[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Que folgado! E está dito!



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Que folgado! E está dito!

Cobra caseira! Filho ingrato!

Ainda ontem eu falei do comportamento “abestado” de um sobrinho meu que veio passar alguns dias sob o meu teto e querendo ser tratado a “pão-de-ló”; folgado!

Triste iniciativa minha quando tentei explicar o ocorrido ao meu filho. Argumentei que o “Zezinho” havia sido muito chato, enjoado, metido a besta, etc. e tal, e que não receberia mais nenhum parente em nossa casa para ficar uns dias. Sempre haveria de inventar uma desculpa para não receber “gente chata e metida” em nossa casa.

Pasmem! E qual não foi a minha decepção quando comecei a falar pro meu filho das “impertinências” do seu primo. Eu disse que havia lhe questionado sobre o que ele gostaria de comer ou não e que fiquei indignado com as respostas dele, haja vista a maneira arrogante que ele utilizou para dizer que “não comia ovos nem que fossem de ouro” e menos ainda acebolado. Disse, arrogantemente, que frango é comida de doente e que peixe “cheira a barro” e que isso lhe dava ânsia só de pensar. E que ele só comia carne.

Meu ingrato filho comprou esta briga comigo dizendo que o menino estava certo em querer comer o que ele gosta e quanto a isso eu também concordo. Só que na casa dos outros a gente deve comer o que nos é servido e se, por acaso, não gostamos de algo é conveniente não comer. Todavia, nunca devemos dizer o que queremos comer na casa onde somos visita; a menos que nos pergunte. E mesmo assim cabe nos dizer que comemos o que for servido, ainda que rejeitemos algum prato.

Fiquei indignado pelo fato do meu filho ter saído em defesa do seu primo e jurei que não recebo mais ninguém em minha casa que eu desconheça os hábitos. Este sobrinho nunca mais terá guarida sob o meu teto. É claro que não vou dizer a ele e nem aos seus pais,; simplesmente vou dizer que estarei viajando e que lamento por não poder recebê-lo. A minha mulher já está ciente desta minha decisão. E quanto ao meu filho, vou “cortar” as asinhas dele para que não seja como o “idiota” do primo dele. E está dito!

Mesa de bar!

Eu já fui um assíduo frequentador de mesa de bar e hoje, com menos frequência, ainda vou. Acabei de chegar da Lanchonete do “Seu Zezinho” onde tomei algumas cervejas em companhia do “Terror”. E nesse ínterim falamos sobre diversos assuntos.

Num dado momento, nós nos vimos falando sobre religião e o colega se dizia um verdadeiro incrédulo, não em Deus e na Sua palavra, mas nos pregadores. Pra ele, padres e pastores são “cabras safados”. Eu concordei e nada disse. Aí então ele começou a falar dos escândalos de pedofilia na igreja católica e da roubalheira dos pastores em nome de Deus.

Eu não gosto muito de discutir futebol, religião e política, mas não deixei de “pregar o pau” nestes homens investidos de poder. Eu desabafei falando mal de Delegados, Promotores e Juízes. Considero esses “ilustres senhores” como embaixadores do demônio na terra. E qual não foi minha surpresa quando o amigo saiu em defesa dos Juízes dizendo que eles são os "menos demônios" da história e atacou impiedosamente os Advogados afirmando que esses são os verdadeiros urubus.




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