[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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Inesquecível [Ela]!

 

 



    Eu ainda não encontrei neste espaço alguém mais interessante do que [Ela]. E a saudade foi tão grande que eu não me contive e enviei um e-mail para [Ela] que muito gentilmente me respondeu. Eu bem sei que [Ela] detesta quando eu publico algo me referindo ao nobre sentimento que eu nutro por [Ela] desde a primeira vez que eu li um texto d[ela] aqui neste espaço e mais ainda quando eu faço uso do seu e-mail para ilustrar meus textos. Perdoe-me, mas uma linha sua é um tesouro inestimável e eu não vou guardar somente pra mim tais tesouros porque eu não sou tão egoísta a tal ponto de privar o meu leitor de suas tão bem traçadas linhas.

    Envaidece-me sobremaneira a forma carinhosa com que [Ela] sempre me tratou. Isso é coisa de gente fina, educada, coisa de menina mulher fascinante, brilhante e inteligente. Ninguém me dispensou tratamento semelhante aqui neste espaço literário. E foi nestes termos que eu enviei o meu e-mail a [Ela]: “minha amada, dá-me um sinal de vida e me diz que você continua linda! Sinto saudades! Beijos! Davi!”

    E [Ela] gentilmente se recordou do meu primeiro codinome e assim me respondeu:

 

     >>>>> Vulgo Presidiário, eu estou viva, bem viva, o sangue pulsa rubro nas veias - intensamente estou viva. Viva a vida, pois estou viva! Viva, Linda, cheia de energia. Estava lendo você. Nossa! Quantos textos. E li também os comentários anônimos, mas isto não é da minha alçada. Tu acreditas que eu fui bloqueada também para comentar na página de um enorme amigo no Recanto das Letras? Poxa, fiquei magoada. Quase não visito lá e quando eu retorno, simplesmente, este disparate e coincidentemente você retrata isso em um texto seu. Mas até que gostei desta mensagem: "DESCULPE, SEUS COMENTÁRIOS FORAM BLOQUEADOS PELO AUTOR" - isso nos daria um ótimo título de texto, o que acha?



    Presidiário, ando sem tempo - muito sem tempo. Abraços sempre e unicamente - D'Ela!

 

    Eu voltei a lhe enviar um e-mail e desta vez eu estava muito sensibilizado diante das palavras lindas d[Ela] e chorei copiosamente enquanto escrevia o e-mail. Escrevi nestes termos:



 

    >>> Se você me presenteasse com o seu "SIM" para que eu pudesse conhecer você pessoalmente, eu juro que seria o meu melhor presente de Natal de toda a minha vida. Se ao menos você me dissesse o seu nome verdadeiro, o lugar onde mora, o que faz como trabalho. Ou então se você me surpreendesse com uma ligação na noite de Natal ou na noite de passagem de ano (dei meu telefone a [Ela]). Eu queria ao menos ouvir a sua voz; presenteia-me com a sua voz.


E eu estou chorando, minha linda [Ela].

 

 



    [Ela] novamente me respondeu nestes termos abaixo:

 

 



    >>>>> José Davi Barbosa, primeiramente eu quero elogiá-lo; está bonito na foto. Quanto ao choro. Não chore. Não mereço uma lágrima de seus olhos e se for, verdadeiramente verdade o seu choro, desde já agradeço imensamente o sentimento que se passou aí em seu peito que somente você sabe. Talvez seja a internet que nos causa esta nostalgia. José eu não posso te prometer um "sim" e tampouco um "não". Deixo isso a cabo do destino. Se nossos caminhos forem cruzados deixarei acontecer, embora eu saiba que temos 99% de isto não acontecer. Eu lhe deixei uma margem de 1%. Estou sendo sincera contigo e muito. Meu nome é: ... Poderia lhe dizer meu nome. Verdadeiro. Mas, será que por aqui, por e-mail você acreditaria em mim? Meu nome pode ser vários e é por não querer MENTIR [escrevi em caixa alta por que detesto mentira, mesmo pela internet] que criei esse "pseudo" aqui na net. Você sabe disso. Quantos textos meus você leu e sabe. Poderia lhe dizer agora, mas somente meu nome não saciaria a sua sede e ia querer prenome, sobrenome e etc. 
     O lugar onde moro já sabe: “Oh! Minas Gerais, quem te conhece não esquece jamais! Oh! Minas Gerais.” Pois bem, sou mineiríssima com muito orgulho, daquelas que ainda fala calmo, acanhado, com jeito desconfiado. Davi não chore mais!




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