Antonio Arantes é doutor em antropologia pela Universidade de Cambridge, Kings College, pós doutor em cultura e política pela University of London e professor titular convidado pelo departamento de antropologia social da Unicamp


BCL/IG: Como o IPHAN e os demais órgãos públicos incorporaram essas discussões?



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BCL/IG: Como o IPHAN e os demais órgãos públicos incorporaram essas discussões?

ANTONIO ARANTES: Em 1988, foi aprovado um novo texto constitucional contendo uma concepção plural de nação e uma visão de patrimônio de natureza material e também imaterial. Mas só em 2000 foi criado um instrumento jurídico permitindo o desenvolvimento de políticas e ações visando à salvaguarda do patrimônio imaterial, no Brasil. Trata-se do decreto-lei 3551, elaborado pelo IPHAN, o Ministério da Cultura e vários especialistas, entre os quais eu me encontrava. Foram muitas as discussões técnicas, conceituais e políticas que levaram à aprovação desse decreto.





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