As Cinco Linguagens do Amor



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Dê uma parada e escreva em um papel,

o que, em sua opinião, é sua linguagem

do amor. Depois aliste as outras

quatro em ordem de importância.

São três as sugestões para se descobrir a primeira lin­guagem do amor:

1. O que seu cônjuge faz, ou deixa de realizar, que mais o (a) magoa? O oposto a isso é, provavelmente, sua linguagem do amor.

2. O que você mais solicita de seu cônjuge? Aquilo que mais requisita dele, é provavelmente o que faz você sentir-se mais amado (a).

3. Qual a forma mais freqüente de você expressar amor a seu cônjuge? Essa pode ser uma indicação de que, através da mesma, também se sentiria amado (a).

Ao utilizar estas três indicações, provavelmente será possível descobrir sua primeira linguagem do amor. Se ficar em dúvida entre duas delas, e achar que qualquer uma po­deria ser a sua, existe a possibilidade de você ser bilíngüe. Desta forma, as coisas ficam mais fáceis para seu cônjuge. Agora, ele tem duas escolhas em que ambas lhe comunica­rão amor de forma mais profunda.

Dois tipos de pessoa terão dificuldade em descobrir suas primeiras linguagens do amor. A primeira delas é a que man­tém seu “tanque do amor” cheio durante longo tempo. O côn­juge expressa seu amor através de várias formas e ele não tem certeza sobre qual delas faz com que se sinta mais amada (o). Ele simplesmente sabe que é amada (o). O segundo tipo é aque­le cujo “tanque do amor” está vazio há tanto tempo, e não se lembra mais o que o (a) faz sentir-se amado (a).

Em ambos os casos, se voltarem à época em que se apai­xonaram e perguntarem-se a si mesmos: O que me atraía nele (nela) naquela época? O que ele (ela) fazia, ou dizia, que me motivava a querer ficar ao seu lado? Se você conseguir “cavoucar” essas reminiscências, obterá uma idéia de qual seja sua primeira linguagem do amor. Outro método seria o de perguntar-se a si mesmo (a): Que tipo de esposo/esposa se­ria melhor para mim? Se fosse possível ter um cônjuge per­feito, como ele seria? A imagem que você projetar do (a) es­poso (a) ideal pode lhe dar alguma dica de qual seja sua pri­meira linguagem do amor.

Depois disso tudo, gostaria de sugerir que gastasse um pouco de tempo e escrevesse a respeito de qual você acha ser sua primeira linguagem do amor. Depois, aliste as outras quatro, em ordem de importância. Registre, também, qual em sua opinião é a primeira linguagem do amor de seu côn­juge. Se desejar, relacione também as outras quatro em or­dem de importância. Sente-se com seu (sua) esposo (a) e con­versem sobre qual, em sua opinião, é a primeira linguagem do amor dele/dela. Daí, digam um ao outro quais vocês acham ser suas próprias linguagens do amor.

Uma vez que tenham compartilhado essas informações, sugiro que “brinquem” três vezes por semana um jogo cha­mado “Checagem de Tanque”. Divirtam-se da seguinte ma­neira: Ao chegarem em casa, perguntem um ao outro:

“Em uma escala de zero a dez, como está seu “tanque do amor” hoje à noite?”

Zero significa vazio e 10 quer dizer cheio até a boca e não há mais como colocar algo. Faça uma leitura em seu pró­prio “tanque do amor” — 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1 ou 0. Seu cônjuge, então, deverá perguntar:

“O que farei para ajudar a enchê-lo?”

E aí você faz a sugestão — algo que gostaria que seu (sua) esposo (a) fizesse ou dissesse naquela noite. E o melhor que puder, ele deverá atender sua solicitação. Depois, inver­tam a situação e repitam o mesmo esquema de forma que ambos tenham oportunidade de ler as condições de cada “tan­que do amor” e fazer sugestões de como enchê-lo. Se “joga­rem” assim durante o três semanas, ficarão motivados a con­tinuar, de maneira informal, esta sincera e prática forma de expressar amor.

Um marido me disse:

— Não gostei da brincadeira do “tanque do amor”. Eu o joguei com minha esposa. Cheguei em casa e perguntei a ela em que ponto em uma escala de zero a dez achava-se o “tanque” dela naquela noite. Ela respondeu que em torno de 7. Daí, perguntei-lhe de que forma eu poderia ajudar para que ele enchesse mais um pouco. Sabe o que ela me respon­deu?

— A melhor coisa que você poderia fazer para mim esta noite era lavar a roupa.

E ele mesmo concluiu:

— Amor e roupa para lavar? Não dá para entender... Então eu lhe disse:

— O problema é exatamente esse! Você não entende a linguagem do amor de sua esposa. Qual é a sua?

Sem pestanejar ele disse:

— Toque Físico e especialmente no campo sexual do casamento.

— Então escute bem o que eu vou lhe dizer: O amor que você desfruta quando sua esposa o ama através do to­que físico, é o mesmo que ela sente quando lhe pede para lavar a roupa.

— Então ela pode trazer toda a roupa que tiver que eu lavo já! Lavo roupa todas as noites se isso fizer com que ela se sinta tão bem!, ele gritou.

Se por acaso você ainda não descobriu sua primeira lin­guagem do amor, faça anotações das vezes em que jogaram “Checagem do Tanque”. Quando seu cônjuge lhe perguntar o que ele poderá fazer para encher seu tanque do amor, sua sugestão, provavelmente, será uma indicação de sua primeira linguagem do amor. Suas solicitações poderão ser proveni­entes de qualquer uma das cinco linguagens, mas a maior parte delas possivelmente virá de sua primeira linguagem do amor.

Talvez alguns de vocês estejam, a esta altura, pensando o que um casal de Zion, Illinois, Raymond e Helen, me disse:

“Dr. Chapman, tudo isso parece muito lindo, mas o que fazer se a primeira linguagem de nosso cônjuge for uma que não seja natural a nós?”

Falarei sobre isso no capítulo dez.





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