[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


E me embriagar do teu veneno



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E me embriagar do teu veneno;

Diante de ti eu sou pequeno

E reconheço teus beijos deliciosos!

Tu me tens como fácil presa,

Em teus braços sou criatura indefesa;

Tu sabes como me enfeitiçar

E me enlaças como cobra pra me devorar!

Morrer em teus braços

Sufocado por teus beijos e abraços

É o meu maior e insano desejo,

Pois não há nada melhor que teus mortais beijos!

Eu te amo, mulher serpente,

E tu não sais da minha mente;

Por ti, sou mesmo um eterno demente,

E morrerei pensando em ti diuturnamente!

Quando eu era muito besta!

Hoje eu ainda sou besta, mas bem menos! Eu vivi dias de parvoíces incontáveis em minha vida e pasmem, pois eu acreditava até em “Papai Noel e Coelhinho da Páscoa” mesmo depois de adulto. Todavia o tempo se encarregou de me mostrar o quanto eu fui ingênuo e eu vi que têm palavras que devemos ter o máximo cuidado no uso delas.

Amar e odiar são palavras que eu tenho muito cuidado no trato com elas, pois eu aprendi o quanto elas são capciosas e traiçoeiras quando mal utilizadas por nós. Eu diria num tom de brincadeira que elas são “facas de dois legumes”. Se é que vocês, meus fiéis leitores, me entendem! Tentarei me explicar.

Amar é um verbo que eu conjugo em primeira pessoa do singular, presente do indicativo, pois eu conheço os meus sentimentos e posso falar deles com propriedade e conhecimento de causa. Se eu digo que amo é porque amo mesmo. E quando eu me refiro às “MULHERES QUE EU AMEI” (um e-livro meu), de fato eu as amei com intensidade e respeito porque elas me agregaram valores mesmo as mais “vadias” delas.

Odiar é um verbo que eu deixei de conjugar há muito tempo depois que eu descobri que eu bebia este “veneno” que causava males somente a mim e jamais às pessoas a quem eu “odiava”. Péssimo negócio é odiar alguém, ter raiva, rancor, se estressar por causa do outro. Só o tempo e o conhecimento nos levam a desprezar este insalubre verbo que tanto nos causa mal estar e nos mata.

Outro vocábulo que eu desaprendi a fazer uso é o vocábulo “AMIGO”, pois os livros sagrados me ensinaram que “amigo” é um grande tesouro (Eclesiástico, capítulo 06 versículo 14), e quem o tem possui um tesouro inestimável. Todo o capítulo 06 deste livro fala sobre a amizade. Portanto, eu não tenho amigos, mas sim colegas, colaboradores, camaradas, companheiros e etc. Eu tive uma única amiga que foi a minha mãe; hoje ela é uma estrela a me iluminar.

Quando eu era muito besta, bem menos do que sou hoje, até dinheiro eu emprestava para os outros e dos outros. Hoje depois de reler várias vezes o capítulo 08 e versículos 15 e 16 do Eclesiástico eu fui aprender a grande lição. Mon Dieu! Como eu fui besta; e besta quadrada! E está dito!

SINOPSE:

Este e-livro, “A VIDA COMO ELA É”, resume em crônicas diversas e algumas poesias a minha trajetória de vida, até então, mostrando os desertos que a vida me “condenou” a atravessá-los para que eu pudesse chegar à Terra Prometida. Confesso que sofri, mas agora eu estou vivendo numa terra onde “jorra leite e mel”. Foi uma luta renhida, mas eu vim, vi e venci as provações dos desertos que eu atravessei sendo sempre guiado pelas mãos seguras e fortes de Deus. Leiam e reflitam, pois quem lê sabe mais! E está dito!




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