[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


O homem que contava mulheres!



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O homem que contava mulheres!

Ou ainda conta? Não é da minha conta e qualquer semelhança com este cronista menor é mera coincidência! Portanto, livrem-me de quaisquer culpas; não sou eu. Ou será que minto? Pensem o que quiserem, pois eu vou narrar um fato verídico e não direi jamais quem protagonizou (e ainda protagoniza) tal proeza. Ele realmente contava (e ainda conta) as “suas mulheres” ou suas conquistas frutíferas ou não. Conquista frutífera para este sedutor do qual não falarei muito, se referia às mulheres que ele levava para o sedutor canteiro do amor. As demais eram tidas (ou são tidas) como infrutíferas, mesmo tendo rolado beijos, abraços e carícias.

Ele é o típico personagem virginiano; perfeccionista ao extremo, honesto, sincero, correto em seus negócios, avesso à tecnologia, enfim, eu diria que temos muito em comum. Ele anota diuturnamente os seus compromissos, gastos, lucros, perdas, compras, vendas, investimentos em LCI e LCA do Banco do Brasil, quilômetros rodados, revisão do carro, gastos de casa, com combustível, com remédios, com lazer, com motéis e etc. Não seria de duvidar que ele não anotasse “as mulheres que ele amou” (e que ainda ama). Incrível, mas anotou desde a sua mais tenra idade. Nenhuma se perdeu pelo caminho. E se o “Vampeta”, ex-jogador do Corinthians e da Seleção Brasileira, se gabou de ter levado mais de 400 mulheres para a cama, este pobre e simpático senhor de cinquenta e poucos anos contabilizou as suas conquistas como quem conta estrelas. Nem tanto!

Ele não chegou nem a dez por cento das “conquistas” (do modo como ele considera conquista) do referido jogador mulherengo, mas na sua simplicidade e humildade (e tão feio como trombada de caminhão como lhe diziam algumas meninas mulheres por ele rejeitadas), ele se sente feliz e privilegiado por ter amado muitas outras. Pra um homem que viveu uma vida modesta, foi boia-fria, servente de pedreiro, conviveu com a miséria e dialogou com a morte por inúmeras vezes conseguindo dissuadi-la de levá-lo tão cedo, as suas conquistas lhe parecem de bom tamanho.

Eis a contabilidade até então deste personagem bizarro e verdadeiro que este cronista conhece como ninguém e sabe que não é mentira o que ele afirma categórica e peremptoriamente. Sintam inveja homens e mulheres, pois foram (até então), 76 meninas mulheres em seu vasto currículo de “Don Juan do Paraguai” como também foi apelidado. Todavia, muita calma nesta hora, pois com todas estas meninas catalogadas alguma coisa aconteceu; mas nem tudo. Muitas não foram levadas ao “sedutor canteiro do amor”, a cama; apenas com 26 delas este (in) feliz virginiano perfeccionista teve o privilégio de “fazer amor”! Uma delas é a sua “mulher preferida”. É fato! É verdade!




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