[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


De outras épocas que vivi



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De outras épocas que vivi,

Mas que nesta não faz parte;

Siga o teu caminho.

(Eu)
Tu serás sempre minha “Rainha Margot”,

Daquelas épocas de além-mar; Portugal.

Nossas vidas do passado se reencontraram

E ainda somos os mesmos que um dia namoraram!

De outras flores cuide no teu jardim,

Pois sou flor caída

E no teu jardim adormeci;

Não mereço teu amor, nem as coisas que vivi.
(Eu)

 

Tu és a minha única e preferida flor,



Não te faças de ingênua e distraída;

No meu jardim só tu floresces

E de uma bela flor o fiel jardineiro jamais esquece!
 

As lembranças fizeram parte de nossas vidas.

Mas foi um tempo que não volta mais;

E de ti quero somente tua amizade

Não sou mais o que fui à beira do poço.
(Eu)
Lembranças são pra serem revividas quando boas,

E voltamos no tempo se nós nos permitirmos;

Por isso eu voltei de tão distante para te buscar

E das belas lembranças, à beira do poço, te fazer recordar!

Nós: “Margot & Eu”!

Curiosas e desconfiadas!

Assim têm sido as mulheres com as quais eu tenho me relacionado durante esta vida que, diuturnamente, ao bem e ao mal nos convida. Elas são fechadas, ensimesmadas, elas pouco falam delas e nos bombardeiam com suas perguntas intermináveis como se fôssemos vítimas de um inquérito policial. Elas desejam saber o máximo de nós homens e se fecham no mundinho delas sem nos permitir invadir a privacidade delas; mas o contrário elas fazem sem o menor pudor!

Elas arrancam de nós tudo o que querem com seus ardis femininos e não nos deixam escapar nada que não lhes competem que nós saibamos sobre elas. A mulher é muito astuta e fala por demais, menos de si própria. Elas conseguem retirar de nós tudo o que querem e depois passam a nos chantagear com o conhecimento adquirido sobre nossos gostos e preferências.

Uma dessas chegou até a me perguntar a cor dos lindos olhos da parteira que me arrancou do ventre materno no dia do meu nascimento há cinquenta anos; 1963. Acreditam? Isso mesmo, ela queria que eu me lembrasse da parteira; vejam se é concebível isso! Jamais iria me lembrar, por mais que eu fosse um bebê prodígio!

As mulheres se fecham numa redoma e invadem a nossa privacidade sem escrúpulos e de maneira muito interessante, e nos fazem “marionetes” em suas mãos. Elas nos conduzem aonde quer que elas queiram com suas artimanhas e “modus operandi” peculiar de policiais a nos investigar. Se lhes agradamos, se nós somos convenientes aos desejos delas, aí então elas nos prendem em suas teias e nos devoram sem piedade, mas se não somos do interesse delas, elas se esquivam de nós após retirar todas as nossas mais preciosas e importantes informações possíveis.

Estou aprendendo a lidar com este “sexo frágil” que de fragilidade nada tem e sim muita habilidade para nos conduzir no caminho que elas desejam que trilhemos. E se nós nos mostramos apaixonados por elas, aí somos mais “hostilizados” ainda com os caprichos delas. Elas estão sempre desconfiando de nós e quando elas conseguem captar o nosso “ponto fraco”, aí então elas nos atacam impiedosamente. Mulheres, mulheres! Vocês sabem mesmo nos fazer “gemer sem sentir dor”! E está dito!

Não me condene, Amor!

Mas prefere outras

Nunca mais que a ti!

Então fique




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