Basquetebol escolar



Baixar 32,81 Kb.
Encontro12.03.2018
Tamanho32,81 Kb.

Basquetebol escolar


Com a evolução tecnológica, o basquetebol sofreu mudanças significativas no decorrer das últimas décadas. Nos dias atuais, o jogo de basquetebol está mais dinâmico, necessitando, com mais premência, de decisões rápidas diante das ações dos adversários, exigindo novas metodologias para o treinamento físico e inovações para o treinamento técnico-tático, além de outros fatores pertinentes ao treinamento, como aspectos psicológicos – preparação para as competições – e complementares – o apoio de outras áreas, como da fisioterapia, da medicina desportiva, entre outras. No processo de ensino-aprendizagem do basquetebol, pretende-se desenvolver as capacidades físicas e a aprendizagem das técnicas e estratégias táticas, gerais e especiais, para os alunos/atletas das fases de iniciação e aperfeiçoamento. Deve-se considerar a organização pedagógica dos conteúdos de forma planejada para a aplicação prática, os quais podem ser embasados nos estudos sobre o treinamento desportivo e no ensino dos jogos desportivos coletivos nesse caso específico o basquetebol, almejando a educação e a formação dos alunos nos aspectos individuais e coletivos que completam o jogador.

A função do técnico de basquetebol

O professor/técnico deve conceber o ensino do basquetebol como uma prática pluralista e desenvolvê-lo de acordo com suas manifestações, seus significados, seus ambientes, e em conformidade com os comportamentos dos personagens que o praticam, independentemente dafaixa etária destes. Sendo assim, vários são os motivos que devem corroborar para tornar o ambiente de prática motivador e que, no caso específico do basquetebol, as crianças e os adolescentes aprendam, gostem e continuem a praticá-lo freqüentemente, independentemente de tornarem-se talento.
A prática do basquetebol, nas ruas, nas quadras poli-desportivas, nos morros ou em outros locais onde acontece a aprendizagem (pedagogia da rua) entre os próprios praticantes sem a presença do técnico ou professor, como acontece no futebol, torna o desenvolvimento das habilidades básicas importantes para a especialização no basquetebol. A especialização é, por sua vez, uma função árdua para o agente pedagógico ensina os princípios do jogo de basquetebol, como demonstramos com clareza nos itens da figura 1.

Podemos ressaltar, pelo método comparativo, um exemplo para o ensino formal, cuja estrutura relaciona o cenário com a escola, os objetivos com a iniciação desportiva, os personagens com os alunos e a modalidade com o basquetebol. Outro exemplo pode ser atribuído para o ensino não formal, no qual a estrutura relaciona o cenário com o clube desportivo, os objetivos com a especialização desportiva, os personagens com os atletas e a modalidade sendo o basquetebol.


FIGURA ( ) Cenário, objetivos e personagens na prática do basquetebol


Fonte: Adaptado de Paes (1999), apud Oliveira (2002).

Nesse pensamento, estaremos direcionando, de forma pedagógica, o processo de ensino de acordo com cada cultura. No ensino do basquetebol, seja para iniciantes, atletas especializando-se ou para atletas profissionais, o técnico necessita compreender em qual cenário ele atua, quais são as condições físicas/materiais, entre outras, para visualizar nitidamente suas responsabilidades e funções e traçar os objetivos de seu trabalho. No entanto, deve-se observar oquê, para quê, para quem, quando e como ensinar algum princípio, evitando contradições entre seus objetivos e metas com a realidade específica de cada cenário.

FIGURA ( ) O Técnico e os demais envolvidos no ambiente de trabalho

Fonte: adaptado de Paes (1999), apud Oliveira (2002).

