Atendimento numa rede oncológica: qualidade de vida na perspectiva de pacientes com câncer de mama autores: Patrícia Cândido Alves



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ATENDIMENTO NUMA REDE ONCOLÓGICA: QUALIDADE DE VIDA NA PERSPECTIVA DE PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA
Autores: Patrícia Cândido Alves; Eliane Mara Viana Henriques; Helena Alves de Carvalho Sampaio; Soraia Pinheiro Machado Arruda; Ruth Pereira Costa Silva.

INTRODUÇÃO

O câncer de mama tem aumentado muito nos países em desenvolvimento e tem sido considerado como um sério problema de saúde pública. Segundo a Organização Mundial de Saúde existe uma projeção, que nas próximas décadas o impacto atinja 80% dos mais de 20 milhões de casos novos estimados para 2025 (WHO, 2013). No Brasil, em relação ao biênio 2016-2017, a estimativa configura-se em cerca de 600 mil casos novos de câncer, onde os canceres de próstata e mama serão os mais recorrentes, com projeção de 61mil e de 58 mil, respectivamente (INCA, 2016).

O tratamento da neoplasia mamária pode envolver a cirurgia e/ou o uso de terapias adjuvantes como a quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia, associando-se, geralmente, duas ou mais abordagens, respeitando-se as características clínicas e psicológicas de cada paciente, para obter uma melhor qualidade de vida (QV) após o tratamento. A mastectomia pode afetar vários segmentos da vida feminina, interferindo inclusive na sua percepção de sexualidade, de imagem corporal e qualidade de vida (BOX et al., 2002; RIETMAN et al., 2004). Além disso, o desconforto físico acompanhado da redução das atividades diárias, o distúrbio do sono, a redução da atividade sexual, o medo da recidiva e a depressão são os principais efeitos advindos desta terapêutica, tornando o conhecimento da QV destas mulheres de extrema relevância para um melhor apoio às mesmas (BEZERRA et al., 2013).

Segundo Zandonai et al. (2010), a investigação da QV em pacientes com câncer vem aumentando, devido à importância de se planejar ações de reabilitação nesses pacientes, utilizando diferentes instrumentos de medição dessa qualidade. Além disso, muitos estudos não definiram QV, por considerarem o conceito subjetivo e multidimensional.

Desse modo, embora não se tenha um consenso sobre essa conceituação, será adotado para esse estudo um conceito relacionado à saúde, como qualidade de vida sendo “a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações” (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE - 0MS, 1995).


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