[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Justiça hilária e (in) Justa!



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Justiça hilária e (in) Justa!

Em rápidas palavras eu vou resumir o que ocorreu comigo há pouco tempo e, infelizmente, o protagonista destas histórias lamentáveis poderia ser outro qualquer, menos eu que detesto esses homens da justiça; eu sou “presidiário” e não posso amá-los, isso é óbvio e eu estaria sendo contraditório!

Não devia ter ido naquela manhã até a casa do meu filho e me deparar com aquela cena deprimente ao vê-lo aos socos e pontapés agredindo sua linda esposa de olhos verdes lindos e fascinantes, enquanto ao pé da porta uma de suas filhinhas chorava desesperadamente e eu do lado de fora assistindo a brutalidade do meu filho sem poder interferir porque os portões ainda estavam fechados; até que a menina, orientada pela mãe desesperada, conseguiu arrancar o molho de chaves da porta e trouxe até mim, mas por desconhecimento e contando com a ajuda do “inimigo”, eu consegui abrir o portão com a derradeira chave a ser experimentada. Entrei e detive os dois pensando ter finalizado a briga.

Subitamente a minha nora disse algo que ofendeu meu filho e ele lançou sobre ela um enorme copo de vidro que não acertou nela; foi mais para intimidá-la e isso eu vi muito bem; depois ela simulou um ferimento na testa com o objetivo de incriminá-lo tendo sido, obviamente, orientada por sua testemunha amiga. Ela retribuiu com uma pancada forte e um rodo que acertou e meu braço que segurava o meu neto de 09 meses; As duas meninas dela choravam sem cessar ao presenciar a cena horrível que se passava diante dos nossos olhos. Ela o golpeou novamente e desta feita o cabo do rodo acertou em cheio seu olho esquerdo e eu precisei levantá-lo do chão e socorrê-lo até o Banco de Olhos de Assis. Antes, porém, ambos foram à Delegacia prestar queixa um do outro. Ficaram separados por sete dias; eu já sabia que este “casal sem vergonha” que já tiveram inúmeras brigas logo estariam juntos novamente. Já voltaram e estão se amando, mas o culpado por isso tudo sou eu; é o que sempre eles dizem e eu não entendo a razão.

Na Delegacia, ambos disseram que eu presenciei a briga e isso é verdade. Todavia, no depoimento dela, ela disse estar presente uma colega sua que testemunhou a favor dela; mentiu. E ainda falou mal de mim ao Delegado dizendo que eu “odeio polícias”; isso a cidade inteira sabe, somente não entendi porque esta informação estava em letra maiúscula ou em caixa alta. Ela quis me culpar e me prejudicar! Disse ao investigador que eu não iria produzir provas contra meu fiho e menos ainda contra minha nora e ele me advertiu que eu era a uma das testemunhas no local do crime e que eu poderia ser enquadrado por “DESOBEDIÊNCIA”. Que absurdo! E que poderia ser preso por obstruir o andamento da justiça! Incrível! O que eu tenho a ver com tudo isso?

Quando neste mesmo ano eu fui vítima de tentativa de extorsão por um Pastor e Contador, por ocasião da minha Declaração de Imposto de Renda, a minha mulher que presenciou a tentativa de extorsão e não podia ser minha testemunha por ser minha esposa e o Delegado me advertiu que o inquérito policial que eu desejava instaurar contra o Contador podia se voltar contra mim porque o Contador vigarista podia alegar injúria e difamação e arrancar mais dinheiro de mim. Eu não tinha provas “consistentes” para incriminá-lo e a palavra da minha mulher de nada valeria; ele me induziu a desistir de processar o canalha do Pastor e Contador ladrão. Dá pra entender isso? Que os Advogados ou Estudantes de Direito me expliquem isso, por favor. Merda de justiça injusta! Como somos seres pretensiosos, pois sabemos que “não há um só justo sobre a Terra”. Maldita justiça humana! E está dito!




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