O técnico precisa, portanto, ser professor, devendo, sobretudo, preocupar-se com as questões educacionais, utilizando o basquetebol como alternativa educacional. Segundo Paes (1999), ensinar somente a técnica e a tática pode não ser suficiente; cada técnico diferencia-se pela visão abrangente que tem do seu trabalho, e, mesmo possuindo sua própria filosofia, deve, contudo, adquirir os conhecimentos básicos da vida biológica e cultural de seus aprendizes. Com a somatória desses conhecimentos aliada as suas experiências práticas, o técnico pode tornar-se um agente pedagógico e um técnico vencedor. Acreditamos que, para tornar possível esse fato, é de fundamental importância que o técnico e os demais envolvidos no processo de ensino compreendam a relevância as relações que ocorrem no ambiente de iniciação e especialização do basquetebol, como demonstrados na figura

Sugestões metodológicas e pedagógicas para o ensino do basquetebol na etapa de iniciação em basquetebol em suas respectivas fases de desenvolvimento

Nossa proposta, para o ensino do basquetebol, visa ao desenvolvimento das capacidades físicas, aprendizagem tático-cognitiva e habilidades do jogo (técnicas) tanto para o ensino formal quanto para o ensino não formal. Denominamos a proposta de iniciação desportiva em basquetebol, e a subdividimos em três fases: I, II e III.


O quadro 1 demonstra nossa proposta para a iniciação em basquetebol com suas respectivas fases, as categorias disputadas nos campeonatos municipais e estaduais, e as idades cronológicas, correspondentes afaixa escolar, podendo ser utilizada pela escola formal ou por outras agências desportivas do ensino não formal.


Quadro 1- Fases, categorias, idades cronológica, faixas escolares, idade biológica e os objetivos para as fases de iniciação em basquetebol


|Fases | I | II | III |
|Categorias | Pré-mini |Mini e mirim |Mirim – infantil |
|Idade cronológica |7-10-11 |11-12-13 |13-14-15 |
|Faixa escolar |1a à 4.ª séries |5a, 6a e séries |7a e 8a séries |
|Idade biológica |Primeira e segunda infância |Primeira idade puberal |Pubescência |
| |Primeiros contatos com o jogo de |Aprendizagem diversificada |Automatização e refinamento da |
| |Basquetebol – o mini-basquete |dos conteúdos do basquetebol |aprendizagem inicial e vivência |
|Objetivos para cada fase | | |de novos conteúdos do |
| | | |basquetebol |

A Fase de iniciação I

A fase I marca os primeiros contatos da criança da primeira à quarta série do ensino fundamental, com idades entre 7 e 10 anos, para a estimulação da prática da modalidade basquetebol. Acreditamos que a aprendizagem dos fundamentos e o desenvolvimento das capacidades podem se dar de maneira recreativa, por meio de jogos com alterações nas regras, e nos objetivos, adaptando-os à realidade decada cenário e às necessidades dos alunos, observando a disponibilidade dos recursos materiais e humanos.
Os jogos reduzidos, pré-desportivos, e as brincadeiras adaptadas podem ser utilizados como facilitadores do ensino, pois possibilitam adequar as atividades à vivência motora dos alunos ou participantes e podem ser realizados na escola, no clube ou em qualquer outro local, em função da sua ação recreativa. Proporciona-se, assim, maior motivação na prática, facilitando o aprendizado, envolvendo um grande número de crianças. A pretensão, nessa fase do processo, não é levar em conta os níveis físico e técnico-tático, mas propiciar a aprendizagem das regras básicas do jogo, bem como utilizá-lo como alternativa educacional, integrando e desenvolvendo o gosto dos participantes pelo jogo de basquetebol.

A Fase de iniciação II

A Fase II no processo de desenvolvimento, deve ocorrer aproximadamente aos 11 e 12 anos de idade; os pré adolescentes deverão estar cursando a quinta ou a sexta séries do ensino fundamental; equivalente às categorias pré-mini e mini no ensino não formal, correspondente à aprendizagem das finalizações, arremessos, ao rebote ofensivo e defensivo associados aos conteúdos fase anterior de aprendizagem enfatizados na prática pedagógica de nossa proposta.

