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COLÉGIO ESTADUAL JOÃO AFONSO DE CAMARGO



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COLÉGIO ESTADUAL JOÃO AFONSO DE CAMARGO

PROPOSTAS PEDAGÓGICAS CURRICULARES – ENSINO MÉDIO

MANDIRITUBA

2010


PROPOSTAS PEDAGÓGICA CURRICULAR - ARTES
APRESENTAÇÃO
Ao longo do século XX, nem sempre a Arte tornou-se conhecida pelos alunos com maior envergadura e dinâmica socioculturais como se apresenta na vida humana.

Muitos adolescentes, jovens e adultos do Ensino Médio não tiveram contato com a arte e suas linguagens. A partir de 1971, durante a vigência da Lei n.º 5692 que reformou o ensino de 1º e 2º graus no Brasil, a arte passa a ser tratada como experiência de sensibilização e como conhecimento genérico, mas deixa de ser valorizada como conhecimento humano, histórico e importante na educação escolar.

Nas escolas, a arte passou a ser entendida como mera proposição de atividades artísticas, muitas vezes desconectadas de um projeto coletivo de educação escolar e os professores deveriam atender a todas as linguagens artísticas (mesmo aquelas para as quais não se formaram) com um sentido de prática polivalente, descuidando-se de sua capacitação e aprimoramento profissional. (BRASIL, Ministério da Educação, 1999, p.170)

As situações que vinham ocorrendo, para ajudar no enfrentamento e superação dos problemas, ausências e distorções que dificultavam o ensino e aprendizagem de arte, a partir de 1982 foram organizadas as Associações de Arte Educadores em diversos Estados de nosso país.

Em grupo lutou-se para que a Arte se tornasse presente nos currículos das escolas de Educação Básica no Brasil e fizesse parte da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 (LDBEN) de número 9394 em seu Artigo 26, Parágrafo 2.

Muitos estudos e pesquisas foram necessários desde então e, segundo Pillotto (2005, p.80) na organização curricular do ensino médio vê-se a divisão em áreas de conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências da natureza, matemática e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias.

A Arte está inserida em linguagens, códigos e suas tecnologias, cujo objetivo é a constituição de competências e habilidades que permitam ao educando, entre outras coisas, “analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações”. (PILLOTTO, 2005, p.80)

Ao compor esta área, a Arte é considerada particularmente pelos aspectos estéticos e comunicacionais. Citam que a palavra “estética”, derivada do grego, significa “sentir”, envolvendo um conjunto de percepções presentes em diversas práticas e conhecimentos humanos. Em processos de produzir e apreciar artísticos, em múltiplas linguagens, enraizadas em contextos socioculturais, as pessoas experimentam suas criações e percepções estéticas de maneira mais intensa, diferenciada. Nas produções artísticas, um conjunto de ideias é elaborado de maneira sensível, imaginativa, estética por seus produtores ou artistas.

(...) esse conjunto sensorial de ideias aparece no produto de arte enquanto está sendo feito e depois de pronto ao ser comunicado e apreciado por outras pessoas. Esse conhecimento, essa sabedoria de expor sensibilidades e ideias estéticas na obra de arte é aprendida pelo produtor de arte ao longo de suas relações interpessoais, intergrupais na diversidade sócio-cultural em que vive. (BRASIL, Ministério da Educação, 1999, p.171).

Por fim ressaltam que por meio de práticas sensíveis de produção e apreciação artísticas e de reflexões sobre as mesmas nas aulas de Arte, os alunos podem desenvolver saberes que os levem a compreender e envolver-se com decisões estéticas, apropriando-se, nessa área, de saberes culturais e contextualizados referentes ao conhecer e comunicar arte e seus códigos.

Mas para que isto aconteça, Pillotto (2005, p.82), enfatiza que quem define a qualidade do trabalho, tanto para o ensino da Arte como para outra área, é o professor. “Desde a formação universitária até os cursos de formação continuada, o perfil do professor deve ser construído e direcionado para que este seja um pesquisador e desenvolva, também em seus alunos o espírito da investigação” (PILLOTTO, 2005, P.82).




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