[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Partirei Jamais sem mim!



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Partirei

Jamais sem mim!

Sei

Ei de ir

Ainda hoje

Malas prontas

Desfaça-as e pense em nós!

Vestidos amarrotados

Deixados para trás

Mãos calejadas

Da labuta da vida ao seu lado

E agora decides partir e me abandonar?

Afinal

Enquanto eu lavava

Passava

Você enamorava

Não a mim

Enganas-te, pois jamais outras eu cortejei!

E quando penso que já parou

Que a mim iria dedicar todo seu amor

Cega-me os olhos para eu não ver

Emudece-me

Pra eu não gritar

Nunca dediquei a outra mulher, amor como a ti!

Já não posso mais

Já não quero mais

Sofrer assim

Então não vá e me dê outra chance sim;

Eu te amo e quero-te bem junto a mim!

Nós:Gilcélia & Eu!

Ufa! Foi por pouco!

E assim me narrou o colega esta história verídica; leiamos:

Ele me disse que há meses vem mantendo contato com uma linda senhora e que ambos trocam e-mails e conversam através da internet várias vezes ao dia e cada vez mais cresce o seu encanto por ela devido à sua simpatia singular e beleza inenarrável. E que na noite de ontem eles se falavam e a conversa, a princípio, parecia rumar para o fim das relações virtuais entre ambos, pois ele percebeu que ela estava “insuportável” e chegou a conjecturar que ela pudesse estar “naqueles dias” de bandeira do flamengo, ou seja, de TPM!

Nada disso, ela estava furiosa porque desejava saber as reias intenções dele em relação a ela e ele foi sincero ao afirmar que estava encantado com ela e queria vê-la sob qualquer pretexto e se deixar envolver e envolvê-la em seus braços como dois apaixonados amantes.

E a conversa transcorria num clima tenso, até que foi mudando de rumo e ela se mostrou mais amistosa e começaram a ter uma conversa mais amigável e romântica a ponto dele se entusiasmar e começar a dizer lindas palavras de amor que não sabiam de onde surgiam. Gostou tanto do que escreveu a ela e disse-lhe que guardaria em seus arquivos aquela salutar conversa romântica.

Todavia, diante dos seus elogios a ela, ela ficou paralisada e somente ele escrevia suas lindas e singulares palavras de amor que ela lia atentamente e aprovava cada uma daquelas gentis palavras dirigidas a ela com sentimentos reais e verdadeiros, dignas de um conquistador. Ele se empolgou tanto que começou a amá-la virtualmente chegando ao delírio de atingir o "orgasmo" diante de tantos elogios a ela tecidos merecidamente, pois se achava diante de uma linda mulher sensual, sedutora, amável e muito “gostosa”. O encanto foi tanto que o inevitável aconteceu; o nobre colega confidenciou-me que atingiu o “orgasmo” diante da tela do computador ao falar de amor com tão exuberante figura feminina.

Neste exato momento ela anuncia-lhe que ouviu o barulho do carro do seu marido chegando à garagem e que precisava sair com urgência do bate-papo, mas o dito cujo do colega não percebeu que neste exato momento entrava em sua sala a sua esposa que lhe perguntou o que tanto ele escrevia ultimamente e que nem mesmo o Jornal Nacional lhe parecia mais importante como outrora.

Ele apavorou-se e não conseguiu salvar a conversa linda e sensual que teve com a amante virtual e ao apertar a tecla de “minimizar” ele foi infeliz e apertou a de “fechar” e perdeu todo o conteúdo erótico que ele pretendia reeditar e criar um belo texto. Sua esposa por pouco não o surpreendeu e o marido da sua amante virtual também quase não a surpreendeu. Ambos ficaram apavorados. Ufa! Foi por pouco, disse-me ele. E precisou sair direto do computador ao banheiro porque estava todo “melado” pelo orgasmo atingido. Sua mulher ficou sem entender a razão de um segundo banho e ele justificou estar sentindo muito calor na noite fria de ontem. Foi por pouco! E está dito!




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