A fase de iniciação III


O período de desenvolvimento que nomeamos fase III tem como alvo os alunos da 7a e 8a séries do ensino fundamental, com idade aproximada de 13 a 14 anos. Nessa fase, reiteram-se os conteúdos assimilados anteriormente, automatizando-os e refinando-os, obtendo novos conceitos, os quais contemplam as situações de jogo, transição, corta-luz e sistemas ofensivos e defensivos.

As fases I e II correspondem ao estímulo e aprendizagem dos conteúdos do basquetebol. Torna-se imperativo, na fase III, a continuidade do ensino dos conteúdos das fases anteriores, praticandoos fundamentos em situações próximas do jogo formal. A execução desses princípios deixa de ter um caráter individual, transformando-se em ações coletivas, nas quais o movimento realizado por um jogador/aluno traz benefícios diretos aos companheiros de equipe. Os fundamentos individuais são constituídos coletivamente, realizados no tempo e espaço e deverão ser adequados às ótimas capacidades do jogo moderno.


Quadro 2- Fases, idades e conteúdos para o desenvolvimento das capacidades físicas e aprendizagem da técnica e tática nas fases de iniciação em basquetebol


| | |CAPACIDADES FÍSICAS | | |
|FASES |IDADE | |TÉCNICA |TÁTICA |
|Iniciação (I) |7-8 a 9-10 |Coordenação, saída rápida, |Manipulação e recepção da|Primeiros jogos de noções de|
| | |parada brusca, mudança de |bola, passe e drible |organização e domínio dos |
| | |direção e flexibilidade | |espaços livres |
|Iniciação (II) |11 a 12 |Início da resistência da |Finalização e fundamentos|Início dos sistemas de |
| | |rapidez, início da resistência |sincronizados |defesa e ataque |
| | |aeróbia | | |
|Iniciação (III) |13 a 14 |Início da resistência de força |Situações de jogo 1x1, |sistemas defensivos e |
| | |rápida, inicio da força |2x2, 3x3, 3x2,4x3|ofensivos, por |
| | |explosiva | |posicionamento |

Sugestões pedagógicas e metodológicas para o treinamento físico e técnico- tático em Basquetebol em diferentes fases

Sugerimos, para a etapa de treinamento especializado em basquetebol, uma proposta que atenda ao ensino formal e não formal, na qual elegemos três fases para seu desenvolvimento. Essas fases correspondem às categorias, às idades em que são disputadas as competições nas agências do ensino não formal, à idade escolar do ensino formal, com base na idade biológica e de acordo com os objetivos específicos para cada fase, já expostos neste estudo. Ressaltamos que, nesse período, a proposta para o treinamento especializado em basquetebol vise às fases de especialização I e II, à busca da especialização dos gestos motores (técnica), à capacidade estratégico-cognitiva, à tática e à capacidade física. Compreendemos que nesse período os atletas, ano a ano, aperfeiçoam e aprofundam suas capacidades e qualidades, aproximando-se do profissionalismo (denominado neste estudo de fase III), almejando a obtenção e manutenção dos resultados superiores nos campeonatos estaduais, nacionais e internacionais, conforme apresentamos no quadro 15.

Quadro 3- Fases, categorias, idade cronológica, faixas escolares, idade biológica e os objetivos para as fases de treinamento especializado em basquetebol

|Fases |T.E nível I |T.E nível II |T.E nível III |
|Categorias ensino não formal |Infanto e cadete |Juvenil e sub 21 |Adulto |
|Idade cronológica |15, 16 e17 anos |18,19 e 20 anos |Acima de 20 anos |
|Faixaescolar do ensino formal |1.º ao 3.º ano colegial |Universitário |Universitários profissionais |
|Idade biológica |Segunda idade puberal |Adolescência |Adulta |
|Objetivos para cada fase |Aperfeiçoamento e aprofundamento |Direcionamento e aproximação |Resultados superiores |

Acreditamos que o sucesso dos jogadores de basquetebol, em nível estadual, nacional e internacional, depende de múltiplos fatores; um deles é o sistema de treinamento, o qual visa, nas fases de especialização no basquetebol no ensino formal e não formal, à busca dos resultados desportivos.

