[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Que Deus nos perdoe sempre, mas que não nos deixe impunes pelos pecados que cometemos diuturnamente. Amém! E está dito!



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Que Deus nos perdoe sempre, mas que não nos deixe impunes pelos pecados que cometemos diuturnamente. Amém! E está dito!

Futebol: o ópio do povo!

Já estou preparado emocionalmente para as críticas ferrenhas que receberei dos amantes do futebol, aliás, dito pelos fanáticos como sendo uma “arte”. Confesso que não considero o futebol uma “arte”; e que me convençam disso antes de me execrarem. Assim como não considero jogador de futebol e piloto de fórmula um como “heróis” e muito menos “reis”.

Pra mim, mesmo não suportando “homens militarizados”, considero herói o bombeiro militar, o médico, o enfermeiro, e outros poucos em razão do serviço que prestam ao ser humano. Mas jogador de futebol e piloto de fórmula um nunca foi e nem serão heróis ou reis; no muito serão craques. E nada mais!

Eu não consigo imaginar que um povo civilizado possa ter a atitude desses torcedores medíocres que pulam alambrados para agredir árbitros de futebol ou mesmo que agridem jogadores em campo ou fora dele. Não suporto ver pessoas chorando de emoção ou decepção após o término de uma partida de futebol. Poupem-me! Lembrei-me “en passant” de uma crônica em que eu disse que chorei a morte do meu gatinho e fui severamente criticado; antes isso. Choro até por uma cena emocionante de um bom filme, mas por futebol “jamais”!

E ainda tem torcedor que se justifica dizendo que a “voz do povo é a voz de Deus”. Que ditado mais idiota que sempre me causou enorme repulsa, pois sabido é que toda unanimidade é burra. Foi a voz do povo que condenou Jesus Cristo à morte de cruz. O povo é a síntese de toda a ignorância social; é o povo sem cultura que elege maus políticos, já que “minoria inteligente não elege Presidente”.

Mas voltemos ao Futebol... Eu até gosto de assistir uma partida do meu Timão, da minha adorável França e até desta seleção pentacampeã de um país chamado Brasil, porém sem fanatismo. Os jogadores nunca perdem; antes ganham e muito bem. Quem perde é o torcedor idiota que vai ao estádio e paga um absurdo pelo ingresso para ser pisoteado por outros vândalos.

Percebam que os causadores das confusões são os menos esclarecidos e menos privilegiados da sociedade. São pessoas sem discernimento, sem conhecimento, sem inteligência, desequilibradas, sem cultura, etc. É o famoso “Zé povinho” que causa o maior barraco nos estádios de futebol e depois querem que eu engula que “a voz do povo é a voz de Deus”. Se for, eu prefiro ficar com o silêncio do Demônio!

Eu quero sim um Brasil hexacampeão em qualidade de vida, em educação, em saúde, em saneamento básico, em moradias para todos, em empregos, em melhores condições de transporte, combate à corrupção, etc. Eu quero vida digna e sem as lamentáveis cenas de selvageria do povo brasileiro nos estádios de futebol. Eu quero “vibrar” com um gol de civilidade e patriotismo, mas sem fanatismo e violência.

Que vergonha! O povo paranaense que é tão trabalhador e simpático ter que conviver com cenas lamentáveis proporcionadas pela minoria da torcida do Coritiba (isso é passado recente) que foi rebaixado; já subiu novamente. Este episódio me deixou indignado como torcedor moderado que sou. É por isso que jamais vou aos estádios e raramente assisto aos jogos de futebol na televisão. Que Deus esteja sempre com todos os amantes do futebol. Amém!




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