[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


O Fogo que arde entre nós!



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O Fogo que arde entre nós!

Meu amor

Sou tua fogueira 

Espero que acenda 

A chama na escuridão

Do pensamento que por vezes

Fica inquieto

Querendo saber

Por onde anda o meu amor Davi...

Minha amada

Sou teu combustível

Que alimenta esta chama de amor

Que ilumina nossas almas gêmeas;

A inquietação também me incomoda

Por saber que tu estás tão distante de mim...

O brilhante das noites em que me acompanha nas insônias

É que vem mantendo acesa a chama

Envolvida em cumplicidades,

Pois não dorme antes de mim

Aconchego

Chamego

Segredo

Sem medo!

Acompanhar-te nas nossas noites insones

É terapia para acalmar as labaredas

Deste fogo imenso que me consome

Por estar envolvido contigo;

Por vezes até durmo antes de ti

Sem teus beijos,

Sem tuas carícias,

E com muito medo de perder-te!

Maracaí: “berço de intrigas infantis”!

Lendo o “jornaleco” da minha cidade eu pude perceber que intrigas são veiculadas a cada edição não sei com que propósito. E veja que eu coloquei entre aspas o vocábulo pelo qual foi denominado o Jornal Nova Comarca de Maracaí, Ano V, número 247, quando li o Editorial endereçado ao Pároco da Igreja Católica da minha querida cidade nestes termos: “AO SENHOR PADRE EDUARDO”. Neste Editorial, escrito por alguém com pouco conhecimento do vernáculo, eu pude constatar que são “desafetos” o Padre e o Editor do “jornaleco” assim denominado pelo Padre, consoante o que consta na página dois.

Vou “meter o dedo nesta ferida”, não para me enaltecer e menos ainda para concordar com estas “infantilidades” de ambas as partes, mas por me sentir desrespeitado como cidadão ao perceber que o “jornaleco” não atinge os seus objetivos primordiais que são informar e formar opiniões dos seus leitores de maneira correta e sem macular a Língua Portuguesa; a nossa tão amada “Flor do Lácio”, cantada por Chico Buarque de Hollanda. Mal sabem fazer uso das palavras mal e mau! Isso me causou um desconforto ao ler o referido Editorial e somente não desisti da leitura porque a mensagem foi transmitida, mesmo fora dos padrões da norma culta pela qual deve prezar toda e qualquer Empresa Jornalística. Não existe “falar errado” em língua portuguesa quando se atinge o objetivo de estabelecer comunicação e sim fugir da norma culta, mas quem submete um texto à apreciação pública deve fazê-lo da melhor maneira possível sem cometer gafes monstruosas; eu contei mais de dez incorreções gramaticais somente no Editorial.

Todavia, pequenos jornais interioranos nem sempre têm um Redator / Revisor competente para minimizar os erros gramaticais e ortográficos. Geralmente não possuem recursos financeiros necessários para contratarem um Professor de Língua Portuguesa para revisar os textos antes da impressão do “jornaleco”; não são palavras minhas e não me processem, por favor.

E quanto ao assunto em questão, eu achei um absurdo a atitude do Padre em querer dialogar com pessoas cujo nível cultural está aquém do conhecimento religioso dele. Melhor seria não dar tamanha importância a um fato notoriamente de cunho religioso a quem nada entende de religião tanto quanto o nobre e respeitável Padre. E fica difícil admitir que um líder religioso, seja ele de quaisquer denominações religiosas, lancem pérolas aos porcos desnecessariamente. Atitude da qual eu não comungo; desprezível comportamento de ambos.

Não tenho por hábito ler este “jornaleco fofoqueiro e mentiroso” (não são palavras minhas), mas é altamente ofensivo agredir uma empresa nestes termos e por isso eu teimo em não acreditar que o meu “pastor” religioso, que tanto admiro, tenha sido capaz de cometer tais sandices. Acredito conhecê-lo pouco ainda, mas o suficiente para não querer acreditar no que li neste Jornal Nova Comarca!

É por isso que não me dou ao luxo de fazer uso do Facebook porque considero um espaço de muitas fofocas sem sentido e que leva a população a lugar nenhum. Isso sem contar o “puxa-saquismo desvairado” das elites sociais. Eu abomino isso tudo! Dá nojo visitar o Facebook e ver tantos “lambe-botas” dos mais ricos e abastados da sociedade. Ali são inúmeros “amigos” na rede social e nenhum amigo real com o qual se pode contar e vice-versa. Não faço uso deste espaço “horrendo”!

Um desentendimento desta proporção leva a cidade à maior confusão e eu penso que o nobre representante da igreja católica não deveria se expor tanto assim. Mas, cada qual sabe onde mete o seu nariz! E está dito!





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