A preparação especializada do jogador de basquetebol, neste estudo, acontece fundamentalmente, de forma pedagógica; o desenvolvimento das capacidades físicas e o aperfeiçoamento das técnicas e táticas sugeridas são apresentados no quadro.
Quadro 4- A preparação dos jogadores de basquetebol na etapa de treinamento especializado. Sugestões para o desenvolvimento das capacidades físicas e o aperfeiçoamento da técnica e tática.

| | |CAPACIDADES FÍSICAS | | |


|FASES |IDADE | |TÉCNICA |TÁTICA |
|Treinamento |15 a 17 |Resistência de força, |Aperfeiçoamento |Aperfeiçoamento nas funções |
|Especializado (Nível I) | |resistência aeróbia, início da|dos fundamentos |especificas e nos sistemas de |
| | |força explosiva máxima |individuais de grupo e |ataque e defesa |
| | ||coletivo | |
|Treinamento |18 a 20 |desenvolvimento da força | |Aprofundamento nas funções |
|Especializado (Nível II)| |máxima, velocidade máxima, |Aprofundamento dos conteúdos |específicas e nos sistemas |
| | |resistência anaeróbia máxima |individuais de grupo e |defensivos e ofensivos |
| | | |coletivo | |
|Treinamento |Acima de 20 | Melhores resultados da força |Perfeição máxima na execução |Capacidades ótimas de decisão:|
|Especializado (Nível | |máxima, velocidade máxima, |dos fundamentos individuais de|individual, em grupo e |
|III) | |resistência aeróbia e anaeróbia|grupo e coletivo |coletivamente sem necessidade |
| | |máxima | |de ter jogadas |
| | | | |pré-determinadas |

No quadro 4- demonstramos de forma sistemática nossas sugestões para o treinamento especializado em basquetebol Esperamos que, a partir do momento que os adolescentes optem pela dedicação exclusiva nos treinamentos e competições em basquetebol, o técnico conduza o processo de treinamento, valorizando as competências básicas dos atletas, aprimorando-as e desenvolvendo novas competências de forma contínua. Sugerimos ainda, que sejam feitas as seleções permanentes para as seleções brasileiras, desde as categorias infanto-juvenis até a adulta. Não podemos ignorar que alguns atletas das seleçõesnacionais não permanecem no processo; não obstante, as bases continuam através da participação nos campeonatos internacionais, como o sul-americano, o pan-americano, os mundiais e os olímpicos, renovando sucessivamente e dando oportunidades para novos talentos.

Considerações finais

Ao finalizar as idéias propostas inicialmente neste artigo as quais esperamos que abram caminhos e de alternativas para novas discussões na área do basquetebol e no campo da pedagogia da iniciação e treinamento onde nesse caso elaboramos uma proposta que oriente o ensino do basquetebol. As inter-relações estabelecidas pelos técnicos com o ambiente no qual interagem poderão ser favoráveis se estes promoverem intervenções positivas no processo ensino-aprendizagem, conscientizando seus atletas a entenderem a complexidade do ambiente desportivo e a buscarem o diálogo constante com todos os que fazem parte desse ambiente; compreendendo as reações positivas e negativas dos seres humanos, criando, aos poucos, um ambiente favorável, independentemente de seu nível de atuação.


Por enquanto sugerimos que outros estudos sejam realizados no campo da pedagogia da iniciação e do treinamento em basquetebol para complementar nossas idéias e aumentar os debates, pois consideramos nossa proposta precursora, na união das áreas e na caminhada para contribuir com o sistema de treinamento do basquetebol brasileiro em todos os níveis. No entanto, necessitamos, ainda, de mais estudos sobre os sistemas de fatores complementares e, particularmente, do sistema de competições, visto que devemos planejar o sistema de treinamento com base nesses dois fenômenos, para a preparação, em longo prazo, desde os eventos sul-americanos, nas categorias infanto-juvenis, juvenis até a adulta, para os campeonatos mundiais e jogos olímpicos.

