[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


E quando o meu novo amor me perguntou o que eu queria dela, eu me lembrei de Marli e respondi: “- Você! Nada mais!



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E quando o meu novo amor me perguntou o que eu queria dela, eu me lembrei de Marli e respondi: “- Você! Nada mais!

Hipócrita e preconceituoso

Quantas vezes somos as duas coisas várias vezes ao dia e, por vezes, até mesmo a vida toda! Eu já fui por muitas vezes e tenho minhas recaídas constantes. Só não persisto neste mal imperdoável; mas quem nunca foi preconceituoso que me atire a primeira pedra, a segunda, a terceira e tantas outras.

As minhas caminhadas têm me inspirado a observar o comportamento das pessoas que encontro pelo caminho. Aqueles amigos de antes, mostram-se esquisitos pra caramba; os mais bem sucedidos passam em seus carrões e viram o rosto como se não me conhecessem mais e os mais humildes e menos privilegiados parecem se envergonhar e também negam o seu bom dia tão esperado por mim. Então eu me atrevo a dizer, sob a repreensão de minha mulher que sempre diz e observa que muitos nem respondem. Por isso, agora espero!

Fato curioso foi que hoje eu me pus a refletir sobre a questão de ser rico e ser pobre e cheguei à conclusão que o pobre parece ser mais feliz e menos hipócrita do que o rico. O rico é todo cheio de frescura, enquanto que o pobre ri da própria desgraça que não tem lá muita graça.

O pobre não se envergonha com os vexames que dá em praça pública e nos bares da vida, mas o rico nem tem coragem de soltar a voz e cantar nos botecos após uma rodada de cachaça. Rico é mesmo sem graça; nunca vi rico animar velório como o pobre!

E outra coisa que observei é que as pessoas menos privilegiadas da sociedade é que enfeitam a cidade para o rico ver e se deleitar. Hoje mesmo eu vi que um “amigo” considerado marginal é que estava pintando o meio fio das ruas da cidade e preparando os enfeites natalinos na rua central da nossa querida Maracaí. Os ricos só sabem sujar; isso é verdade e não preconceito. Os ricos pegam a sujeira do fim das festas deles, acondicionam em sacos plásticos, colocam em suas lindas camionetas e depositam às margens da rodovia. Estou farto de ver isso. São uns porcos! Seria isso preconceito? Alguns dirão que sou invejoso! Nem tô!

O ser humano é bizarro! O ser humano é, no mínimo, estúpido e desprezível! Eu me envergonho de ser um humano, mas fazer o quê? Não vou me suicidar por isso! E esses dias uma amiga me comentou dizendo que ama muito mais os animais e que sente muito quando um deles morre. Eu também admiro os animais à medida que passo a conhecer melhor o HOMEM!

Eu “brochei”...

Há dez anos, mais ou menos, eu não sabia dançar e gostava de tomar uns goles. Fui ao baile que acontecia próximo da minha casa e lá tomei algumas cervejas sem, contudo, arriscar uma contradança sequer. Fiquei mesmo só observando e “invejando” os casais que rodopiavam pelo salão e curtindo a minha fossa.

Passavam por mim várias mulheres cheirosas e “gostosas”, mas nenhuma delas me notava. Também eu não sabia dançar e isso afastava as mulheres; acredito que o meu cheiro de cachaça também contribuía para afastá-las de mim.




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