[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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Assunto: VISITANTES

Nome: Incógnita

E-mail: uma.incognita@msn.com

IP: ... . ... ... / AHI.G.BDC.BBF (aqui foi o erro dela); para quem conhece os códigos acima, não será difícil saber o IP do computador dela.

Ah..uma observação: Como escreve mal sua Eva Taty...”



E pra finalizar ainda ousou escrever isso no final de um comentário:

Ah..você não tem nenhum e-mail meu enviado em horário nenhum,posto que jamais escrevi uma linha sequer em reservado para você.

Para o texto: A "INCÓGNITA" E A "FULANINHA DO CATETE" !!! (T5051861)

Eu não sou besta! Entenda isso, “incógnita” e eu lhe saúdo em códigos somente para dizer-lhe que eu os conheço: 15.3.3! Beijos. E está dito!

Nomofobia?

Você sabe o que é isso? Você se considera “nomofóbico”? Existirá este substantivo para designar a pessoa que sofre desta “doença moderna” denominada nomofobia? Eu costumo acreditar nos escritores e somente depois eu vou confirmar para não perder a fluidez da leitura. E foi isso que me acabou de acontecer ao ler o livro do ilustre colega escritor, Paulo Pereira da Costa, Pensamento Realista, Editora Degaspari, 2014, página 146, penúltima linha.

Em sua crônica intitulada “MAIS UM NA MULTIDÃO”, eu percebi o quão sapiente é o colega, Promotor de Justiça aposentado, morador em Piracicaba / SP, e fico imaginando como deve funcionar a cabeça deste excelente escritor que me parece muito sensato e centrado em tudo o que faz na vida. Inconcebível imaginá-lo “perdendo o controle e o equilíbrio”. As suas crônicas me envolvem de tal maneira que as suas bem traçadas linhas me faz um “leitor escravo” muito feliz em sê-lo, pois é impossível não reler muitas das suas crônicas.

Há tempos atrás eu até comentei com uma colega escritora sobre a minha admiração pelo colega Paulo e pelos seus escritos sempre muito dignos de respeito e admiração. A colega me aconselhou dizendo para eu “desconfiar” um pouco de certas pessoas que se apresentam como sendo “certinhas demais”, pois segundo a psicologia e os seus conhecimentos acerca de tais pessoas, segundo a colega, essas pessoas “vendem” um mundo idealizado que nem sempre vivem. E ainda me disse que a situação favorece à criação de algo assim tão utópico. É claro que eu não entendi o que ela tentava me dizer. E foi então que ela argumentou me afirmando que escrever coisas belas somente é possível para quem vê e quem vive a vida sob esta óptica. Somente quem é rico pode dizer com conhecimento de causa que “a riqueza não traz felicidade”, pois este discurso não pertence aos pobres; àqueles desprovidos de dinheiro e aos menos privilegiados da sociedade. Só quem tem dinheiro pode fazer esta afirmação que é descabida a quem não tem dinheiro.

É meio confuso tudo isso, mas eu até entendo que hoje, para mim, é bem mais fácil falar coisas lindas do tipo “o trabalho dignifica o homem” e fazer apologia ao trabalho e à honestidade. Entretanto eu vejo que o ser humano é materialista ao extremo a ponto de se deixar escravizar pelo ter. Daí estas palavras novas para classificar novas “doenças” causadas pela compulsão em ter em detrimento do ser. Doença? Sei lá... Eu não sofrerei dela jamais; detesto celulares. Eu disse e está dito!




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