Referências Consultadas

ALMEIDA, M.B. Basquetebol. Rio de Janeiro, Sprint, 1997.ASTRAND, P. O. Crianças e adolescentes: desempenho, mensurações, educação. In: Revista Brasileira de Ciência do Movimento. Vol. 6, n.º 2, São Caetano do Sul, FEC do ABC, 1997.

BALBINO, H.F. Jogos desportivos coletivos e os estímulos das inteligências múltiplas: Bases para uma proposta em Pedagogia do Esporte. Dissertação de Mestrado, Campinas, 2001.

BARBANTI, V. Treinamento físico: bases científicas. São Paulo, CLR Baliero.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.

BAYER, C. O ensino dos desportos coletivos. Paris: Vigot, 1994.

BENTO, J.O. A criança no treino e desporto de rendimento. Revista Kinesis, v.5. n.1., p. 9-35, 1989.

BLOOM, B.S. Developing talent in young people. New York: Ballontine books, 1985.

BÖHME, M.T.S. O treinamento a longo prazo e o processo de detecção, seleção e promoção de talento. Revista Brasileira de Ciência do Esporte. v. 21, n.2/3. p. 4-10, 2000.

BOMPA, Tudor O. Treinamento total. 1.ª ed. São Paulo: Manole, 2002.

____________. A periodização no treinamento desportivo. 1.ª ed. São Paulo: Manole, 2001.


____________. Periodização: teoria e metodologia do treinamento. 4.ª ed. São Paulo: Phorte, 2002.

BOSC & GROSGEORG. El treinador de Baloncesto conocimientos teóricos, táticos y pedagógicos: himano Européia S/A, Barcelona España, 1981.

BOTA, I.; COLIBABA -EVULET, D. Jogos desportivos coletivos: teoria e metodologia. Lisboa: Instituto Piaget, 2001.

BRONFENBRENNER, V. Examining lives in context: Perspectives on the ecology of human development (In: moen et al. eds) Washington American Psychological Association, 1995. 675 p. Cap. 18, p. 599-618.


CAMPBELL L. et al. Ensino e aprendizagem por meio das inteligências múltiplas. 2.ª ed., Porto Alegre: Artes Médicas, Sul, 2000.

CARDOSO, M.H. II Jornada paranaense de Educação Física. Cetepar, Curitiba, 1989, apostila xerocopiada.

CARVALHO, W. Basquetebol: Sistemas deataque e defesa. Sprint: Rio de Janeiro, 2001.
CRATTY, B.J. Psicologia no esporte. 2 ed. Rio de Janeiro: Prentice-hall, 1984.

CSIKSZENTMIHALYI, M.; RATHUNDE, K.; WHALEN, J. Talented teenagers: The roots of sucess & failure. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.

DAIUTO, M. Basquetebol: Metodologia do Ensino. São Paulo: Ed. Esporte e Educação, 1974.

DANTAS, E.H.M. A prática da preparação física. 4.ª edição, Rio de Janeiro, editora Shape, 1995.

DARIDO, S.C., CHRISTOFOLETTI, J. Análise do desempenho da jogadora Hortência: Aspectos desenvolvimentistas. In: XIX Simpósio Internacional de Ciências do Esporte: Saúde e Desempenho. Anais… São Caetano do Sul-SP`, 1994, p. 197.

FERREIRA, A. Basquetebol: técnicas e táticas: uma abordagem didático-pedagógica. São Paulo: EPU Editora da Universidade de São Paulo, 1987.

FILIN, V.P. Desporto juvenil: Teoria e metodologia/ Adaptação científica Antonio Carlos Gomes – 1.ª edição, Londrina: Centro de informações esportivas, 1996.

