[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Palavras malditas e mal ditas!



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Palavras malditas e mal ditas!


É comum encontrarmos pessoas que estão a proferir diuturnamente palavras de maldição; as tais palavras malditas. Outras proferem palavras mal ditas e nos fazem perceber o quanto são desprovidas de discernimento e inteligência deixando se revelar nos seus preconceitos e hipocrisia. Eu digo isso porque têm pessoas que a gente dá créditos antecipados, achando-as fascinantes, brilhantes e inteligentes, mas que aos poucos vão se revelando exatamente o contrário. Não é difícil nos decepcionarmos com o comportamento avesso de pessoas que tínhamos em alta estima e consideração. É horrível sentir-se traído pela confiança depositada em quem não a merecia.

Há meses eu vinha me relacionando virtualmente com uma “cadelinha” que eu imaginei ser a personificação da menina mulher idealizada por mim desde a minha mais tenra idade. Mas de repente, eis que a “cadelinha” me surpreendeu com os seus dentinhos afiados e começou a ladrar “palavras malditas e mal ditas” como se fosse gente. Pode até ser, mas é “gentinha raia miúda”. E ainda que frequente os mais requintados locais, ainda que esteja rodeada por pessoas de peles claras e olhos azuis ou verdes, esta “cadelinha” não passa de um lixo humano.

A “cadelinha” teve o disparate de me tentar convencer que o ser humano belo por si só é um vencedor. Argumentou dizendo que com a beleza se conquista o mundo. Não é bem assim que a vida tem mostrado. Vejamos alguns segmentos da sociedade onde não é levado em conta este argumento tão nojento, abjeto e repleto de preconceitos. Na construção civil, no samba, no pagode, no futebol, na lavoura canavieira e outras, enfim, em várias profissões a beleza não é levada em conta, mas sim a competência. E sabido é que “quem não tem competência, não se estabelece”! A “cadelinha” de quem eu falo, é incompetente e eu não preciso conhecê-la a fundo para afirmar peremptoriamente que ela é “gentinha raia miúda” da pior espécie.

Não sei de onde ela “roubou” uma história de um mendigo do sul que foi encontrado nas ruas de não sei onde e que foi reconhecidamente belo e fez da sua beleza a sua fortuna. É pena que esta beleza exterior possa não refletir o interior deste mendigo “sortudo” do sul. Eu prefiro ter a minha alma e o meu espírito iluminado para clarear o caminho de pessoas cegas como esta “cadelinha” repudiável e insuportável! Confesso que eu via beleza nela; confesso que eu admirei a sua inteligência até ela ter me mostrado a sua verdadeira face (e o seu valor de tão somente 10 mil reais)! Até ela “proferir” (escrever) suas (in) felizes palavras mal ditas e malditas! Está dito e escrito!




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