[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


As pudicas me fascinam, as “prostitutas” encantam-me



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As pudicas me fascinam, as “prostitutas” encantam-me;

Jamais nos braços destas últimas eu estive,

Mas muitas pudicas se fizeram minhas “prostitutas”.

Eu amo as mulheres que não fogem à luta,

Mas na minha cama prefiro uma bem safada e "puta.

Eu sou um príncipe, charmoso, elegante e inteligente;

Mas sou egoísta, imediatista e individualista como toda gente!

Falei e pronto!

Rico” é uma merda!



E eu digo isso porque eu sou RICO, graças a Deus, mas os “ricos” de quem eu falo são aqueles pobres de espírito que se acham mais bacanas do que todo mundo e quando se sentem “ameaçados”, colocam seus “rabinhos sujos” entre as pernas e tremem de medo daqueles que eles esnobavam e subestimavam. Isso aconteceu comigo.

Eu namorei uma linda senhora da qual eu falo com muito carinho e saudade imensurável porque ela me apresentou o mundo desses “ricos merdas” que sempre me olharam com desdém e não me aceitavam entre eles como se o mundo lhes pertencesse. O pior era ser tratado com indiferença pelos filhos orgulhosos dela que mal sabiam que deixavam as suas feridas expostas para eu cutucá-las mais tarde.

Os infelizes, um Advogado e uma Psicóloga, não imaginavam que eu não era o “imbecil e ingênuo” que eles pensavam que eu fosse. Quanto mais eles sabiam das minhas qualidades, mais eles se faziam de indiferentes à minha pessoa. Eu, cuidadosamente, fui conhecendo o “calcanhar de Aquiles” de todos eles. O “doutorzinho” comprou seu diploma numa dessas "faculdades de fins de semana" e com a “doutora” não foi diferente. Mal sabia ela que me feria os ouvidos ao demonstrar o seu desconhecimento da língua mãe; ainda bem que a “metida” demorou mais de sete meses para desejar me conhecer e eu agradeço a Deus por tudo isso porque foram sete meses a menos que não precisei ouvi-la com suas incorreções e maus tratos ao vernáculo.

A minha amada, mãe desses dois idiotas, era linda, privilegiada financeiramente, “orgulhosinha” também, mas que me demonstrava amor e sabia o quão observador eu era; menos os filhos seus. Eles não admitiam que um “príncipe de ébano” pudesse ser dotado de conhecimentos que eles não possuíam. E não há nada mais terrível para “ricos merdas” do que se sentirem intelectualmente inferiores. Eu percebi que eles se sentiam, mas que faziam uso da grana que possuíam (e ainda possuem) para se sentirem importantes.

Pobre “doutora” que carrega no seu cérebro um tumor maligno que o seu dinheiro não vai curar e pobre “doutorzinho de merda” que descobriu recentemente que eu tenho um Diário onde eu relato o romance que tive com a mãe dele e veio me dizer que não gostou do que eu havia escrito e me “solicitou” que eu retirasse o nome da sua mãe, o dele e o da sua irmã do meu livro. O energúmeno nunca leu nada do que eu escrevi e veio se manifestar dizendo que eu não deveria ter usado o nome da mãe dele e escrito sobre a minha relação com ela e citado os nomes dele e de sua irmã numa narrativa “fantasiosa”; e ainda me pediu que respeitasse o sofrimento deles. Engraçado, pois eles nunca me respeitaram e nem me valorizaram. Eu disse que atenderia o seu pedido, mas é óbvio que não atendi. Ele não manda no meu Diário e muito menos em mim. Ele vai demorar mais uns sete anos pra perceber isso. O meu Diário e a minha história com a mãe dele é parte da minha vida e eu quero que ele e a irmã dele vão para a Bósnia.




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