As cores como um estudo de caso



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AS CORES COMO UM ESTUDO DE CASO

Talvez o melhor exemplo seja o da percepção das cores, que pretendemos explorar aqui em certa profundidade. Temos duas razões para tratar das cores. Primeiro, o estudo das cores oferece um microcosmo das ciências cognitivas, pois todas as disciplinas da Figura 1.1 -neurociências, psicologia, inteligência artificial, lingüística e filosofia trouxeram importantes contribuições para nossa compreensão das cores. Na verdade, outras disciplinas, como a genética e a antropologia, também contribuíram nesse domínio. Segundo, as cores têm uma significação perceptiva e cognitiva imediata na experiência humana. Por essas duas razões, as cores oferecem um domínio paradigmático no qual nossas preocupações geminadas, com a ciência e a experiência humana, naturalmente se interseccionam.

Para facilitar a exposição, nossa discussão sobre as cores se dará em diversos estágios. Discutiremos primeiro como as próprias cores aparecem o que poderia ser chamado de estrutura da aparência das cores. Discutiremos depois as cores como atributos percebidos das coisas no mundo. Finalmente, iremos considerar as cores como uma categoria experiencial. Gostaríamos de enfatizar que esses estágios não são encontrados separadamente na experiência: ela é moldada simultaneamente pelos três. Entretanto, as teorias sobre as cores tendem a ter como ponto de partida um ou outro desses três aspectos. Assim, nossos estágios, embora expositivos, não são arbitrários.




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