[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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Nascer, viver e morrer!

O menos complicado é nascer e morrer, viver é o mais complicado porque suportar as agruras do dia a dia e relacionar-se com o outro é complicado por demais. O outro é e sempre será um país desconhecido a nós e sempre nos surpreende com seus ardis nada convencionais.

A ser humano é uma “besta fera” a nos incomodar diuturnamente e manter um bom relacionamento com as pessoas exige de nós um esforço imensurável. Todo ser humano tem a mania de se achar melhor que o seu semelhante em tudo e não se deixa levar pelos argumentos de que somos pó e que ao pó voltaremos. A humildade que é imprescindível para que vivamos em paz e harmonia, entre “irmãos”, falta-nos nos momentos mais preciosos.

Ninguém tem o dom de suportar o erro alheio e sempre se mostra a apontar a falha do outro nunca vendo a trava que está nos seu próprio olho, mas sempre querendo arrancar o cisco que está no olho do outro. Somos hipócritas farisaicos e que não notamos o quanto somos consumidos pelo desejo de perfeição sempre apontando as imperfeições dos que nos rodeiam como se nós fôssemos melhores do que todos em tudo.

Maldita raça humana que não sabe se conduzir diante das coisas mais simples do cotidiano e preferem resolver seus problemas sempre culpando o outro pelos seus fracassos incontáveis e inenarráveis; somos uma raça de víboras, seres antropofágicos em pleno século XXI. Somos sepulcros caiados e nos achamos mais belos do que todos; eu vomito sobre toda esta hipocrisia humana destes seres menores que se autodenominam “homo sapiens”!

Mulheres vaidosas e consumistas que vivem no “mundo de bob” se achando a última bolachinha do pacote e açoitando impiedosos amantes que lhes devotam amor verdadeiro e sincero eu abomino. Eu desprezo mulheres arrogantes, prepotentes, orgulhosas, vaidosas e imbecis. Adoro quando vou ao enterro de uma delas e jogo sobre o seu caixão um punhado de terra para que ela se sinta o que verdadeiramente ela é; pó. Homens metidos à besta também me são insuportáveis e eu detesto ver e ouvir o diálogo de pessoas “abastadas de dinheiro” achando que o dinheiro compra conhecimento e sabedoria; bando de hipócritas.

Eu não troco o meu parco conhecimento de vida e de mundo por nenhum valor monetário. O dinheiro compra as coisas, mas cultura, conhecimento e informação é uma busca pessoal e movida pelo interesse de conhecer e saber muito mais. A leitura humaniza o homem, mas o homem e a mulher capitalistas acham que podem me comprar com seus argumentos desprezíveis. Pra cima de mim, não! Desprezo os “ricos” avarentos e medíocres, pois na maioria são agiotas e se aproveitam da fragilidade de outros para se enriquecerem e se acharem os melhores. Vomito sobre todos eles! Morrer é menos complicado! E está dito!




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