[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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Tolos ao telefone!

Este aparelho tão inútil para mim e tão útil para milhões de brasileiros, e outros bilhões pelo mundo inteiro, me faz rir com muita frequência em razão das parvoíces dos seus “escravos” humanoides e imbecilizados. Eu nunca tive e jamais terei um objeto tão inútil quanto as TVs que tenho em minha casa; elas desligadas me são muito mais úteis.

Entretanto, o assunto aqui é tolice ao telefone. Esses dias eu andava pela calçada da minha cidade e me deparei com uma menina aos berros falando sozinha sem que eu avistasse o “maldito” celular dela. Eu percebi que ela esta envolvida por fios e nos seus ouvidos pareciam estar plugados alguns desses fios e a “infeliz” dizia palavrões aos quatro ventos e só podia estar brigando com outro (a) idiota do outro lado da linha. Meu Deus! Como pode um aparelho de telefone nos tornar tão medíocres a ponto de nos fazer passar por ridículos e insanos! Abismado!

Outro dia, bem próximo deste local, eu encontrei um senhor já de idade portando seu celular e teclando sem se dar conta de que à sua frente estava um poste. Ele atropelou o pobre poste deixando cair seu objeto de devoção que ficou em pedaços e me parece ter machucado o seu nariz também. Confesso que foi impossível não rir da desgraça do besta que conseguiu salvar seus óculos da queda; menos mal e menos prejuízo. Sem querer ser indelicado, mas o imbecil tinha uma cara de "mané" que eu fiquei a me questionar se ele realmente necessitava possuir um objeto que lhe causou tamanho desconforto e prejuízo naquele momento.

E ainda falando em telefone, eu não costumo passar o número do meu telefone para ninguém que não o mereça ter. Diante da insistência de uma “dita cuja”, eu passei o telefone da funerária da cidade de Maracaí e outro da Delegacia, menos o meu. Ri muito ao ver o e-mail dela me adjetivando de lindos nomes impublicáveis neste espaço.

E agora à tarde me ligou uma voz feminina perguntando: “com quem eu falo?”. E eu educadamente respondi lhe questionando como sempre faço: “com quem você deseja falar?”. E ela insistiu: “com quem eu falo?”. Eu educadamente respondi de modo a não chateá-la com sua pergunta indiscreta: “eu sou o José”. Não estava bom pra ela que novamente me questionou: “José do quê?”. Eu novamente respondi: “José da Silva” e ela com indelicadeza desligou nas minhas fuças e eu estou rindo até agora. Eu sempre me identifico como José; isso mata qualquer mulher, secretária, otário e otária que não sabem como usar corretamente o telefone. E está dito!




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