[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Conviver entre poetas e poetisas!



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Conviver entre poetas e poetisas!

Se ambos fossem seres “iluminados” seria bem mais fácil, mas aqui se encontra toda espécie de gente e “gentalha”. Considero este espaço como um “laboratório” onde muitos se aventuram na arte da escrita e não estão nem aí com o que escreve. Muitos maltratam impiedosamente a Língua Portuguesa e outros primam por zelar bem dela e que me chegam a causar “inveja” sempre salutar e saudável. Eu citaria aqui inúmeros poetas e poetisas que eu leio e que são perfeitos em seus escritos.

Todavia há aqueles que são “anarfas” de pai e mãe e me fazem rir e chorar ao mesmo tempo quando começo a ler suas “asneiras” aqui postadas; é claro que nem termino a leitura, pois tenho mais o que fazer do que ser “desinformado” por um analfabeto que não sabe o que diz e menos ainda o que escreve e isso também é verdade quanto às muitas poetisas que aqui se encontram e que só sabem escrever frases idiotas.

Estou consciente de que este espaço é para isso mesmo, para gente que inicia na arte da escrita e para outros que são amadores e até mesmo profissionais que possuem conhecimento pleno da Língua Portuguesa. Eu também falho algumas vezes e até cometo erros de ortografia em muitos dos meus comentários e até mesmo na elaboração de uma crônica; não sou perfeito como todos nós e estou passível de errar como qualquer um.

Todavia existem aqueles que não sabem o elementar da Língua Portuguesa e não sabem como utilizar expressões simples como bem e mal / bom e mau e ainda empregam os porquês de forma errada. E o que falar da mistura dos pronomes de tratamento, principalmente “você” e o pronome do caso reto da segunda pessoa do singular “tu”? Eles começam um texto usando a segunda pessoa do singular que os verdadeiros portugueses fazem com maestria e depois infiltram no desenvolver do texto uma concordância inaceitável utilizando “você” e seus complementos de forma equivocada. O pronome “tu” pede a concordância em segunda pessoa do singular e “você” se conjuga com a terceira pessoa do singular. Logo; tu és linda é diferente de você é linda! E por aí vai! Eu te amo e eu lhe amo deixa claro o uso dos pronomes “te” e “lhe” que se adaptam aos pronomes “tu” (caso reto) e “você” (pronome de tratamento).

E o que dizer destas “bonitinhas” idiotas que são lidas porque mostram um rostinho bonito à direita da tela e que produzem textos horríveis? E logo abaixo aparecem elogios imerecidos e estapafúrdios de poetas e poetisas que na verdade são tão idiotas quanto a elas ou tão estúpidos (as) e “anarfas” como a dita cuja. Isso me deixa triste! Como somos hipócritas ao afirmar que o desprezível é belo. É como afirmar que somente filhos de ricos são lindos ao nascer em virtude da condição financeira dos pais. Isso é bajulação barata e abjeta. Tem tantos filhos lindos de pessoas humildes que não são vistos assim pelos hipócritas. Texto que me desinforma eu não leio. E está dito!



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