[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


La fin! [Minha vida, meus desertos!]



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La fin!

[Minha vida, meus desertos!]

Mulheres!

Mexem com o nosso imaginário,

Unanimidade até mesmo entre ordinários;

Levam com elas nossos melhores sonhos

Havendo aquelas que nos fazem tristonhos.

Evas modernas do século XXI;

Reinam absolutas sobre qualquer um,

Embriagam-nos mesmo sem perfume algum.

Senhoras ou senhoritas sempre serão por mim benquistas!

Viagens e viagens!

As melhores viagens que eu já fiz foram as viagens costumeiras e bem próximas de mim mesmo. As minhas mais encantadoras viagens foram feitas através dos livros e a um custo quase sempre zero. Eu amo viajar mesmo que eu não precise sair do meu lugar. Costumo viajar nos versos das brilhantes poetisas deste espaço e dos poetas também, mas agora urge que eu vá mais longe amanhã e deixe me conduzir por aquela estrada que me levará aonde ela desejar. Será uma viagem ao encontro dela; a "felicidade". E esta "felicidade" tem nome e idade!

Eu vou me encontrar com ela e dizer o quanto eu esperei por este encontro, pois a malvada saudade me fez companhia e me deixou angustiado por muitos dias desde o nosso último encontro. A minha menina eu vou encontrar; ela se chama "felicidade" e mora bem distante da minha cidade. Ela ainda tem pouca idade, mas soube me arrebatar com a sua singular simplicidade. Menina mulher “felicidade” que muito tem me honrado com a sua fidelidade, com a sua sapiência, com a sua delicadeza, com a sua gratidão e com o amor de “filha adotiva” que todo pai deveria ter. Eu vou ao seu encontro porque você me faz feliz; você é a “felicidade” que teima em se entregar a mim. Serei feliz sem possuí-la porque você habita em mim e eu a amo assim; eu lhe desejo perto de mim, dentro de mim, mas eu não me vejo dentro de você.

Ah! Eu quero rever a sua face rosada e não sentirei cansaço no percurso da longa estrada porque sei o quanto você é, por mim, amada. Eu vou percorrer esta longa estrada que me levará ao seu encontro e não quero mais pensar em nada. Eu estou certo de que receberei seu beijo filial e tocarei sua face como pela primeira vez. Eu sempre soube que o seu nome era “felicidade” e mesmo tão distantes, nós seremos eternos amantes sem nunca nos entregarmos um ao outro porque já somos um no outro.

Se para mim é inacreditável viver um grande amor assim, incomum, raro, de confundir a minha própria mente, imagina explicar isso para toda esta gente? Não! Têm coisas que não se explicam e simplesmente se vive. Estou feliz por viver esta “insana paixão” como sol e lua e muito feliz por nunca tê-la visto nua porque a sua pureza não me pertence com certeza. Eu estou feliz por você, minha doce menina mulher “felicidade”. Quem quiser compreender que compreenda! Eu amo você!




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