FRIGATO, R.P.D. A importância da relação interpessoal entre professor-aluno, técnico atleta no processo de iniciação desportiva e treinamento universitário na modalidade desportiva Basquetebol. Monografia de Graduação. F.E.F. Unicamp, Campinas, 2000.

GALLAHUE, D.L., OSMUN, J.C. Understanding Motor development: Infants, Children, Adolescenters, Adults, Dubuque: BROWM & BENCHMARK PUBLISHERS, 1995, pág. 570.

GARDNER, H. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994.

____________. Inteligências múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
____________. Inteligências: um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.

GARGANTA, J. Para uma teoria dos jogos desportivos coletivos. In: GRAÇA, A.; OLIVEIRA, J. (Eds). O ensino dos jogos desportivos coletivos. 3 ed. Lisboa: Universidade do Porto, 1998.

GOLEMAN, D.Inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1994.

GOMES, A.C. Treinamento Desportivo: Estruturação e periodização. Porto Alegre: Artmed, 2002. :


____________. Treinamento Desportivo: Princípios, meios e métodos. 1 ed. Londrina-PR: Editora Treinamento Desportivo, 1999.

____________; TEIXEIRA, M. Esportes: projeto de treinamento. Londrina-PR: CID, 1997.


GRECO, P.J.; BENDA, R.N. Iniciação esportiva universal: da aprendizagem motora ao treinamento técnico. Belo Horizonte: UFMG, 1998.

GROSSER, M.; BRÜGGEMANN, P.; ZINTL, F. Alto rendimento deportivo: Planificación e Dessarollo. Barcelona: Martinez Roca, 1989.

GUEDES, D.P., GUEDES, J.E.R.P. Crescimento, composição corporal e desempenho motor de crianças e adolescentes. São Paulo: Balieiro, 1997.

HAHN, E. Entrenamiento com niños: teoria: práctica, problemas específicos. Barcelona: Martinez Roca, 1989.

HERCHER, W. Basquetebol. Editora Estampa, Lisboa, 1982.

JACKSON, P. Sacred hoops: spiritual lessons of a hardwood warrior. New York, NY. Hyperion, 1995.

KIRKOV, D.V. Entreinamiento del basquetbolista. Buenos Aires: Stadium, 1984.

KREBS, R.J. Da estimulação à especialização motora. Revista Kinesis, n.º 9, pág. 29-44, 1992.


KONZAG, I. A formação técnico-táctica nos jogos Desportivos Colectivos. Revista Kinesis, n.º 10, p.45-49, 1992.

LUZ, N. Manual do basquetebol. Araçatuba, 1984.

MALINA, R.M. Physical growth and biological maturation of young athletes. Exercise and sport science reviews. v. 22, p. 389-433, 1994.

_____________; BOUCHARD, C. Growth, maturation, and physical activity. Champaign: Human Kinetics, 1991.

MATVEEV, L.P. Treino desportivo: Metodologia e Planejamento, F.M.U. Phorte Editora, Guarulhos, 1997.

MESQUITA, I. Pedagogia do Treino: a formação em jogos desportivos coletivos. Livros Horizontes, Lisboa, 1997.

MONTAGNER, P.C. Esporte de competição x Educação “O caso do Basquetebol”Universidade Metodista de Piracicaba: Dissertação de Mestrado de pós-graduação, 1993.
MUSCH. E. A.; MERTEND, B. L’enseignement des sports collectifs: une concéption elaborée à I ISEP de 1.ª Université de Gand, Révue de l’Education Phisique, 31, 7-20, 1991.

NAHAS, M.V. et al. Crescimento e aptidão física relacionada à saúde em escolares de 7 a 10 anos – um estudo longitudinal. Revista Brasileira de Ciência do Esporte. v. 14, n. 1, p. 7-17, 1992.

OLIVEIRA, M. Desporto de base. São Paulo, 1998.

OLIVEIRA, P. R. O efeito posterior duradouro de treinamento (EPDT) das cargas concentradas, investigação a partir de ensaio com equipe infanto-juvenil e juvenil de voleibol: Tese de Doutorado, Campinas, 1997.

