados no Protestantismo: dois de meus filhos - os mais velhos - como co-pastores em Curitiba. Uma filha estudando Teologia e um outro filho trabalhando também no meio protestante. Isso fica para o meu livreto. Também a reação de meus irmãos protestantes. O que devo dizer é que sofri muito... Minha família também. Fui então procurar um Padre e confessar a ele minha decisão e também dúvidas sobre tantos outros assuntos como: imagens, purgatório, comunhão dos Santos, virgindade perpétua de Nossa Senhora... Deus me guiou ao bom Monsenhor José Lélio Mendes Ferreira, pároco da Igreja de São João Batista, em Atibaia, Estado de São Paulo. Ele me recebeu com muito amor e atenção, o que é próprio desse servo do Deus altíssimo. Apresentou-me ao piedoso e culto Bispo, meu grande e bom amigo, Dom Antônio Pedro Misiara.

Fiz minha caminhada até reencontrar o Cristo na Eucaristia e ver posteriormente filhos fazendo a Primeira Comunhão.

Quando deixei os protestantes era mês de outubro. Fiquei portanto desempregado... Logo as economias se acabaram. Não conseguia emprego, embora professor formado pela Universidade... Tudo porque era final de ano letivo. Sem que Mons. Lélio ou o Senhor Bispo soubesse, eu e minha família ficamos sem alimentos... Como morávamos numa chácara, passamos a comer somente mandioca que ali existia. Acabaram-se as boas amigas mandiocas e ficamos dois ou três dias sem alimento algum. Rezávamos intensamente pedindo ajuda a Deus.

Com muito estudo, descobri na Palavra de Deus - a Bíblia, todas as maravilhosas verdades sobre a Virgem Maria e sobre as santas doutrinas de nossa Igreja Católica. Tudo obra da graça de Deus.

Num desses dias de jejum forçado, uma de minhas filhas, a Susan (na época tínhamos oito filhos e hoje nove, graças a Deus) me disse: “Papai, estou morrendo de fome, mas sinceramente, o meu maior desejo é comer um pedaço de marrom glacê”. É o doce preferido dela. Em resposta e sem pensar lhe disse: “Pois vá ao seu quarto, dobre os seus joelhos e peça a Virgem Maria uma lata de marrom glacê”. Ela respondeu firme: “Pois eu vou pedir agora mesmo, e quero ver se a Virgem Maria ouve mesmo orações”. Um esclarecimento: já éramos católicos, mas dado ao bloqueio psicológico, devido aos anos de pregações ouvidas e livros lidos contra Nossa Senhora, não éramos capazes de rezar a “Ave Maria” ou outra oração mariana, com convicção, com o coração. Tinha Nossa Senhora na mente, mas sabia que faltava vir ao coração. Eu não sei, confesso-o, como transmitir aqui o que se passava comigo nesse sentido. Espero que o leitor me entenda. Voltando ao momento que ouvi aquela resposta de minha filha Susan, minha esposa que também ouviu o que havia dado como resposta à Susan, disse-me: “Você não devia ter dito isso, pois a Susan pode pedir uma lata de doce marrom glacê e não receber. Quem sabe Deus quer provar mais ainda nossa fé”. Ela tinha razão e muito séria, o que contarei no meu livreto. Respondi então, à minha esposa: “ Vamos, então, para o nosso quarto pedir a Nossa Senhora que não permita a Susan perder sua fé, tão nova e ainda tão pequena”. Susan já estava fazendo o pedido em seu quarto. Eu e minha esposa nos ajoelhamos em nosso quarto, e, rezamos uma “Ave Maria” e uma oração espontânea dirigida à Virgem Maria. Pedimos que guardasse a fé de Susan. É claro que não pedimos o marrom glacê.

No outro dia de manhã, alguém bate palmas lá no portão de entrada de nossa chácara. Pelo vitrô vi que era um jovem de barbas e com um crucifixo bem visível numa corrente ao pescoço. Vi logo que não eram os meus irmãos protestantes que novamente vinham discutir a Bíblia comigo, na vã tentativa de me demover de ser católico. Meu filho Alden correu e abriu o portão. Ele, o jovem, se fazia acompanhar de uma também jovem senhora. Estavam num carro “fusca” amarelo. Eu, esposa e filhos já estávamos na varanda para recebê-los. O jovem então disse: “Pastor Francisco, eu sou o Padre José Carlos Brilha (o meu bom amigo Padre Brilha!) e essa é a “Magui” (apelido carinhoso de Maria Guilhermina Michele)”. Disse então, do prazer em conhecê-los. Ainda na varanda, Magui me disse, que estava trazendo de presente para nós alguns alimentos.

Mal acabando de dizer estas palavras, abriu a porta de seu carro do lado do motorista, reclinou o banco e de uma das caixas que se encontravam sobre o banco traseiro, retirou uma lata de e olhando para minha filha Susan, disse: “E essa lata de doce foi Nossa Senhora que lhe mandou”. Era uma lata de marrom glacê!

Nossa Senhora atende orações sim. Ali estava a prova. Ela atendeu o pedido de Susan.

Oito filhos, e abaixo de Susan um filho e uma filhinha. Por que logo para Susan? Sim, eu sei a resposta. Era a Mãe do Céu que queria entrar no meu coração, no coração daquela família. Não bastava tê-la em nossa mente. Aquele momento foi de lágrimas e de louvor ao Altíssimo Deus por nos ter dado tão sublime Mãe. Naquele momento, nosso amor e nossa fé na Virgem Maria cresceu profundamente. Foi como o desabrochar de uma flor. Desde aquela data, estamos trabalhando no Reino de Deus, falando das glórias da Virgem Maria onde quer que vamos. Muitas e muitas graças eu e minha família temos recebido pelas mãos de Nossa Senhora.

Pelas mãos da Mãe do Céu viemos residir em Anápolis, Goiás, e aqui pelas mãos santas do nosso muito amado Bispo Dom Manoel Pestana Filho, esse culto e inteligente defensor da sã doutrina, nosso orientador espiritual, nosso líder da fé, recebemos a Ordenação ao Diaconato Permanente. Somos Diáconos de Cristo a serviço de Nossa Senhora. Sou Diácono da Virgem Maria. Glória a Deus!



Penso que os leitores entenderam agora a razão do título que dei à Virgem Maria neste artigo. Voltaremos se Deus permitir, a falar das glórias da Virgem Maria”.




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