[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Ah! Minha perfumada “Bruninha” porquinha! Eu prefiro a minha mulher! Odeio sujeira e mulher “porca” e folgada! E está dito!



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Ah! Minha perfumada “Bruninha” porquinha! Eu prefiro a minha mulher! Odeio sujeira e mulher “porca” e folgada! E está dito!

Eu, na fila de espera!

Não há nada mais “desagradável” do que ter que esperar além do horário marcado. Eu não me importo em chegar meia hora antes do horário, mas muito me incomoda meia hora depois. Há pessoas que gostam de fazer as outras esperarem; não façam isso comigo, pois só fico se for muito importante pra mim. Do contrário vou embora, pois não tolero atrasos injustificáveis.

Mas o que fazer quando somos “obrigados” a esperar? Foi o que ocorreu comigo ontem (e por várias outras vezes), no Posto de Saúde da minha cidade. A consulta estava marcada para as 14h30 e eu cheguei meia hora antes; verificaram a minha pressão e disseram que eu aguardasse ser chamado. Muitas pessoas estavam à espera da mesma médica.

Quando vou a estes lugares públicos, tenho como hábito levar um bom livro para ler, pois descobri que é um excelente lugar para leituras já que a demora é imperativa. E pra não ficar jogando conversa fora e falando mal do atendimento, como a maioria, baixo minha cabeça e me concentro na leitura. Volta e meia olho pro relógio e vejo que o tempo passa implacavelmente e o meu “traseiro gordo” fica cada vez mais quadrado de tanto esperar.

Pois bem, neste dia que cheguei meia hora antes do horário estipulado, tomei um “chá de banco” de duas horas. Isso me rendeu boas duas horas de leitura e mais de 100 páginas. Às 16h05 eu aproveitei a saída de uma enfermeira da sala da médica e adentrei mesmo sem ser chamado porque eu teria um compromisso às 17h00 horas em Assis. Falei com ela e provei que ali estava há muito tempo e que necessitava ser atendido naquele momento. Ela foi simpática e me passou na frente de outro que estaria antes de mim. E assim feito, saí de sua sala em 15 minutos e consegui chegar no horário para o meu outro compromisso a 40 quilômetros dali.

É bem verdade que os outros não gostaram da minha atitude, mas foi necessário agir desta forma. Todos me viram ali há mais duas horas; exatamente como eles. Achei o meu comportamento indelicado, mas não costumo fazer isso.

Portanto, quando você leitor for a um estabelecimento público, leve consigo um bom livro e um “saco de paciência”. Não tenha pressa jamais. Uma fila de espera também é cultura! E está dito!




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