_______________.; ARRUDA, M. Crescimento, desenvolvimento e aptidão física. Campinas, São Paulo: CODESP, 2000.

OLIVEIRA. V. O processo de ensino dos jogos desportivos coletivos “ um estudo acerca do basquetebol” Dissertação de Mestrado Unicamp Campinas são Paulo 2002


_______________.; OLIVEIRA, V. O processo do desenvolvimento do talento: O caso do basquetebol. XII Congresso Brasileiro de Ciência do Esporte, 2001, Caxambu, Anais… p. 198.

PAES, R.R. Aprendizagem e competição precoce: “O caso do Basquetebol”, Universidade Metodista de Piracicaba: Dissertação de Mestrado, 1989.

___________. Aprendizagem e competição precoce: o caso do basquetebol. Campinas: Ed. da Unicamp, 1996.

____________. Educação Física Escolar: o esporte como conteúdo pedagógico no ensino fundamental. Canoas: Ed. ULBRA, 2001.

___________. Esporte competitivo e Espetáculo esportivo: Fenômeno esportivo e o III Milênio. Piracicaba, Unimpep, p. 33-39.

____________. Esporte Educacional. I, II Congresso Latino Americano de Educação Motora. Anais… p. 109-113, Foz do Iguaçu, 1998.

____________; MONTAGNER, P.C. Apostila de Basquetebol. Faculdade de Educação Física, Unicamp, Campinas, 1999.

SCHIMIDT, R.A. Aaprendizagem motora. São Paulo, Movimento, 1993.


______________.; WRISBERG, C.A. Aprendizagem e performance motora: uma abordagem da aprendizagem baseada no problema. Porto Alegre: Artmed, 2001.

TANI, G. Aspectos básicos do esporte e a Educação Motora. I, II Congresso Latino Americano de Educação Motora. Anais… 115-123, Foz do Iguaçu, 1998.

__________; et al. Educação Física Escolar: Fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista. São Paulo: EPU, 1998.

TANNER, J.M. Crescimento físico. In: CARMICHAEL, L.; MUSSEN, P.H. Manual de psicologia da criança. São Paulo: Edusp, v.1: Bases biológicas do desenvolvimento, 1975.

TEODORESCU, L. Problemas de teoria e metodologia nos jogos desportivos. Lisboa: Livros Horizonte, 1984.

VIDAL, Ary. Basquetebol para vencedores. Porto Alegre: Rigel, 1991.

VIEIRA, J.L.L. O processo de abandono de talentos do atletismo do estado do Paraná: Um estudo orientado pela teoria dos sistemas ecológicos: Tese de doutorado, Santa Maria, 1999.

VIEIRA, L.F. O processo de desenvolvimento de talentos paranaenses do atletismo: Um estudo orientado pela teoria dos sistemas ecológicos: Tese de doutorado, Santa Maria, 1999.

VENDRAMINI, A.C. Projeto pedagógico de iniciação esportiva do Centro de Excelência de Basquetebol do Paraná: Apostila do Curso de Mestrado; Disciplina de Pedagogia do Esporte, Campinas, 2002.

TRIVINOS, A. N. D. Introdução à pesquisa em ciências sociais. 1987.

UGRINOWISTCH, C. American Sport Education program: ensinando basquetebol para jovens. 2.ª ed., São Paulo, 2000.

WEINECK, J. Biologia do esporte, Editora Manole, São Paulo, 1991.

WEINECK. Treinamento ideal. São Paulo: Ed. Manole, 1999.

WINNER, R.E. Crianças superdotadas: mitos e realidades. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.



ZAKHAROV, A. A ciência do treinamento desportivo/ Adaptação técnica Antonio Carlos Gomes, 1.ª edição, C.J. Grupo palestra sport, 1992.


Compartilhe com seus amigos:


©psicod.org 2017
enviar mensagem

    Página principal