[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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O leitor que eu aprecio!

Estou muitíssimo feliz com os meus leitores raros e nobres. Depois que algumas infelizes e mal amadas meninas mulheres poetisas deste espaço lideraram um movimento de repúdio e boicote a este cronista menor, surgiram leitores de primeira qualidade, verdadeiras joias raras que sabem ler e que sabem tecer seus comentários com isenção. Gente fina é outra coisa, mas “gentinha raia miúda” é “fóda” (com acento só pra contrariar mesmo).

Nem tudo o que eu escrevo diz respeito a mim e aos meus sentimentos e o leitor sábio saberá identificar isso e não me “apedrejar” e me julgar pelas minhas “viagens literárias”. Eu quando me coloco na condição de leitor sempre procuro dialogar com a personagem, com o eu lírico das poesias de muitas meninas mulheres deste espaço, e nem sempre é verdade o desejo que eu expresso em relação às personagens de textos eróticos ou não.

Meus derradeiros leitores têm se mostrado, intelectualmente, acima da média de muitos colegas, pois têm demonstrado perspicácia literária e sabe que mesmo que o meu eu possa estar presente nas minhas sempre polêmicas crônicas, isso deve ser visto com “olhos de ler” e não me fazer o principal personagem das minhas crônicas para denegrirem a minha imagem com comentários absurdos e não procedentes.

O leitor que eu aprecio é aquele que se envolve com o conteúdo das minhas crônicas e depois expressa a sua visão e argumente de maneira contrária ou não à minha exposição de motivos. Legal mesmo é ter leitores críticos, cultos, inteligentes e sábios para que possa me agregar valores mil. O leitor níquel eu dispenso; eu vomito.

Eu nem preciso citar os nomes dos leitores que eu admiro neste espaço literário, pois eles têm luz própria e não é difícil reconhecê-los pelo talento das suas irrepreensíveis produções. Não vou cometer a indelicadeza de citar alguns nomes porque eu sei que vou acabar sendo injusto com alguém. Portanto, o boicote a mim e/ou às minhas crônicas foi um tiro que saiu pela culatra, pois os meus atuais e raros leitores são joias preciosas e me agregam valores mil. Eu prefiro um só leitor nota mil; dispenso gentinha que não sabe conviver de maneira ordeira e pacífica com as diferenças. É na diferença que nós nos completamos. E se for pra eu escrever crônicas que não suscitem reflexão ao meu leitor, eu me recuso a perder meu precioso tempo. “O HOMEM MORRE PELA PRIMEIRA VEZ QUANDO PERDE O ENTUSIASMO” (BALZAC). Pronto! E está dito e escrito!






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