América Latina: desenterrando o espelho



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Dos canibais (1580) – donde se origina Caliban, anagrama de canibal – do qual transcreve passagens inteiras. Montaigne, para contrapor os que viam os povos do Novo Mundo como bárbaros e selvagens, defende a tese do bom selvagem, construindo um texto altamente representativo do imaginário europeu em relação à América. Já em Shakespeare, Caliban é um escravo selvagem, perigoso e ameaçador.

Este simbolismo já tinha sido utilizado, antes de Rodó, por Ernest Renan nos dramas filosóficos Caliban, suite de la tempête (1878) e


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