As Cinco Linguagens do Amor



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Capacho ou Amante?


“Eu o sirvo há vinte anos. Isso inclui todas as modali­dades de serviço. Sou seu capacho porque ele simplesmente me ignora, maltrata-me e humilha-me na frente dos amigos e da família. Não o odeio. Não lhe desejo mal, mas estou profundamente magoada e não quero mais viver com ele”.

Essa esposa utilizou “Formas de Servir” durante vinte anos, mas sem expressão de amor. Seus atos demonstravam medo, culpa e ressentimento.



Devido às mudanças sociológicas

dos últimos trinta anos,

não há mais um estereótipo

do papel do esposo e nem da esposa,

na sociedade moderna.

Um capacho é um objeto inanimado. Você pode limpar seus pés nele, chutá-lo, colocá-lo de lado, ou fazer qualquer outra coisa que deseje. Ele não tem vontade própria. Pode servir a seu dono, mas não amá-lo. Quando nós, homens, tratamos nossas esposas como objetos, excluímos a possibi­lidade de receber amor. Manipulação que utiliza a culpa (“Se você for realmente uma boa esposa, fará isso para mim”), não é uma linguagem do amor. Coação pelo medo (“Acho melhor você fazer isso para mim, senão se arrependerá”) tam­bém não tem nada a ver com o amor. Ninguém deve ser ca­pacho. Podemos ser usados, mas somos criaturas que pos­suem emoções, pensamentos e desejos. Temos a habilidade de tomar decisões e de agir. Usar ou manipular outras pessoas não é um ato de amor, mas de traição. Você induz a quem manipula a desenvolver hábitos desumanos. O amor diz: “Pelo fato de eu amá-lo muito, não vou permitir que me trate desse jeito. Não é bom para você nem para mim”.





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