[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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Apenas um olhar e basta!

Nunca precisei mais que simplesmente um olhar para chegar ao coração da mulher cobiçada e desejada. Ao contrário do que possam pensar as minhas fiéis leitoras e os meus fiéis leitores do sexo forte (aliás, pouquíssimos), eu não sou aquele tipo de homem “inoportuno e inconveniente” que muitas mulheres detestam. Eu não sou um homem medíocre e nunca me dirigi às mulheres vendo-as como simples “objeto” de desejo e satisfação sexual dos homens.

A mulher pra mim tem algo de divino e sagrado, mesmo sabendo que o “profano” fala bem mais alto no ser dessas nobres representantes do “sexo frágil” por quem eu tenho profundo respeito e admiração. Se houver um homem que goste mais de mulher do que eu, ele ainda não se apresentou a mim e eu nem faço questão de conhecê-lo; concorrência neste campo eu abomino.

Desde menino eu sempre tive enorme respeito pelas minhas coleguinhas de classe e, talvez, pode ter sido por isso que “eu nunca comi ninguém”, mas também não me “passaram a mão na bunda”; felizmente. Eu poderia ter gostado e daí as coisas seriam diferentes. Passou o segundo de “insanidade” e voltemos a falar de mulher. Eu sempre achei desprezível a maneira que muitos colegas meus se aproximavam das mulheres com as suas “cantadas baratas” e até “ofensivas” que não agrediam somente as meninas, mas a mim. Onde já se viu ficar “assobiando” e chamando uma garota de “gostosa” e perguntando a elas se o cachorrinho lindo delas tinha telefone ou ainda “de onde é que eu conheço você?”. Isso era no mínimo ridículo! Eu nunca “assediei” uma mulher desta maneira.

Eu sou aquele amante à moda antiga do tipo que ainda manda flores.” (Roberto Carlos). E quando eu as enviei para Marli Galeazzi pela primeira vez, a minha linda italianinha, ela simplesmente me disse que preferia chocolates dos bons. Magoei! Ela era a rica e não eu; portanto, como lhe satisfazer os gostos? Pois bem, quando eu vou ao Baile da Terceira Idade em Assis, eu percebo que as lindas e simpáticas senhoras ficam me observando com olhares “tipo pidão” e então eu tenho o sinal verde para avançar. Basta tão simplesmente um olhar e nada mais. Se bem que esses dias eu, involuntariamente, apliquei uma bela cantada que a “japonesinha Sueli” gostou. Eu disse: “além de dançar bem, você fala?” Têm mulheres que dançam a seleção toda sem falar nada. Ela começou a rir, achou a “cantada” sensacional e ficamos bons colegas. Contudo eu continuo afirmando que para conquistar uma linda mulher, basta tão simplesmente um olhar e uma boa conta bancária pra muitas delas. Brinco! Pronto! Falei!



Sinopse:

Neste e-livro, “MINHA VIDA, MEUS DESERTOS”, eu me apresento ao leitor com a minha peculiar maneira de ser e abro as portas do meu coração para dizer quem eu sou e o que penso através das minhas nem tão bem traçadas linhas. Leiam e divirtam-se, pois quem lê sabe mais!




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