[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Mon Dieu! Não sou o que pensam de mim!



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Mon Dieu! Não sou o que pensam de mim!

Estou me sentindo o pior dos poetas menores deste espaço; cronista então, nem pensar. Eu me vejo escrevendo particularidades tão minhas e me sentindo tão vulnerável aos ataques vindos de todas as direções que nem sei mais o que escrever e tenho me limitado a argumentar com duas mulheres (ou mais) acerca daquilo que não diz respeito a elas. Nossa! Essas meninas mulheres vão me enlouquecer. Eu não quero que pensem que eu sou o que não sou. Eu apenas amo incondicionalmente o sexo frágil como um guloso diante de uma mesa farta.

Não sou um pecador compulsivo e abomino a luxúria, mas está sendo muito difícil explicar que não sou tanto quanto imaginam a meu respeito. É verdade que tenho várias paixões simultaneamente, mas isso não significa que eu sou correspondido na mesma intensidade. Não creiam nisso, mas muito pelo contrário. O fato de eu ser sincero, honesto, verdadeiro, romântico, enfim, um fissurado pelo sexo frágil, não me faz senhor de muitas delas, mas o inverso. Se eu disser quando foi a minha última conquista de verdade, os meus leitores e todas essas meninas mulheres lindas vão rir de mim.

Eu confesso que a minha última investida aconteceu no mês passado lá no Rio de Janeiro, Bairro do Catete, entre os dias 12 e 19 de outubro. Investi uns bons trocados e “não comi ninguém”; é vergonhoso dizer isso, mas é a pura verdade e “Taty” deve estar rindo de mim por eu ter sido tão ingênuo a ponto de acreditar que aquela linda menina mulher fosse se deitar comigo. Ela foi fiel ao marido dela, infelizmente, mas ela foi sincera ao me antecipar que não rolaria nada além de nos conhecermos. Pois bem, depois a “ingrata” ainda me chamou de “esquizofrênico e psicopata” num e-mail que ela enviou a uma colega poetisa maior deste espaço. Engraçado é que a "recepção" que eu dei a ela e também uma boa soma em dinheiro, disso ela não se queixou. Convém dizer que ela solicitou a título de empréstimo, mas eu me recusei a emprestar e lhe dei; portanto, ela não me deve nada. Foi uma quantia tão insignificante pra mim, pois tenho no mínimo 600 vezes aquele valor só em aplicações em Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito do Agronegócio!

Se ela fosse mais esperta do que pensa, poderia estar gozando de privilégios mil. Ainda bem que Deus não dá mesmo asas para cobras. É fato que eu a amo muito e irei dar a ela mais um lindo presente de Natal. Não antes que ela me diga o que eu preciso saber sobre ela. E ela sabe muito bem o que eu espero ouvir dela; "eu te amo" e nada mais! E está dito!




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