Caderno 1 a graçA, deus, jesus, o espírito ir. Giovanni Bigotto termo de apresentaçÃO


TEXTOS 1. É o Espíritu que reza em nós



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TEXTOS

1. É o Espíritu que reza em nós

Na oração o homem não está sozinho para um exercício de ginástica mental... Não é algo que nós criamos, mas algo que o Espírito cria em nós. Não é uma ação do homem, mas são os gemidos do Espírito que sopra em nós e que, sem sabermos de onde vêm nem para onde vão, nós recolhemos. Por isso, por Ele e nEle somente podemos atrever-nos a chamar a esse ‘Tu’ absoluto que antes designávamos com a palavra inefável e única: Abba, Pai. Quer dizer, confraternizando com o único que é Filho, com Aquele que esgota a paternidade do Pai, com Jesus, configurados pelo Espírito de Jesus, podemos invocar e clamar: Abba, Pai, do íntimo do nosso coração...

Pedir o exercício e a prática da oração não é mais do que pedir a congruência com a mais profunda dimensão da natureza humana e do ser cristão nascido no plano e pelo plano salvífico de Deus. Recusar essa oração é manifestar a incongruência consigo mesmo e a debilidade duma vida cristã ou, pior ainda, reduzir o cristianismo a um humanismo horizontal. Voltamos ao mesmo: os meios e as fórmulas podem mudar, inclusive notavelmente – e sobre isso decidirá a Assembléia Capitular; porém o que não pode desaparecer é essa seriedade e profundidade duma vida de oração, que é necessidade de expressão, prova de vida interior e de madura personalidade.

(Circular de 2-1-1968: Apelos do Concílio ao nosso Capítulo Especial, pp. 601-602.)




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