Caderno 1 a graçA, deus, jesus, o espírito ir. Giovanni Bigotto termo de apresentaçÃO



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4. O Senhor que vive em nós

Não se deve esquecer que a Vida Religiosa não senão a vida evangélica de Jesus Cristo derramada em nossos corações e trabalhada constantemente pelo Espírito Santo. E é uma alegria saber que nenhum de nós ficará sem ter atingido essa plenitude de vida espiritual. Ninguém ficará com uma vida espiritual embrionária, bloqueada no nível do apelo. É justamente por isso que existe o purgatório, que é uma graça pela qual é preciso bendizer o Senhor. Porque é Ele que não nos permite ficar a meio caminho nesse trabalho de transformação, de cristificação de nossa vida para nos tornar inteiramente amáveis e objetos do amor do Pai. Não simplesmente desse amor que nos tem ‘a prióri’, mesmo quando somos pecadores, mas do amor que terá por nós no céu, quando tivermos atingido nossa plena estatura; quando seremos inteiramente transformados em seu Filho, quando então poderá dizer ao ver-nos; “É completamente ele”.

Portanto, a mais consoladora das verdades é que nenhum de nós chegará ao céu sem concluir sua total cristificação. Todos aqueles que, no momento da morte, não tiverem concluído essa transformação, serão purificados pelo Senhor, e seu coração será transformado até tornar-se a imagem perfeitamente resplandecente do Filho. E é uma alegria pensar que, apesar de nossas misérias, nossa pobreza e tudo, a graça do Senhor triunfará. É isso que faz do purgatório uma grande graça... Não é uma punição, mas o aperfeiçoamento do trabalho da graça...

Portanto, essa vida divina que nos é transmitida se desenvolve em nós por um dinamismo, um crescimento contínuo. Não necessariamente uma linha de crescimento perfeito, não sofrendo nenhum transtorno, nem afrouxamento nem sinuosidade, mas podemos estar seguros que essa vida cresce sem cessar em nossas almas. Eis por que nunca podemos nos permitir bancar o fariseu, dizendo: “Pronto, terminei o trabalho de minha perfeição, atingi o ideal”. Não estamos mais sob a fé antiga, em que bastava fazer alguns gestos que seriam uma espécie de aspirina, permitindo à consciência de se declarar satisfeita, dizendo: “Agora sou justo, estou em paz com Deus’.

Deus nos pede agora uma justiça evangélica que consiste em escutar e responder; em trabalhar no sentido de sua graça, que é sempre operante em nós para a subida da vida espiritual... E como esta vida é uma vida a dois: “Ele que vive em mim, e eu que vivo nEle”, ela se torna diálogo, como toda vida de amor. Esse diálogo poderá às vezes ser mudo, porque em amor, muitas vezes os gestos são suficientes. Pode-se até chegar a se compreender e a dialogar sem gestos. (Appel au dépassement, retiro de 1970, Natureza dinâmica da vida evangélica em nós, pp. 1-2, Canadá).



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