Caderno 1 a graçA, deus, jesus, o espírito ir. Giovanni Bigotto termo de apresentaçÃO



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4.2. Jesus, o beijo de amor do Pai
Basílio afirma-o magnificamente na sua Circular sobre A Obediência: “O cristianismo não é outra coisa do que o beijo histórico que o Pai dá à humanidade na pessoa de Jesus e que prolonga, depois, por seu Espírito. O Pai é amor e, como diz S. João, ‘amou-nos a tal ponto que enviou-nos seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados’ (1Jo 4, 10). A essência, o âmago, o tudo do cristianismo, é o amor; um amor que brota um pouco no Antigo Testamento, mas que se manifesta em plenitude em Jesus Cristo. Esse amor do Pai pela humanidade vai culminar numa aliança total – a aliança em Jesus, aliança no Espírito Santo – para fazer-nos entrar no âmago do amor”.41 E esse amor traz como fruto a união, a paz, a amizade. Na Circular de 2-1-1968, Os Apelos do Concílio, ele vê ainda Jesus como o beijo do Pai ao homem: “Sim, não se pode jamais esquecer que a religião cristã não é produto fabricado pelo homem; é Deus que se comunica ao homem. O homem não é um Prometeu que rouba o fogo do céu; é criatura que recebe, em Jesus Cristo, o beijo de amor do Pai e a redenção por amor”.42 Em “Um novo espaço para Maria”, Basílio apresenta uma reflexão surpreendente, mas exata: “Na vida de Jesus, há uma série de episódios contingentes. O Cristo, por exemplo, teria podido não nascer em Belém, não ter sido obrigado a fugir para o Egito, não ter tido um encontro com a Samaritana ou uma refeição com Zaqueu. Mas há algo que é essencial, constitutivo, na vida do Homem-Deus-Redentor: é sua Páscoa. Devia morrer e ressuscitar para reunir os homens e fazê-los entrar consigo, libertos do pecado e da morte, na comunhão definitiva de seu Pai”.43




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